Blog do Sonho Eterno

Archive for março 2011

Hoje pela manhã ao pegar o elevador para ir ao trabalho, num andar mais abaixo, entrou uma vizinha. Seria uma cena corriqueira, se não fosse por um simples fato, ela era recém casada, ou seja, não morava mais lá na casa de seus pais! Lembro-me dela no dia do casamento, quando nos encontramos no elevador, ela estava em extasie, toda feliz e me disse que aquele seria o seu grande dia. Depois topei com ela e o marido num restaurante nas adjacências de nosso bairro e eles pareciam um casal feliz. Pouco tempo depois, ela estava de volta à casa da mãe, separada. Eu tive o cuidado de reparar se havia alguma aliança em sua mão. Não tinha, aliás, nem sinal dela.

Na hora me comovi, mas obviamente não emiti um comentário sequer, não tenho intimidade para tal. Fiquei triste por constatar como mais um casamento foi absurdamente perecível. Não sei o que aconteceu, só sei que cada dia mais nós acostumamos em depositar nossos relacionamentos em lixos, como se fossem copos descartáveis. E a legislação contribui bastante com essa realidade. Adultério não é mais crime, separar no civil é mais fácil que casar. Eu ainda sou mais do lado dos casamentos indianos, mas indianos de verdade. Instrui-se a fazer uma festa o mais opulenta possível. Sabe para que? Para a pessoa sempre lembrar que é casada, de como foi a festa todas as vezes que pensamentos de “separação” surgir em suas cabeças.

Se casar pensando “se não der certo a gente separa”, então não case, fique na casa dos seus pais. Case pensando “vamos ter que dar certo, o casamento é indissolúvel e teremos que ficar para sempre juntos”, esse é o ponto! O pior são as pessoas que só amigam. Está mais implícita ainda a conivência com uma futura separação. Uma vez li numa revista feminina que casais amigados separam mais do que os casados de verdade. Não percebi essa tendência ainda no meu dia-a-dia, mas pensando pelo lado da tradição indiana, pode haver sim um fundinho de verdade.

Yahoo Notícias 

 RIO – O casamento faz bem para a saúde física e mental de homens e mulheres, mostra um estudo publicado na edição de fevereiro da publicação ‘British Medical Journal’. A edição especial de Valentine’s Day, o Dia dos Namorados do Hemisfério Norte, que acontece dia 14 de fevereiro, traz diversos estudos que mostram que casar – e não apenas morar junto – traz melhoras significativas para a vida do casal.

Na pesquisa mais significativa, os pesquisadores John e David Gallacher, da Escola de Medicina da Universidade de Cardiff, na Grã-Bretanha, descobriram que pessoas casadas vivem mais e têm uma saúde melhor do que os solteiros ou divorciados.

– Tradicionalmente, já existe a ideia de que o casamento faz bem à saúde. Mas como antigamente praticamente todos os adultos eram casados, ficava difícil comprovar a tese cientificamente. Com o aumento de solteiros nos últimos 30 anos, foi possível fazer estas avaliações. O grupo com a maior longevidade, sem dúvida, é o dos casados – afirma Gallacher.

O estudo avaliou a saúde de mais de um milhão de pessoas em sete países europeus. Os casados, segundo os pesquisadores, vivem cerca de 10% a 15% a mais do que aquelas que vivem sozinhas.

A principal hipótese para explicar esta longevidade seria a de que indivíduos bem ajustados gravitam para o casamento, sugerindo que não é o casamento que aumenta a saúde, mas que os indivíduos que escolhem casar já têm uma saúde melhor antes do matrimônio.

Outra teoria é a de que o casamento melhora a qualidade de vida e a convivência em grupo, já que os parceiros passam a ter mais compromissos em família e, por consequência, um maior apoio psicológico. O fortalecimento dos laços afetivos é especialmente benéfico para os homens, que passam a beber menos e evitam comportamentos de risco.

Para os autores da pesquisa, morar junto não é tão bom para a saúde quanto casar. Segundo Gallacher, o estresse da coabitação pode aumentar o risco de diversos problemas de saúde e ainda multiplica as chances do casal se separar após o casamento.

Que eu amo Nova York não é novidade, muito menos minha paixão por festas de casamento. Achei um casamento em NYC cheio de coisas para a gente copiar. Espero que vocês gostem também.

