Blog do Sonho Eterno


Você já reparou que se uma pessoa vai para a cidade de Praia Grande, localizada no litoral sul de São Paulo e famosa pelos visitantes farofeiros e de baixo poder aquisitivo, ela diz simplesmente “vou pra praia”. Se a mesma pessoa for para Bertioga, uma cidade considerada “mais elitizada” ela diz “vou pra Riviera. Fazendo uma alusão a um bairro chic do local.

Eu já reparei nisso!

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A primeira vez que minha tia fez essa geleia aqui em casa foi um sucesso, agora ela vive preparando-a para o nosso desfrute.

Ingredientes:

  • 2 pimentões bem vermelhinhos;
  • 2 colheres de sopa de açúcar;
  • ½ copo de água.

Preparo:

  1. Cortar os pimentões e retirar toda a semente.
  2. Bater os pimentões no liquidificador com a água.
  3. Levar o açúcar ao fogo e queimá-los, depois colocar o suco dos pimentões.
  4. Deixar cozinhar até secar praticamente toda a água e a geléia tomar consistência.

 

Servir com queijo branco ou cream cheese.

Como viajo demais, esses dias estava ponderando na possibilidade de instalar o Sem Parar em meu carro. Meu pai tem esse mecanismo e parece estar satisfeito, embora uma vez a chancela não abriu e passamos o maior apuro.

No entanto, pensei nos benefícios, quando a fila do pedágio não é muito grande, a gente passa mais rápido. É mais seguro, se pensarmos que não vamos ter que parar o carro completamente (exceto caso haja algum problema técnico e fica perigoso até baterem na nossa traseira, já vi meu pai freando bruscamente), porém não parar reduziria a possibilidade de sermos vítimas de assalto. Embora teria que pagar uma mensalidade de pouco mais de R$10, o que acho inclusive um absurdo, pois estou economizando um funcionário até pagaria se fosse fanhar em tempo. No entanto, esse final de semana vivenciei que não vale a pena instalar tal mecanismo.

Peguei uma fila praticamente interminável próximo ao pedágio de Mairiporã, voltando de Minas para São Paulo no último final de semana. Todos, detentores de sem parar ou não estavam no congestionamento enorme… na verdade, o sistema é bastante falho, caso não exista uma rodovia adequada para o fluxo de veículos. Por isso, ainda não vou instalar o Sem Parar, pois ele só evita filas pequenas, e se tiver uma filinha apenas, eu não me importo em esperar.

Outro problema que vejo são os rateios. