Blog do Sonho Eterno

Archive for the ‘Dicas de Baladas’ Category

 

Para minha festa desse ano a primeira contratação foi o músico, no ano passado não consegui chamá-lo porque sua agenda estava lotada no mes todo de dezembro, agora fui mais feliz. O cantor é o Alexandre Mello, ou Alex Mello, aquele rapaz que vivia animando as festas do Camping Cabreúva, para quem conhece o local.

Alexandre Mello canta e toca violão ou guitarra, e leva a sua banda virtual. Além do que, faz vários tipos de interpretações dançantes até MPB. Como a festa será do Preto e do Branco* em homenagem ao meu Corinthians, já me certifiquei que ele cantará músicas do maior time do Brasil e o melhor, ele é corintiano! Legal, né?
Abaixo um vídeo do cantor.

 

No ano passado minha festa foi do Havaí e contratamos um DJ, que fez uma brincadeira bem divertida no final. E no ano retrasado foi o Nell Filho, com suas músicas dos anos 70, que a galera também adorou.

*Jajá falo mais do tema.

Segunda-feira, véspera do feriado de Tiradentes, alguns amigos e eu saímos para badalar, fazia tempo que isso não acontecia e embora não estivesse verdadeiramente com saudades da night paulistana só queria encontrar alguém em especial. (Esse alguém, por favor, não era namorado ou paquera e sim alguém exótico que não vem ao caso explicar).

Havíamos combinado de ir a D-Edge na Barra Funda, mas quando chegamos lá, pouco após as 1h madrugada, a fila estava quilométrica e para piorar, chovia em São Paulo. Decidimos ir a outro lugar, alguém sugeriu A Loca não conhecia o local, mas desde minha adolescência a fama dali era que o local era um inferninho, como não estava no meu carro resolvi ir sem maiores problemas.

Chegando ao local o primeiro choque cultural foi a recepção, dois homens além de estarem travestidos de mulher eram super mal educados. Gritaram com meus amigos que me esperavam na entrada, disseram que eles não podiam ficar ali até eu ser revistada, sendo que não existia fila alguma para entrar, apenas o mal humor deles. Logo de início já tivemos uma péssima impressão do local, mas era só o começo.

Depois de passarmos pela recepção querida dos travestis, um deles abandonou o posto e veio dançar em nossa frente com um vestido floral horrível, levantava a saia tentando mostrar alguma coisa que podia haver ali debaixo.

Adentramos ao recinto, ainda pude sentir o fedor dos cigarros, achei que havia uma lei na cidade contra o fumo em locais públicos fechados, mas como não existe fiscalização a lei não funciona! Fiquei triste, duas semanas atrás fui ao restaurante América de Alphaville e ainda vi pessoas fumando livremente. É como a lei seca que foi fiscalizada cinco dias, sendo assim os bêbados continuam soltos em seus carros livremente.

A Loca é feia, suja e mal decorada. As paredes são escuras e com uma textura bem estranha. Os freqüentadores são gays e/ou travestis. Meu Deus, o que estou fazendo aqui? Depois de caminhar por uns cômodos e corredores repletos de travestis e gays se beijando loucamente, adentramos a uma pista de dança. Tenho impressão que aquilo deve ser parecido com aquelas micaretas. Alexandre Herchovit discotecava ao som de funk pancadão. Quis chamar a minha mãe. Dei de costas para a pista de dança e vi uns travestis seminus.

Ficamos cerca de cinco minutos no local, logo quisemos sair porque não curtimos o ambiente pesado, sexualmente não diversificado. A Lais disse que éramos as únicas garotas (de verdade) da balada e eu acho que era mesmo. Pedimos para sair sem pagar a taxa de entrada, já que não desfrutaríamos do ambiente. Mas não nos autorizaram, faturaram R$ 118,00 da nossa turma sem o menor esforço. Por isso não recomendo, além do lugar ser ruim, para hetero é deprimente o gerente não esta nem aí com a satisfação dos clientes, só que encher o cofre.

Estava com vontade de sair para dançar, marcamos uma baladinha na Fun House e fomos lá: eu, Guilherme, Daniela e Leo. Chegamos na Fun House já percebi que o ambiente estava estranho, primeiro pelo valor baixo da entrada R$5,00, não que eu goste de pagar uma fortuna para entrar num lugar, mas acho que isso é um fator selecionador. Quando entramos na casa continuamos nos surpreendendo, estava vazio! Lembro-me daquele inferninho lotado e da fila para entrar no banheiro.

Eu e a Daniela comentamos como o local estava mal freqüentado, uma galera com jeito de hippie. Argh! Ali era o local dos moderninhos da cidade e agora assim tão ralé… fomos para a pista de dança e dançamos umas três musicas. Decidimos sentar no sofá. Ficamos ali alguns instantes até que eu vi um rapaz de bermuda incrédula comentei com a Daniela que no mesmo instante me apontou ou cara de moletom, nos levantamos e fomos para o Outs.


Fotos na Fun House:

Por essas e outras que só freqüento lugares finos. Placa na entrada de todos os banheiros da Fun House.

Leo e Guilherme.


Eu e a Dani, momentos antes de ver os indivíduos um de bermuda e o outro de abrigo.
Dani toda faceira após pagar a conta da Fun House íamos para o Outs.

Método para tirar foto de todos, sem pedir a ajuda de ninguém.

Dani, Leo e eu dando um beijão no garoto.