Ao invés do tradicional pó de arroz ou da manjada bolinha de sabão, você pode oferecer aos seus convidados cones de confete, como no da foto. Pode-se comprar confete pronto como os do carnaval, ou comprar aqueles furadores de scrapbook e fazer seus confetes, um pouco mais estilosos.

O buquê com várias espécies de flores ficou lindo e diferente, adorei o detalhe do botão.

Saquinhos rústicos, com as iniciais do casal para levar docinhos para casa, para levar todas as doçuras (abaixo) para casa.

chic ballroom wedding

 O casal de noivos, para constar. Como tem japa em Nova York…

Gosto muito das damas de honra usando o mesmo vestido, gosto ainda mais da noiva combinando com elas.

Adoro esses balões de ar hélio nas festas. Tanto que no meu ultimo aniversário usei e abusei desse recurso.

Fotos daqui.

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Hum, quando ví no no blog Karuna Purna uma receita de Yakissoba Vegetariano, corri para fazer minha versão. Ficou deliciosa, meu irmão falou que foi o Yakissoba mais gostoso que já comeu, verdade ou não, devorou bem uns três pratos.

Ingredientes:

  • 1 pacote de legumes congelados de 300g (com couve-flor, brócolis e cenoura)
  • 1/2 Pimentão vermelho cortado em fatias finas
  • 1/2 vidro de champignon cortado em fatias finas
  • Molho soyo
  • Alho poró picadinho
  • 1/2 xícara de chá de amido de milho
  • Azeite
  • Macarrão para yakissoba (sem ovos)

Preparo:

  1. Descongele os legumes.
  2. Coloque água para ferver para cozinhar o macarrão. O que usei era muito fino, cozinhava em um minuto. Fique ligado para não empapar e o melhor é usar o macarrão al dente.
  3. Frite no azeite o alho poró. Quando ficar um pouco dourado acresecente os outros legumes. Tenha cuidado para colocar primeiro os mais duros primeiro.
  4. Refogue por uns 5 minutos. Enquanto isso, dissolva o amido de milho em 1/2 xícara de água. Acrescente aos vegetais. Coloque shoyo a gosto.
  5. Deixe ferver um pouco e finalmente acrescente o macarrão.

 

Dia desses procurei exustivamente o preço dos pedágios da Fernão Dias, só achei a tarifa anterior que era R$1,10, não lembrava se agora era R$ 1,30 ou R$ 2,30, queria separar o dinheiro dos quatro pedáios que passo daqui de São Paulo até Varginha e não achei nada, por isso resolvi fazer esse post para quem estiver navegando na net com a mesma dúvida que a minha. O preço do automóvel comum é R$1,30.

A foto do painel foi feita em 23/01/2011 e eu não sei até quando o preço se mantém.

Dia desses o pessoal lá do  meu trabalho começou a tirar a decoração natalina e fiz essas fotos. Os enfeites foram confeccionados em papel alumínio vermelho, que no decorrer dos dias virou um laranjinha e em alguns casos um vistoso amarelo. Fiquei impressionada como o papel em tão pouco tempo perdeu tanta cor por conta da luz. Pior, se a iluminação faz isso com o papel num mês, imagina com a sua pele em um ano? Use sempre filtro solar.

 

Comprar cartões aqui no Brasil é um verdadeiro sacrifício, pior, se não for em datas específicas. No dia das mães, no natal, dia dos namorados… a gente até acha cartões felicitando pela comemoração, no entanto, mandar um cartão apenas para fazer uma surpresinha pode ser uma tarefa chatinha. Afinal de contas, o povo tupiniquim não tem o hábito de mandar cartões, não gostam de escrever porque não leem.

Fui a Papel Magia, uma rede de papelarias de shopping e deparei-me com dois displays de metal, daqueles que giram, que não estavam todos cheios. Não encontrei o que procurava. Num display tinha somente um cartão de amor, no outro mostruário era somente aquele cartão com corações em relevo. Precisava de algo mais discreto para enviar por correio.

Depois entrei na livraria Saraiva e as duas prateleirinhas que encontrei lá estavam uma zona só. Tudo misturado. Ou era cartão de personagens como o Garfield, nada contra, mas queria algo mais adulto ou cartões com corações sobressalentes. Optei pela segunda opção. Na verdade eu queria um cartão simples, chapado, maduro, com poucos dizeres só para enviar ao meu namorado, pois amo fazer esse tipo coisa, mostrar amor mantém o romance vivo e sadio, é mais ou menos como regar uma plantinha.