Blog do Sonho Eterno

Archive for the ‘Diário de Viagem’ Category

No final de semana passado fui com minha família, pais, irmão e uma prima, a uma festa de aniversário de outra prima no Rio de Janeiro. Eu já havia feito uma visita a cidade maravilhosa anteriormente, também foi uma passada fast, mas trago boas recordações.

 

Algumas praias da Zona Sul do Rio, como Ipanema e Leblon, lembram a praia de Pitangueiras em Guarujá, cidade que localizada no litoral sul do estado de São Paulo. Ambas têm um calçadão grande, cheio de gente caminhando, se exercitando, do outro lado muitos prédios antigos que se misturam com alguns poucos empreendimentos mais novos. Até o mar é parecido, dando para ver ilhotas e montanhas de pedras dividem uma praia da outra. As ruas secundárias de ambos as praias são arborizadas e cheias de prédios, o que resulta numa sombra quase que constante, aliviando o calorão típico do verão. Claro, o Rio é uma cidade maior, mais cheia de gente e de turistas estrangeiros.

 

Assim como São Paulo, o Rio de Janeiro é uma cidade grande e sofre dos problemas das grandes metrópoles mundiais. Mesmo sendo final de semana, peguei alguns engarrafamentos em diversos pontos da cidade. Ledo engano quem pensa que transito ruim é privilégio de paulista. Lá também está seco, como aqui em São Paulo, há semanas não chove, embora tenha aquele marzão lindo para dar um refresco, ainda assim no horizonte existe aquela faixa cinza que inibe nossa visão alcançar lugares mais distantes. O inexperiente poderia até confundir o cinza da poluição com a neblina, mas não é. E vou confessar uma coisa para vocês, eu fico tensa o tempo todo que estou no Rio. Acho que é por conta do jornalismo policial, que sempre mostra traficantes dominando a cidade, fico com medo de bala perdida, não sei se é real, mas a gente, os paulistas, tem sempre a impressão que o Rio de Janeiro é mais violento que São Paulo.

 

A primeira vez que fui ao Rio, fiquei andando de taxi. Dessa vez, meu pai optou por alugar um carro. A priori fiquei um pouco preocupada, a gente sempre escuta histórias de turistas que entraram num determinado morro e foram executados. Mas não tivemos muitos problemas, levamos um GPS, embora não sabíamos andar na cidade, o GPS quebrou um galho e não tivemos maiores problemas.

 

Visitamos algumas praias dessa vez, Ipanema, Copacabana, Leblon, Barra e uma praia bem bonita em Niterói. A cidade é realmente linda, uma cidade grande que ainda conserva algumas belezas naturais. Mas o que acho discrepante é que a toda hora vemos favelas, como elas ficam nos morros, ou seja, em evidencia. Dá um pouquinho de medo. A primeira vez que fui ao Rio fiquei na casa de uma moça na Tijuca. Um lugar lindo, bem próximo a uma praça bem cuidada e cheia de arvores, mas de noite foi um tiroteio só.

 

Fico triste quando vejo lugares lindos como o Rio, ou até São Paulo, que não é tão bonito assim, sendo degradados. Enfim, o caos está instaurado e parece que não existe interesse em modificar a cidade.

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Estou em debito com vocês, leitores do blog, é verdade. Esse é o primeiro post que escrevo daqui da terra do Tio Sã. Ultimamente tenho preferido atualizar meu twitter, é muito mais rápido, dá prara colocar imagens e eu nem tenho que pensar muito no que escrever… consigo atualizar até pelo celular.

Os dias aqui em New York, como se era de se esperar, tem sido maravilhosos. Mesmo fazendo um frio danado, com temperaturas sempre negativas, mas não é muito problema, porque colocamos muita roupa e curtimos a nossa viagem. Tenho sentido falta do pessoal lá de casa, pai, irmão, dinda e das gatinhas. Um salve para as minhas colegas lá do banco, também tenho saudades de vocês, mas estou adorando muito estar de férias.

