Blog do Sonho Eterno

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Kelly Slater (amarelo) e Mineirinho(vermelho) saem da água de mãos dadas na Praia da Vila.

É obvio que estava torcendo para Mineirinho ganhar a etapa brasileira do ASP, porém não foi dessa vez! Confesso que me entusiasmei com a vantagem que o brasileiro abriu conta o eneacampeão no início da bateria, porém nos últimos 10 minutos com maestria Kelly levou o premio. Até aí tudo bem, ele é o melhor do mundo, é o Pelé do surfe, então nada mais normal.

A saída dos atletas foi bonita, de mãos dadas e Slater pareceu sempre bem simpático, mesmo quando a torcida o vaiava a cada onda boa que pegava… coisa que achei muito feia, lembrou os Jogos Pan-Americano quando um estádio todinho no Rio de Janeiro vaiou os norte-americanos. Invejinha ou não, ter um atleta do nível de Kelly Slater valoriza a etapa nacional e fazê-lo sentir-se mal talvez não seja uma atitude madura e quiçá inteligente, ou seja, ele pode deixar de vir…

Na hora da entrega dos troféus Mineirinho dedicou o troféu ao público e Slater em sua vez pediu para os presentes gritar “Mineiro”, coisa que achei simpática da parte dele, quando um repórter, não sei o nome estava vendo ao vivo na net, disse que Slater era o número 2 em nossos corações. O surfista norte americano sendo todo querido com a gente e nós só apedrejando o cara. Gente, vamos pensar mais. Eu fiquei com vergonha de ser brasileira mais uma vez.

Pronto falei!


Kelly Slater

O brasileiro Mineirinho enfrentou agora pouco o multi-campeão Kelly Slater. Essa era a final que todos queriam ver desde que foi instituído o WCT em Imbituba e olha que ambos atletas vieram da repescagem. Porém, diferentemente do que aconteceu na final da Copa das Confederações onde o Brasil ganhou dos Estados Unidos, Kelly venceu o Adriano de Souza. O Careca fez 17.94 enquanto Mineirinho conseguiu um 14.67. A bateria começou com vantagem do brasileiro, porém nos minutos finais Slater conseguiu duas notas altas 9.27 e em seguida um 8.67, em ondas emocionantes, com um flooting lindo e manobras perfeitas. Por instante achei que poderia dar certo para o Mineirinho, ma não foi dessa vez…

Kelly Slater que chegou ao Brasil 25ª colocação do ranking e agora esta em 11ª. Mineirinho estava na 5ª colocação e com o vice-campeonato nessa etapa subiu para a 2ª posição e ainda tem chances reais que ser o campeão do ano.

 Esta rolando lá em Santa Catarina, mais precisamente na cidade de Imbituba mais uma etapa do WCT, com a participação da elite do surfe mundial. Até aí muito legal, ficamos felizes em receber um evento desse nível em nossas águas. Infelizmente a cobertura não é das melhores, o Sportv e a ESPN não estão passando as baterias ao vivo e sim recap de jogos de futebol. Então o evento passa numa tv digital que deixa um pouco a desejar, primeiro que não tem vídeos legais para download e segundo, mesmo que se estivermos acompanhando ao vivo temos que ter sorte da câmera estar posicionada na onda, no atleta, porque passam mais a cara dos narradores ou de surfistas dando entrevistas do que o surfe propriamente dito.

Porém o que mais me intriga nesse tipo de evento são os concursos de beleza e como o surfe esta associado a mulheres gostosas e fúteis (da lhe mulheres frutas). Ao abrir uma revista do ramo sempre vemos um close de um bumbum ou de peitos, coisa que a meu ver deveria ficar na VIP ou na Playboy.

Como era de se esperar lá no sul rolou o concurso da musa WCT. Sério, preferia ver uma surfista numa onda a sensualmente desfilando na passarela. Não sei por que os surfistas ligam muito mulher fogosa ao surfe, nessa competição até os surfistas Marlon Lipke, Chris Davidson e Mikael Picon viram jurados de concurso. A vencedora foi à estudante de administração Marina Fagundes, de 20 anos. Indiscutivelmente ela é linda, mas ainda acho que esse tipo de concurso de beleza, como o de misses, diminuem e mulher.

 

A premiação foi domingo passado e contou com a presença da ex-BBB Natália(esquerda na foto) e o ex-surfista profissional Teco Padaratz. A garota do meio é a musa da etapa brasileiro do Circuito Mundial, em Imbituba.