Ele ficou a noite toda assim!

Quando chegamos ao Outs vimos que o local não estava muito bem freqüentado. Ficamos sem saber para onde ir, até que olhamos do outro lado da rua um letreiro escrito Inferno, outra balada de roquinho. Resolvemos entrar lá, mas também não estava legal, ao invés DJ tinha uma banda ao vivo chamada Condessa Safira que segundo meu irmão, fez show ao estilo gincana de piscina. Com muito cerimonial nas participações e avisos, mas com limitação aguda na qualidade sonora. E olha que eu fiz questão de ver a gitarra e baixo da banda, todos Fender a vocalista era um misto de Avril Lavigne e Pitty.
Fotos do caminho ao Outs (que depois virou Inferno)

Eu e a Dani numa pintura de gatinho que encontramos quando descemos a Augusta.

Vimos um pessoal mal arrumado entrando no Outs fomos literalmente para o Inferno.

Gui e Leo.

Sábado passado após a festa de aniversário de uma amiga, fui comemorar um outro aniversário, o do meu primo Christiano. Ele nos chamou para ir num PUB em Pinheiros o Finnegans e fomos em bando: Eu, Edneusa, Fred, Eli, Alzira e Lais.

Claro que não conhecia o pub, meus tipos de baladas acabam às 10h, porque tenho o hábito de acordar cedo, amo caminhar na praia bem cedinho e agora que resolvi surfar… (!) Mas preciso confessar uma coisa, às vezes é bom mudar os hábitos, principalmente para prestigiar uma pessoa especial como um primo.

No pub revi a mãe do Chris, a Rosana, fazia uns 20 anos que não a via, fiquei impressionada como ela estava bonita, jovem e magra! Linda! Também conheci um pouco mais do humor da Renata, a namorada do aniversariante. Sempre me simpatizei com a Renata, mas não sabia que ela era das minhas** – já explico o que isso quer dizer. Antes preciso agradecer o convite do Chris e dizer que embora a gente nem sempre esteja fisicamente próximos (mais nas festas, né?) eu te amo muuuuuito e desejo tudo de bom em sua vida. Quero também dizer que aprovo (hehehe) seu namoro com a Renata, como sou sua prima mais velha (!) deve ouvir meus conselhos.

**Passos Para Conseguir Agrados em Bares e Restaurantes:
Aposte nessas táticas se o atendimento estiver ruim, o ambiente estiver monótono ou você quiser apenas dar umas risadinhas.

Foi tri engraçado. Eu adoro fazer uma esquisitice e fiz! Após alguns instantes no pub percebi que o garçom que nos servia era muito fofoqueiro e curioso, primeiro que ele sempre passava prestando atenção na gente e o ápice foi quando tentou ler um bilhetinho que estava na mão de minha mãe.

1º. Passo: Seduzir

Fiquei com dó do garçom, ele não era daqueles caras com certo valor, então logo pensei que a curiosidade dele estava atrelada a que nunca havia recebido um bilhete de paquera. Com o lema de fazer um feio feliz lhe enviei o bilhete de número 1.

Você é um gato!
Assinado sua(s) admiradora(s) secreta(s)

Ele acharia que quem enviou o bilhete era eu, a Edneusa ou a Lais, as únicas gurias solteiras da festa. Quem entregou o bilhete foi a Renata.

Porém o garçom era mais curioso que poderia imaginar. Ele ficava insistindo para a Renata contar quem era a tal admiradora secreta.

2º. Passo: Enrolar

Fazer charminho e não revelar nunca quem é a fulana, afinal de contas como disse inicialmente ninguém tinha interesse no cara. Então ele fica maluco e muito ansioso. Daí começou chegar os chopes e um bilhete:

Eu te achei muito gatinha.
Assinado seu admirador nada secreto
Antonio*

* Nome fictício para preservar o rapaz.

3º. Passo: Confundir

Não demorou muito para o garçom desconfiar que eu fosse a fall in love. Também eu era a mais risonha e não estava nem aí em dar bandeira. Nesse momento ele passou por mim e tocou a minha mão e eu tirei a minha mão debaixo e então ele falou a Renata que estava confuso. Como a Renata que entregou o bilhete ao rapaz era com ela que ele falava. 

No auge do desespero de descobrir quem era a tal admiradora ele tentava comprar a Renata com produtos do bar, ainda bem que a Renata foi uma ótima cúmplice e não abriu a boca. Não houve problema, mesmo assim chegou uma porção de pasteis. Resolvi enviar o bilhete de numero 2, agora disfarçando a letra:

Os pasteis estavam uma delícia.

Notem, não desfrutei de nada que “ganhamos”não bebo álcool e nem como carne, peixes e ovos.

4º. Passo: Cara de Pau

Nesse momento já estava com remorso, queria apenas fazer uma brincadeira com o rapaz e de repente ele começou a tentar nos agradar. Fiquei mais fechada, com cara de sono… depois de um tempo sai do bar como se nada tivesse acontecido.

O reação veio rápido, enquanto esperava o pessoal para ir embora levei um tombasso no meio da rua, cai com o bumbum no chão e as pernas para o alto. Todos achariam que eu estava bêbada se eu bebesse.

Foi divertida a brincadeira que fizemos com o garçom, não tínhamos a intenção de explorá-lo, mas ele começou querer agradar a possível paquera que acabara de conquistar. Apesar de engraçado, não recomendo!