Tive um impencilio chato. Há tres dias meu joelho esquerdo começou a doer, não aconteceu nada de diferente, por isso acho que é o frio. Mesmo porque quando estou no quarto do hotel, ou no conforto de uma loja quantinha, ele para de doer. Então, ao final do dia ando mancando muito. Hoje tomei um anti-flamatório, comprei uma joelheira e emplastro para dor local em forma de joelheira e fiquei no quarto do hotel a partir das 18h, vamos ver se a dor passa… se alguém souber algum exercício para aliviar a dor eu agradeço.

 

Para não perder a característica de meu querido diário vamos as fotos dos principais fatos…

Primeiro Dia

Chegamos bem cansadas em NYC, mesmo tendo voado na primeira classe, vindo deitadinhas, ainda não conseguimos dormir 100% do tempo. Eu tenho o sono leve, então os movimentos dos passageiros e o barulho da turbina do avião me atrapalham bastante. No nosso primeiro dia nem fomos procurar um local para tomar café, paramos no Planet Hollywood, que fica bem em frente ao hotel e comemos algo caro e super-calórico, aliás acho difícil achar algo que fuja disso aqui em Manhattan. Os drinques sem álcool de lá são bem gostosos, eu sempre escolho o Banana Rama, que dessa vez mudou de nome e é algo com o nome de Spiderman.

O Planet Hollywood  tem muitas dessas coisas de filme e eles mudam algumas decorações. Esse sapato da Dorothy, de O Mágico de Oz, para mim é novidade. Essas peças usadas em filmes é uma das atrações do local, quem gosta de cinema, super vale a pena. Ví que colocaram também recentemente figurinos do Crepusculo.

Para a minha surpresa, além da já anunciada Forever 21 na Times Square, vai abrir uma loja da MAC. Eu meio que amei mais a MAC do que a F21, não sou muito chegada as roupas de lá, acho muito porcarias e meio mal cortadas, parece lojas Marisa.

Depois desse sofrível café da manhã, fomos para o hotel e já acordamos de noite. De noite, a temperatura estava super agradável, algo em torno de 4 graus positivos e resolvemos andar por aqui.

Nossa primeira foto aqui na Times Square. Com a cara amassada de tanto dormir.

A Times Square estava lotada. Tão cheia quanto a 25 de março na véspera de natal. Isso costuma acontecer por aqui aos finais de semana. Por isso acabamos preferindo jantar num lugar já conhecido em downtown.

Escolhemos o Outback. Tinha fila de espera, para variar como aí no Brasil, tivemos que pegar um pager. Logo na entrada minha mãe e eu fomos paqueradas por dois americanos, mas acabamos mudando de local. Minha mãe acha o maior absurdo ser paquerada, já que ela é uma senhora casada de 50 anos. O Outback fica na Rua 23 e o atendimento nem se compara ao Brasil, somos mais simpáticos e prestativos… e nossos restaurantes são principalmente mais limpos.

Passamos num lugar bem interessante aqui pertinho, o Bryant Park, você pode ser o site do local aqui. Além de ter uma pista de patinação bacana, o clima é agradável, em frente tem uma espécie de feira hippie, cheia de porcariada e coisinhas para comer. Com certeza quero voltar lá mais vezes. Esse parque fica entre a 5a. e a 6a avenida com a rua 42. Pai, se vier para cá, podiamos andar de patins, caso meu joelho melhore.

Gente, nunca mais reclamem dos preços da manicura por aí… sai por R$61,60 e eles não tiram cutículas, ok? E se tinha essa faixa enorme é porque eles estavam achando o preço competitivo, não acham?

O único boneco de neve até o momento, feito de papel. Embora tenha nevado dois dias seguidos, ainda não deu muita neve, e nem sei se vai dar. Buáaaa… eu queria fazer meu boneco, trouxe até pá, coisas para olhos, nariz e braços… hahaha e pior que não é mentira.

Um pouquinho da Macy’s, a maior (e melhor) loja do mundo, para vocês matarem vontade. A decoração de natal dela estava linda a melhor entre as lojas de departamento. Mas hoje eles já começaram a tirar a decoração.

Essa era uma das vitrinas da Macy’s para o natal, cheio de cartinhas para o Papai Noel. Divertido.

Me façam perguntas também no meu FORMSPRING.

No prédio do Banco Central do Brasil em Brasília funciona o Museu de Valores do Banco Central do Brasil, onde podemos ver as moedas de todas as épocas, inclusive as mais raras, de nosso país. Além das moedas em metal, há um inimaginário número de cédulas, tanto as brasileiras como de vários outros países. É impressionante como dos anos 80 e 90 a mudou diversas vezes, eu lembrava de todas as cédulas. Meu pai, bancário, fica fascinado pelo local, eu achei mais ou menos, interessante, mas prefiro ver quadro.

No mesmo local funciona um museu de ouro, tem pepitas não lapidadas, lapidadas, ouro do Brasil todo e do mundo, além da maior pepita já achada. Queria ter só uma barrinha de ouro para fazer umas jóias para mim, ou sair dessa pindaíba…

Ao final da visita, a gente recebe uma moedinha do Banco Central, que eu já perdi e R$600.

Não vai se animando não, porque é tudo triturado!


Também podemos levar um folder de curiosidades e um livreto com todo o conteúdo do museu.

Ainda no Banco Central podemos apreciar uma exposição de Candido Portinari, que na ocasião estava completamente vazia! A exposição começou no dia 18 de agosto de 2009 e fica lá até o dia 27 de junho de 2010. O funcionamento é de terça a sexta das 10h as 17:30h e nos finais de semana das 14h às 18h.

Eles distribuem roteiro de visitação e o folheto da restauração em português, inglês e espanhol. São 15 obras do pintor brasileiro de valor inestimável, até por isso, a segurança estava bastante reforçada. As técnicas do artista na exposição varia entre óleo sobre tela e têmpera sobre tela. Vale muito a pena a visita, principalmente para aqueles que gostam de arte e pintor.

Local: Galeria de Arte do Banco Central
Edifício-Sede do Banco Central do Brasília
SBS – Quadra 3- Bloco B
8º andar – Brasília

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Dicas de uma inexperiente: Brasília é um planalto, venta muito. Eu só levei vestidinhos curtos, mas não é uma boa escolha, acho que meu bumbum ficou a mostra muitas vezes.
Não se esqueça de passar filtro solar, essa dica vale para todos os dias, em qualquer lugar, mas lá é muito quente, o sol é de rachar.
O clima é quente e seco, sendo assim, sempre tenha uma garrafinha de água em mãos para se hidratar. Se morasse em Brasília teria que ter um rinossoro na bolsa para toda hora umedecer o nariz. A gente que vive na terra da garoa, meio que sofre lá. O bom é que as roupas não devem mofar no guarda-roupa como acontece no litoral.
Para entrar no Banco Central você vai precisar mostrar um documento com foto, não deixe de levar.

Acho que todo mundo que via a Brasília quer conhecer o Palácio da Alvorada, a residência oficial do presidente da republica. Comigo não foi diferente, alias, meu hotel estava ao lado, em todas as entradas e saída, sempre via a casa do presidente, mas não tinha nenhuma chance de ver o Lula nem de passagem, já que ele estava fora do país e fica bem pouco por aqui.

O Palácio Alvorada, considerado um ícone da arquitetura moderna brasileira, fica às margens do lago Paranoá, tendo sido o primeiro edifício inaugurado em Brasília, em 30 de junho de 1958, também foi projeto de Oscar Neimeyer. Ele tem um espelho d’água e um enorme gramado verde o que dá uma falsa sensação de assecibilidade a casa do presidente que parece flutuar lá no fundo. O formato diferenciado dos pilares externos da edificação deu origem ao símbolo e emblema da cidade, presente no brasão do Distrito Federal. Tal formato foi, inclusive, largamente copiado em construções populares em todo o país, o que o tornou eventualmente sinônimo de uma estética kitsch quando aplicado em outros contextos.

Não deixem de ver uma das cerimonias da bandeira, as 8h ou as 18h, feita pelos Dragões da Independencia.

O endereço para correspondencias do local é:

SPP
Zona Cívico-Administrativa
Brasília – DF
CEP 70150-903

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Dicas de uma inexperiente:

  • Brasília é um planalto, venta muito. Eu só levei vestidinhos curtos, mas não é uma boa escolha, acho que meu bumbum ficou a mostra muitas vezes.
  • Não se esqueça de passar filtro solar, essa dica vale para todos os dias, em qualquer lugar, mas lá é muito quente, o sol é de rachar.
  • O clima é quente e seco, sendo assim, sempre tenha uma garrafinha de água em mãos para se hidratar. Se morasse em Brasília teria que ter um rinossoro na bolsa para toda hora umedecer o nariz. A gente que vive na terra da garoa, meio que sofre lá. O bom é que as roupas não devem mofar no guarda-roupa como acontece no litoral.


Quem me conhece há pelo menos meia hora sabe o quanto gosto de roupas e ritos cerimoniais, sendo assim, é desnecessário dizer como amei os Dragões da Independência. Não sabia que existia essa espécie de soldadinho de chumbo aqui no Brasil, já tinha visto algo parecido na cada rosada em Buenos Aires, mas choquei quando vi nossos exemplares.

Para quem não sabe, os Dragões da Independência são o 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RCG), é também uma Unidade do Exército Brasileiro. A criação da Unidade remonta a 1808 pelo Príncipe Regente D. João. Com a Independência do Brasil, transformou-se na Imperial Guarda de Honra Dos Mosqueteiros de D. Pedro I (1822-1831), uma curiosidade, eles usam a mesma roupa desde sua criação, salvo pequenas modificações. sigla “PI” (Pedro I), que era usada como tope do capacete, foi substituída por uma estrela, e as Armas do Império, estampadas nos talins, foram substituídas pelas Armas da República. A cor dos penachos dos capacetes, que sofreu alterações também em dias mais atuais, ficou distribuída da seguinte forma:
• o branco é reservado ao comandante do Regimento;
• o verde é utilizado pela fanfarra;
• o amarelo é utilizado pelos oficiais até o posto de subcomandante; e
• o vermelho pelos praças.
A guia nos levou ao Palácio Alvorada e tinha um dragão protegendo a residência do presidente. Na verdade a presença dele é mais simbólica do que tudo, devem ter soldados fortemente armados em todos os lados para proteger o presidente de republica, o dragão é só uma imagem meramente simbólica.

Fui vê-los três vezes. A primeira com a guia, a segunda para vê-los tirarem a bandeira às 18h e a ultima vez às 8h, quando eles ateiam a bandeira. A cerimônia é muito teatral e interessante. Eles fazem cara de mal e batem as botas e faz um ruído interessante, marcham em formação, são tão alinhados, que parece não ter nenhum fio de cabelo fora do lugar. Depois que eles passam, vem um molequecotes do exercito tradicional, e depois de tanta linha dos Dragões, eles parecem desleixados e desarrumados, e acho que são. Dá até medo do fuzil que eles carregam nas mãos. Ui.

O que me chamou a atenção é que, como fui muitas vezes lá, os rostos se tornaram familiares, percebi que o contingente não era muito grande e que em todas às vezes os soldados eram o mesmo. Aqui vem uma dúvida, aonde eles vão após marcharem? O que eles fazem depois das cerimônias das bandeiras? Quem souber me diga.

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Dicas de uma inexperiente:

  • Brasília é um planalto, venta muito. Eu só levei vestidinhos curtos, mas não é uma boa escolha, acho que meu bumbum ficou a mostra muitas vezes.
  • Não se esqueça de passar filtro solar, essa dica vale para todos os dias, em qualquer lugar, mas lá é muito quente, o sol é de rachar.
  • O clima é quente e seco, sendo assim, sempre tenha uma garrafinha de água em mãos para se hidratar. Se morasse em Brasília teria que ter um rinossoro na bolsa para toda hora umedecer o nariz. A gente que vive na terra da garoa, meio que sofre lá. O bom é que as roupas não devem mofar no guarda-roupas como acontece no litoral.