Praia da Vila em Imbituba, Santa Catarina.

Depois de três dias de interrupção, devido o mal tempo, do ASP World Tour em Imbituba, hoje as competições voltaram e o resultado da terceira faze foi o seguinte:

01: Bede Durbidge (AUS) 12.83 x 11.83 Michel Bourez (TAH)

02: Damien Hobgood (EUA) 12.00 x 4.50 Heitor Alves (BRA)

03: Jeremy Flores (FRA) 13.67 x 12.53 Tim Boal (FRA)

04: Adriano de Souza (BRA) 16.53 x 13.87 Greg Emslie (AFR)

05: Bobby Martinez (EUA) 11.00 x 7.10 Tiago Pires (PRT)

06: Dustin Barca (HAV) 13.07 x 10.33 Jordy Smith (AFR)

07: Kekoa Bacalso (HAV) 13.40 x 10.74 Dean Morrison (AUS)

08: Joel Parkinson (AUS) 15.17 x 14.67 Neco Padaratz (BRA)

09: Taj Burrow (AUS) 14.24 x 12.16 Nathaniel Curran (EUA)

10: Tim Reyes (EUA) 14.50 x 12.07 Dayyan Neve (AUS)

11: Kelly Slater (EUA) 15.53 x 10.46 Ben Dunn (AUS)

12: Tom Whitaker (AUS) 11.50 x 7.00 Chris Davidson (AUS) 1

3: C. J. Hobgood (EUA) 16.17 x 9.24 Michael Picon (FRA)

14: Mick Campbell (AUS) 14.90 x 11.10 Josh Kerr (AUS)

15: Mick Fanning (AUS) 11.00 x 3.87 Roy Powers (HAV)

16: Chris Ward (EUA) 13.50 x 10.86 Taylor Knox (EUA)

Kelly Slater comemora melhor resultado do ano.

O maior campeão de todos os tempos Kelly Slater venceu o australiano Ben Dunn no Hang Loose Santa Catarina Pro, com certa vantagem. Fazia tempo que o norte-americano não chegava as oitavas de final do ASP World Tour. O paulista Adriano de Souza, mais conhecido como Mineirinho fez bonito nessa etapa da competição. Mineirinho derrotou o sul-africano Greg Emslie por 16.53 x 13.87 nas boas esquerdas que estão quebrando na Vila. Atualmente ele é o brasileiro mais bem colocado na competição, esta em 5º lugar!

Mineirinho e mais uma vitória para o esporte brasileiro.

Infelizmente os outros dois brasileiros que ainda resistiam na competição também foram desclassificados hoje. Heitor Alves foi derrotado por Damien Hobgood num placar 12.00 x 4.50. Já a derrota de Neco Padaratz perdeu para Joel Parkinson, atual número 1 do mundo, com a diferença de 0,5 ponto. Nada mal contando que o catarinense ficou 6 meses afastado por lesão. Falei no post anterior que seria difícil para ele…

 

Heitor (à frente) e Damien (ao fundo) saindo do mar após segunda bateria do dia

Gente, continuo com dores no braço, sabe Deus quando vou poder surfar…

Hoje na repescagem três brasileiros continuaram na etapa brasileira do WCT. São eles Neco Padaratz, Heitor Alves e Adriano de Souza, mais conhecido como Mineirinho. Respectivamente eles despacharam o brasileiro Gustavo Fernandes, o havaiano Fredrick Patacchia e o sul-africano David Weare. Os brasileiros que não se classificaram na repescagem são Jihad Khodr, Bernardo Pigmeu (desclassificado pelo eneacampeão Kelly Slater), Guga Fernandes e Guilherme Ferreira.

 

Guilherme Ferreira foi convidado pela organização a participar do campeonato por ter sido o campeão do estado de Santa Catarina de Surfe e foi o primeiro brasileiro a surfar. O catarinense perdeu para o norte americano C.J. Hobgood, melhor do mundo em 2001, que fez 13.00 contra os 9.17 de Guilherme . Ainda bem que em outra competição entre Brasil e Estados Unidos, como a final da copa das confederações de futebol de hoje de tarde a equipe brasileira se saiu melhor.


Mineirinho se garante para a próxima fase da etapa.

Na segunda bateria tínhamos o Mineirinho, que venceu sem maiores problemas o atual campeão brasileiro, Gustavo Fernandes. Mineirinho acumulou um 11.84, contra 8.70 de Guga.

