Blog do Sonho Eterno

Archive for maio 2009

Por conta da novela global Caminho das Índias muitas pessoas buscaram meu blog para ver os famosos sáris, muitos pensam que se trata de uma fantasia, porém a maioria das indianas usam trajes típicos no seu dia-a-dia. Aqui no Brasil as devotas Hare Krishna assim como as bailarinas de dança indiana também usam sári. Peguei eu meu arquivo pessoal um punhado de fotos minhas e de minha amigas usando essa roupa tão linda e que recentemente foi popularizado aqui no país.


Sou apaixonada por roupa e com sáris não seria diferente. Acima podem ver alguns deles. Gosto desses de tecidos fluídos, eles caem melhor.


Com exceção Débora, a de sari laranja, todas estão de noiva. A noiva indiana tradicionalmente usa vermelho com dourado.


Adoro esse sari verde e vermelho da Nalini. Muitos associam essa combinação vulgarmente com o natal eu associo com o filme O fabuloso destino de Amélie Poulain, que foi inspirado num artista plástico brasileiro, que não me recordo o nome.


Repare que o sari sempre passa pelo ombro esquerdo.


Não tenho muitas fotos individuais com sari, por isso vou abrir meus momentos com vocês.

Aqui ensinamos a colocar sari.

Embora seja vegetariana há 14 anos, gosto de comer no Outback. Tem algumas opções para mim como as fritas, dois tipo de macarrão, saladas e uma sobremesa de coco queimado deliciosa. Sempre achei que o sabor e o atendimento de lá compensavam a espera, que muitas vezes pode ser longa e o preço para lá de salgado. Já fui às filiais de Alphaville, Shopping Eldorado, Shopping Burbon, Campinas e New York e ainda não tinha tido problema semelhante como o que me aconteceu ontem de noite.

Foi na filial do Shopping Eldorado, do proprietário Eduardo de Godoy Moreira. Chegamos ao Outback as 19:18h, quando demos o nosso nome para a recepcionista fomos alertados que haviam 11 mesas em nossa frente, como não estávamos com pressa não nos importamos. Chegamos à área do bar e ainda tinham muitas cadeiras disponíveis, sentamos e começamos a conversar. Quando deu uma hora de espera começamos a sentir a demora e começar a observar que as pessoas que haviam chegado bem depois da gente levavam cerca de 20 minutos para serem encaminhadas as suas mesas. Só que as pessoas que observamos eram as que estavam com mais de duas pessoas, sendo assim, imaginamos que eles estavam esperando mesas de duas pessoas para nos dar acomodar. Coisa que achamos um absurdo!

Quando nossa marca de espera deu duas horas reclamamos com o garçom! Ele simpaticamente respondeu vocês estão esperando mesa? A vontade que eu tive foi dizer, não, estou esperando o Papa chegar e ele foi verificar. Nosso pager era de número 7. Minutos depois ele nos informou que já seriamos chamados.

Pouco depois veio uma moça e perguntou se era a gente que o pager havia sido chamado e não tinha funcionado. Nem sabíamos que tinha acontecido isso, afinal o garçom não nos disse nada! Ela ligou para outra pessoa e viu sim que nós éramos o pager com problema. A meu ver, quando um restaurante vê que chamou uma pessoa e ela não foi deveria, no mínimo, procurar pela espera, mesmo porque eles tem um sistema de microfone que chamam alguns pelo nome quando acabam os pagers, mas não o fizeram.

Exatamente as 21:36h sentamos em nossa mesa. Fizemos o nosso pedido e não demorou muito para chegar, o recebemos as 21:48h. Começamos a comer e quando olho para minha surpresa um cabelo enorme no meu macarrão. Que nojo! Na hora lembrei daquela lei paulistana que os cozinheiros deveriam usar touca e mascara na boca, não sei se a lei não deu certo ou se não existe fiscalização.

Mostrei para a garçonete e ela prontamente trocou meu prato trazendo um novo. Ao final, quando pedimos a conta o meu macarrão foi descontado, porém pagamos os 10% do serviço, porque embora tenha sido muito mal atendida anteriormente pela garçonete, se não me engano Roberta, fomos bem atendidos. As 22:29h, ou seja pouco mais de três horas depois, fomos embora.

Fiquei bastante frustrada, sempre gostei do restaurante, mas ontem a coisa estava russa. Até o banheiro estava imundo, sem papel higiênico nas cabinas do vaso sanitário, um cheiro insuportável de xixi e os lixos com papel até para fora de tanto tempo que não vinha uma faxineira no local. Lastimável.

Update 7 de junho de 2009

Eu sou brasileira e não desisto nunca! Hoje inesperadamente voltei por total comodidade ao Outback do shopping Eldorado. Quando entramos a recepcionista nos disse que havia nove mesas em nossa frente. Sentamos na área do bar e pedimos um refrigerante e uma porção de batatas frita sem bacon. Um casal que sentou 20 minutos após a nossa chegada foi chamado, eu olhei no relógio e já estávamos 42 minutos na espera. Meu irmão foi verificar se havia algo de errado e mais uma vez o nosso pager de número 78 não foi chamado. A moça trocou por um de número 21 e disse que seriamos a próxima mesa que vagasse. Após mais 10 minutos de espera e por não termos sido a próxima mesa pagamos a conta do bar e fomos embora.
Quando pedimos a conta o rapaz do bar perguntou se podia incluir o serviço, dessa vez meu irmão foi firme e disse que serviço? Ficamos aqui o maior tempão aqui e não nos atenderam em uma mesa.