O memorial JK é um espaço dedicado a Juscelino Kubitschek, e foi sem dúvidas o local preferido de mamãe. A entrada é R$4 e é mantido pela família do ex-presidente, por isso o custo. O prédio também foi projeado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 12 de setembro de 1981. No local, encontram-se o corpo de JK, diversos pertences, como sua biblioteca pessoal, e fotos tanto dele como de sua esposa Sarah, roupas da época para fashionista nenhuma botar defeito, como a casaca de JC usado na posse em 1956. Além de apresentar obras projetadas por Athos Bulcão (aquele monte de bola) em sua área externa, um vitral desenhado pela artista Marianne Peretti, que é divinamente linda. Em frente ao prédio, tem um pedestal de Neymeyer junto com escultura de JK de autoria de Honório Peçanha.

Gostaria de ter ficado mais no local, como estava com a guia do city tour tivemos que sair logo de lá. Recomendo muito essa visita. O prédio é lindo e os prentences de JK não tem valor estimado.Cá entre nós, ele era baixinho?

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  • Brasília é um planalto, venta muito. Eu só levei vestidinhos curtos, mas não é uma boa escolha, acho que meu bumbum ficou a mostra muitas vezes.
  • Não se esqueça de passar filtro solar, essa dica vale para todos os dias, em qualquer lugar, mas lá é muito quente, o sol é de rachar.
  • O clima é quente e seco, sendo assim, sempre tenha uma garrafinha de água em mãos para se hidratar. Se morasse em Brasília teria que ter um rinossoro na bolsa para toda hora umedecer o nariz. A gente que vive na terra da garoa, meio que sofre lá. O bom é que as roupas não devem mofar no guarda-roupas como acontece no litoral.

A Praça dos Três Poderes está localizada no eixo munumental em Brasilia. É um amplo espaço aberto entre os três edifícios que representam os três poderes da República: o Palácio do Planalto (Executivo), o Supremo Tribunal Federal (Judiciário) e o Congresso Nacional (Legislativo). Como em quase todos os logradouros de Brasília, a parte urbanística foi idealizada por Lúcio Costa e as construções foram projetadas por Oscar Niemeyer.

Não é uma praça tradicional, não tem árvores e nem bancos, a intenção dos prédios construídos com muitos vidros era que um pudesse ver o outro de dentro do prédio. A vista com Congresso, por exemplo, é linda para o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal.

Na face leste da praça está o Museu Histórico de Brasília, em cuja fachada se pode admirar uma escultura da cabeça de Juscelino Kubitscheck. Na Praça encontra-se ainda o Pombal, uma escultura de Niemeyer, em concreto, encomenda da primeira dama Eloá, mulher do presidente Jânio Quadros. Também na Praça está o Mastro da Bandeira, um monumento de autoria de Sérgio Bernardes de cem metros de altura e que consta no Guiness Book como a maior bandeira hasteada do mundo.


No subterrâneo dessa praça, fica o Espaço Lúcio Costa. Muito se fala de Oscar Niemayer, mas poucos sabem que Lucio Costa de projetou propriamente dita a cidade de Brasília. O espaço foi criado por Niemeyer e inaugurado em 1996 para homenagear Lucio Costa. No local tem uma maquete enorme do Plano Piloto de Brasília, fotos e vídeos relacionados à cidade.

O centro Cultural Três Poderes, que abriga o Museu da Cidade, o Panteão da Liberdade e Democracia e o Espaço Lúcio Costa estão aberto diariamente das 9h às 18h. Maiores informações (61) 3325-6244 / (61)3325-6162

Brasília é tão encantadoramente linda que nunca pensei em conhecer lugares tão bacanas sem pagar nada.

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  • Brasília é um planalto, venta muito. Eu só levei vestidinhos curtos, mas não é uma boa escolha, acho que meu bumbum ficou a mostra muitas vezes.
  • Não se esqueça de passar filtro solar, essa dica vale para todos os dias, em qualquer lugar, mas lá é muito quente, o sol é de rachar.
  • O clima é quente e seco, sendo assim, sempre tenha uma garrafinha de água em mãos para se hidratar. Se morasse em Brasília teria que ter um rinossoro na bolsa para toda hora umedecer o nariz. A gente que vive na terra da garoa, meio que sofre lá. O bom é que as roupas não devem mofar no guarda-roupas como acontece no litoral.