 

Na terceira bateria Bernardo Pigmeu não teve sorte, sua bateria era contra o norte americano Kelly Slater, já com as suas pranchas. Como falamos aqui, Slater teve um problema com suas bagagens e chegou à competição somente com a bagagem de mão e acabou competindo com uma prancha emprestada do havaiano Fred Patacchia. Pigmeu demorou em pegar a camiseta da competição, deixando os presentes ansiosos. O resultado foi 13.04 para Kelly Slater e  11.16 pra Bernardo Miranda.


A experiência falou mais alto, Neco Padaratz mandou Fred para casa mais cedo!

Na quarta baterias tivemos Neco Padaratz o quinto brasileiro a cair nas águas geladas de Imbituba e que emocionou a galera na Praia da Vila. Ele disputava contra o havaiano Fredrick Patacchia e dessa vez deu Brasil! Neco conseguiu 13.40 contra 11.90 de Fred Patacchia.

 

Somente na 13ª bateria tivemos mais um brasileiro Jihad Khodr, que enfrentou o aussie Ben Dunn que venceu apenas comum 0.07 de vantagem.


Heitor Alves também se classificou para a próxima fase.

Na ultima bateria tivemos Heitor Alves, que venceu o sul-africano David Weare.

 

As notas da repescagem foram:

1: C.J. Hobgood (EUA) 13.00 x 9.17 Guilherme Ferreira (BRA)
2: Adriano de Souza (BRA) 11.84 x 8.70 Gustavo Fernandes (BRA)
3: Kelly Slater (EUA) 13.04 x 11.16 Bernardo Miranda (BRA)
4: Neco Padaratz (BRA) 13.40 x 11.90 Fredrick Patacchia (HAV)
5: Jordy Smith (AFS) 16.04 x 9.17 Ben Bourgeois (EUA)
6: Nathaniel Curran (EUA) 13.50 x 8.67 Kieren Perrow (AUS)
7: Damien Hobgood (EUA) 15.00 x 10.40 Marlon Lipke (ALE)
8: Jeremy Flores (FRA) 11.60 x 11.16 Phillip MacDonald (AUS)
9: Mikael Picon (FRA) 14.07 x 8.34 Kai Otton (AUS)
10: Greg Emslie (AFS) 13.60 x 11.17 Jay Thompson (AUS)
11: Dean Morrison (AUS) 11.57 x 8.93 Nic Muscroft (AUS)
12: Roy Powers (HAV) 12.43 x 12.20 Aritz Aranburu (ESP)
13: Ben Dunn (AUS) 9.67 x 9.60 Jihad Khodr (BRA)
14: Tiago Pires (POR) 13.00 x 12.77 Dane Reynolds (EUA)
15: Dustin Barca (HAV) 13.70 x 12.77 Drew Courtney (AUS)
16: Heitor Alves (BRA) 10.57 x 5.84 David Weare (AFS)

Agora tem mais uma terceira fase classificatória. Fiquei na mental porque o nosso  Neco Padaratz enfrentará o australiano Joel Parkinson, primeiro lugar no campeonato até o momento e já twittou que esta todo tranquilão. Vamos torcer por um bom desempenho do brasileiro que entrou como convidado na etapa, no lugar do norte-americano Gabe Kling, que desistiu de vir ao Brasil por conta de uma lesão.

 

Heitor Alves pega o norte-americano Damien Hobgood na próxima fase, e planeja fazer com Damien como a seleção brasileira fez com a norte-americana. Heitor perdeu para o Hobgood em Gold Coast e disparou: – Futebol não é muito a minha praia, mas a verdade é que eu estou ansioso para esse Brasil x Estados Unidos no surfe. Perdi para o Damien na Gold Coast. Não vou deixar barato.Então vamos com tudo para cima deles!

 

No mais estou com toda vibe para o Mineirinho, que esta em 5º lugar na classificação geral e é o brasileiro mais bem colocado no WCT.