Canhoto do nosso pagamento ao restaurante. A recepcionista desconfiou que nosso pager não tocou porque estávamos passeando no shopping, aqui esta a prova de que estávamos na área do bar do Outback. Alias, estávamos no mesmo lugar que ficamos no sábado passado e não fomos chamados. Estou desconfiando que o pager não funciona dentro do próprio restaurante.


Peguei o pager emprestado para provar que não fomos atendidos e que ninguém estava nem aí para a gente.

Ontem meti as caras por São Paulo, fui a vários lugares que eu gosto de freqüentar, mas colocando na ponta do lápis é muito caro passear por São Paulo, principalmente por conta dos estacionamentos.

1ª parada: Fomos a Rua Teodoro Sampaio para ver instrumentos musicais, demos uma passada rápida pela Praça Benedito Calixto e bisolhamos algumas antiguidades. Fiquei impressionada como os bicho grilos, que são maioria no local, gostam de fumar. Um ato tão demodê, né? Gastamos R$ 8,00 no estacionamento.

2ª parada: FNAC da avenida Paulista. Daí a bica foi um pouco maior, desembolsamos R$ 10,00 por menos de uma hora no local.

3ª parada: Foi a galeria Ouro Fino, na rua Augusta. Com sorte conseguimos parar na rua, se não, seria mais R$ 10,00 pela primeira hora e R$ 6,00 pela hora adicional. O que acho muito estranho de uns tempos para cá é que o terceiro andar foi locado para um museu ou algo do tipo. Era no terceio andar que tinha o banheiro da galeria para os clientes, agora o pessoal do museu não deixa a gente usá-lo. Achei que era obrigatório esses estabelecimentos terem banheiro para os clientes. Um furo e no mínimo falta de respeito com os clientes.

4ª parada: Shopping Eldorado! Lá deixamos mais R$ 10,00.

Sinceramente, estou pensando em abrir um estacionamento.

Assim como as bolsas, existe sim um universo colorido também nas botas de inverno. Antes de prosseguir, vou dar uma dica muito importante, nunca use botas brancas e afins, dá impressão que é gesso. Botas brancas só ficam bem nas paquitas, quem, não se lembra das assistentes de palco da Xuxa?

Porém, ainda assim, existe cor nas botas da moda:


Não usaria essa bota azul nem que me pagassem. Vou contar uma coisa para vocês, teve uma época da minha vida que eu era aficcionada por rosa, comprei inclusive um coturno rosa bebe, só consegui usa-lo em festas a fantasia, por isso, cuidado! Gostei da Giambattista Valli!

Outra característica que pudemos encontrar nas botas foram ousadias, usáveis ou não, confiram o que desfilaram para as bandas de lá nos pés das modelos.

Ana Sui veio com ele modelo com pelinhos no cano da bota. Rezo para que sejam fakes. Alexander McQueen arrasou com essa bota de rebites espetados na parte de costas da bota. Givenchy veio com com essa bota maxi peluda, alias ví infelizmente muita pele nos desfiles. Alias, enquando estava em New York passei em frente a um protesto do PETA em frente a Armani da 5ª avenida.


De gosto duvidoso veio essa botinha da Dolce & Gabanna e essa maxi-bota da Louis Vuitton? Preferi, sem dúvidas a Bottega Veneta, ainda assim, não sei se usaria uma dessas.

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Ontem coloquei um post sobre minha coleção de cartões postais aqui no blog. Hoje vou mostrar para vocês uma outra coleção que tenho desde os 15 anos a de fotinhos 3×4. Minha vontade é fazer um painel com fotos de meus amigos bem grande. Dá um trabalhão colecionar essas fotinhos, vivo pedindo para os amigos, mas nem sempre eles tem uma delas disponível para te dar. Preciso do DOBRO de fotos que tenho para finalizar o painel do tamanho que quero e só aceito fotos de pessoas que conheço, para a coisa ficar mais personalizada. Ví na galeria do Rock, aqui em São Paulo, uma loja que tem um painel desses, fiquei morrendo de inveja.

Portanto se você é meu amigo, amiga, parente ou pelo menos me conhece, pode me enviar uma foto sua que eu vou amar. É só pedir meu endereço postal aqui.

Sem sombra de dúvidas a padronagem mais popular para as bolsas da estação que aproxima é a de couro de jacaré. Vimos esse tipo de bolsa em muitos desfiles, porem olhando nas fotos não consiguimos distinguir o que é fake ou original, gostariamos que todas as bolsas imitassem couro, mas não é bem por aí! Nem todas as grifes têm um apelo ecológico e se importam verdadeiramente com os animais. E maioria visa lucros exorbitantes, contando com a ignorância das consumidoras. Daí vai a consciência de cada um.

Seguem algumas bolsas com essa tendência:

Todas preta, preta, pretinha… A da Dior é minha favorita. A da Hermès é luxuria total. Já falamos desse tipo de bolsa nada ecológica aqui.


Adorei o detalhe super discreto da bolsa McQueen, mas preferiria desfilar pos aí com um modelo como o da Gucci.


Também apareceram cores nos jacarés. Gostei bastante do modelo da Carolina Herrera.

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