 

A terceira fase segue assim:

1. Bede Durbidge (AUS) x Michel Bourez (TAH)
2. Damien Hobgood (EUA) x Heitor Alves (BRA)
3. Jeremy Flores (FRA) x Tim Boal (FRA)
4. Adriano de Souza (BRA) x Greg Emslie (AFS)
5. Bobby Martinez (EUA) x Tiago Pires (POR)
6. Jordy Smith (AFS) x Dustin Barca (HAV)
7. Kekoa Bacalso (HAV) x Dean Morrison (AUS)
8. Joel Parkinson (AUS) x Neco Padaratz (BRA)
9. Taj Burrow (AUS) x Nathaniel Curran (EUA)
10. Dayyan Neve (AUS) x Tim Reyes (EUA)
11. Kelly Slater (EUA) x Ben Dunn (AUS)
12. Tom Whitaker (AUS) x Chris Davidson (AUS)
13. CJ Hobgood (EUA) x Mikael Picon (FRA)
14. Mick Campbell (AUS) x Josh Kerr (AUS)
15. Mick Fanning (AUS) x Roy Powers (HAV)
16. Taylor Knox (EUA) x Chris Ward (EUA)

Assim como Kelly Slater (foto), nenhum brasileiro foi classificado e estão na repescagem. Segue abaixo as baterias da repescagem:
01: C. J. Hobgood (EUA) x Guilherme Ferreira (BRA)

02: Adriano de Souza (BRA) x Gustavo Fernandes (BRA)
03: Kelly Slater (EUA) x Bernardo Pigmeu (BRA)
04: Fredrick Patacchia (HAV) x Neco Padaratz (BRA)
05: Jordy Smith (AFR) x Ben Bourgeois (EUA)
06: Kieren Perrow (AUS) x Nathaniel Curran (EUA)
07: Damien Hobgood (EUA) x Marlon Lipe (ALE)
08: Jeremy Flores (FRA) x Phillip MacDonald (AUS)
09: Kai Otton (AUS) x Michael Picon (FRA)
10: Jay Thompson (AUS) x Greg Emslie (AFR)
11: Dean Morrison (AUS) x Nic Muscroft (AUS)
12: Aritz Aranburu (ESP) x Roy Powers (HAV)
13: Jihad Khodr (BRA) x Ben Dunn (AUS)
14: Dane Reynolds (EUA) x Tiago Pires (POR)
15: Drew Courtney (AUS) x Dustin Barca (HAV)
16: Heitor Alves (BRA) x David Weare (AFR)

 

Acompanhe abaixo os resultados da primeira fase.
01: Tim Boal (FRA) 12.66, Greg Emslie (AFR) 8.07, Jordy Smith (AFR) 6.10
02: Josh Kerr (AUS) 15.83, Fredrick Patacchia (HAV) 14.83, Mikael Picon (FRA) 13.10
03: Bobby Martinez (EUA) 14.33, Jihad Khodr (BRA) 12.50, Phillip MacDonald (AUS) 5.53
04: Tim Reyes (EUA) 10.17, Kelly Slater (EUA) 9.70, Marlon Lipke (ALE) 8.07
05: Mick Fanning (AUS) 16.43, Aritz Aranburu (ESP) 12.53, Nathaniel Curran (EUA) 7.20
06: Bede Durbidge (AUS) 14.00, Dean Morrison (AUS) 12.23, Ben Bourgeois (EUA) 7.17
07: Kekoa Bacalso (HAV) 13.40, Neco Padaratz (BRA) 10.60, Adriano de Souza (BRA) 8.83
08: Joel Parkinson (AUS) 16.00, Kai Otton (AUS) 10.37, Guilherme Ferreira (BRA) 6.70
09: Taj Burrow (AUS) 14.47, Jay Thompson (AUS) 13.57, Gustavo Fernandes (BRA) 9.86
10: Dayyan Neve (AUS) 12.70, C. J. Hobgood (EUA) 11.23, Bernardo Pigmeu (BRA) 8.00
11: Tom Whitaker (AUS) 13.86, Dane Reynolds (EUA) 13.50, Nic Muscroft (AUS) 10.07
12: Michel Bourez (TAH) 13.50, Kieren Perrow (AUS) 13.37, Drew Courtney (AUS) 10.64
13: Taylor Knox (EUA) 10.93, Roy Powers (HAV) 10.00, Heitor Alves (BRA) 9.70
14: Chris Ward (EUA) 13.77, Ben Dunn (AUS) 13.20, Damien Hobgood (EUA) 9.37
15: Chris Davidson (AUS) 15.17, Jeremy Flores (FRA) 14.00, Tiago Pires (POR) 10.70
16: Mick Campbell (AUS) 14.44, David Weare (AFR) 10.10, Dustin Barca (HAV) 9.70

 

Ai, vou jantar fora!

Kelly Slater chegou atrasado a Imbituba, e com a prancha emprestada do havaiano Fred Patacchia, disputou a primeira fase da etapa brasileira do Circuito Mundial. Slater foi derrotado esse ano em quatro baterias das cinco que competiu esse ano e hoje no mar voltou a decepcionar. Kelly tirou uma nota 1,00 e uma nota 2,50. Só na metade da bateria conseguiu 6,83, numa direita cheia de rasgadas. Assumiu a ponta. Logo depois, seu compatriota Tim Reyes ameaçou. Com 5,67 (já tinha um 4,50), tirou o primeiro lugar de Slater. O campeão passou a precisar de 3,34. Não conseguiu. Saiu da água, novamente correndo para driblar a multidão de fãs que o aguardava na areia.

Porém nem tudo esta perdido, o surfista disputará uma repescagem, resta saber se será com sua prancha ou não!  

As notas que já sairam da primeira fase são estas:

1: Tim Boal (FRA) 12,66, Greg Emslie (AFS) 8,07, Jordy Smith (AFS) 6,10
2: Josh Kerr (AUS) 15,83 Fredrick Patacchia (HAV) 14,83 Michael Picon (FRA) 13,10
3: Bobby Martinez (EUA) 14,33 Beats Jihad Khodr (BRA) 12,50, Phillip MacDonald (AUS) 5,53
4: Tim Reyes (EUA) 10,17, Kelly Slater (EUA) 9,70, Marlon Lipke (ALE) 8.07
5: Mick Fanning (AUS) 16,43, Aritz Aranburu (ESP) 12,53, Nathaniel Curran (EUA) 7.20
6: Bede Durbidge (AUS) 14,00, Dean Morrison (AUS) 12,23, Ben Bourgeois (EUA) 7.17
7: Kekoa Bacalso (HAV) 13,40, Neco Padaratz (BRA) 10,60, Adriano de Souza (BRA) 8,83
8: Josh Kerr (AUS) 15,83, Fredrick Patacchia (HAV) 14,83, Michael Picon (FRA) 13,10

Infelizmente o estreante Kekoa Bacalso desbancou dois brasileiros o Neco Padaratz e Adriano de Souza, uma pena!

Começou agora pouco as 8:15h, na Praia da Vila, em Imbituba, Santa Catarina a etapa brasileira do ASP World Tour. A abertura do dia do Hang Loose Santa Catarina Pro foi com ondas de até 2 metros de altura, ainda bem que mudaram o mês da etapa Brasil, antes era na primavera, época onde as ondas estão pouco menores.

Boa sorte para todos os surfistas profissionais e uma vibe especial para os brasileiros.

Aqui vão as baterias da primeira fase da competição:

Bateria 1: Jordy Smith (ZAF), Tim Boal (FRA), Greg Emslie (ZAF)
Bateria 2: Fredrick Patacchia (HAW), Josh Kerr (AUS), Michael Picon (FRA)
Bateria 3: Bobby Martinez (USA), Jihad Khodr (BRA), Phillip MacDonald (AUS)
Bateria 4: Kelly Slater (USA), Tim Reyes (USA), Marlon Lipke (DEU)
Bateria 5: Mick Fanning (AUS), Aritz Aranburu (EUK), Nathaniel Curran (USA)
Bateria 6: Bede Durbidge (AUS), Dean Morrison (AUS), Ben Bourgeois (USA)
Bateria 7: Adriano de Souza (BRA), Kekoa Bacalso (HAW), Neco Padaratz (BRA)
Bateria 8:
Joel Parkinson (AUS), Kai Otton (AUS), Guilherme Ferreira (BRA)
Bateria 9: Taj Burrow (AUS), Jay Thompson (AUS), Gustavo Fernandes (BRA)
Bateria 10:
C.J. Hobgood (USA), Dayyan Neve (AUS), Bernardo Miranda (BRA)
Bateria 11: Tom Whitaker (AUS), Dane Reynolds (USA), Nic Muscroft (AUS)
Bateria 12: Kieren Perrow (AUS), Drew Courtney (AUS), Michel Bourez (PYF)
Bateria 13: Taylor Knox (USA), Heitor Alves (BRA), Roy Powers (HAW)
Bateria 14: Damien Hobgood (USA), Chris Ward (USA), Ben Dunn (AUS)
Bateria 15: Jeremy Flores (FRA), Chris Davidson (AUS), Tiago Pires (PRT)
Bateria 16: Mick Campbell (AUS), David Weare (ZAF), Dustin Barca (HAW)

Kelly Slater é o maior campeão de todos os tempos. Joel Parkinson é o primeiro colocado até o momento na competição, contando as fases que aconteceram em outros países. Os de verde são os brasileiros na competição.

 

Sábado ocorreu o mar ficou agitado no litoral sul de São Paulo, resultado de um ciclone extratropical que está no oceano. As ondas de chegaram a três metros de altura estão provocaram estragos em algumas cidades da baixada santista. Não vi sequer um surfsta herói louco na água.

Domingo o mar recuou em Guarujá e deu para aproveitar a praia. As famílias correram cedo para a areia e colocaram seus guarda-sóis, casais dividiam a mesma esteira no chão e surfistas aproveitavam ondas grandes, do finalzinho da ressaca de sábado. A água estava um pouco gelada, embora o dia estivesse quente e ensolarado, poucos aproveitavam para se banhar nas águas das Pitangueiras. Delírio para os surfistas, que não precisavam desviar do banhista desavisado somente prestar atenção com o colega que poderia lhe levar a onda. Sabe uma coisa que não entendo? Porque os surfistas brigam por ondas? O mar nunca pára! Tem para todo mundo, vai cuidado!

Arrisco a dizer que no finzinho da tarde, em Pitangueiras, as ondas chegavam a 1,5 ou mais, digo isso porque a onda era mais alta que o surfista. Um rapaz teve muita dificuldade para passar a arrebentação de pé, em sua prancha remando… era um caldo atrás do outro. Não tirei os olhos doutro com bermuda amarela, ele estava pirando nos aéreos e um cara que estava no mesmo ponto, ao meu lado, estava tão atônito como eu.

Queria eu ter a capacidade de me jogar no mar e desfrutar dos ondões, mas não, sou aprendiz e quando o mar esta assim torno-me uma completa observadora do morro do Maluf, ainda preciso da calmaria e de ondas baixas, ainda mais com um verão todo longe do mar…

 

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Semana passada ganhei essa bolsinha de mão da Edneusa, na embalagem sugeria que era para levar IPods, máquina fotográfica ou celular. Achei ótimo para levar a praia com um dinheirinho e um celular (ou máquina fotográfica). O Guarujá anda tão violento que qualquer coisa diferente seria muito perigoso e arriscado. Na mão levo uma canga (para forrar minha cadeira) e um borrifador de água (para me refrescar com água potável). Super aconselho levar uma coisa pequena dessas a praia, principalmente quem freqüenta o litoral de São Paulo. Coisas de valor deixe nem casa ou no porta-malas do carro.


Olha a vista do meu apartamento que linda.

Hoje não deu praia aqui em Guarujá. A faixa de areia esta toda coberta pela água e o mar enressacado. Não tem um surfista nas águas das Pitangueiras. Um casal de amigos, Camila e André vieram nos visitar, mas acabaram fazendo uma passagem bem rapidinha pela cidade, porque ela queria pegar uma corzinha e aqui não tinha areia. Ai ai ai ui ui.



André, Debora e Camila na praia das Pitangueiras.

Um fato interessante aqui em Guarujá, especialmente na minha rua é a quantidade de morador de ruas. Flagrei um cara dormindo no banco (repare nas setas pretas) enquanto estava em meu apartamento testando a minha lente nova da câmera para longe. Depois quando desci para a praia, já com a câmera portátil (por isso a diferença da qualidade das fotos) flagrei o mendigo sendo capturado pela guarda local. Minha tia Terezinha foi perguntar para onde eles seriam levados e o guarda explicou que era para um albergue. Infelizmente se não ficar um policial aqui, os moradores de rua voltam rapidinho, a rua é arborizada e cheio de bancos.

Pelo que vi, nenhum dos moradores de rua foram mal tratados, apenas tirados da rua. Eles dão medo na gente e nos turistas… fora que alguns fazem pequenos assaltos e baixarias nas ruas, já até falei disso aqui.

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Para descontrair, comprei duas lembrancinhas para duas amigas minha. A Juliana esta numa fase de usar florzinhas no cabelo, eu tenho várias floreinhas dessa, comprei duas pequenininhas para ela e uma para outra amiga, a Fernanda, que se não ganhar presente fica toda enciumada.


A Juliana é uma morena bonita, por isso prefiro cores quentes, enquanto a Fernanda é loira, acho que azul claro e verde água fica perfeito com esse tipo de cor de cabelo.

Daqui a pouco a Lineu, a Fernanda e os pais dela chegam para o almoço de sábado de aleluia aqui em Guarujá.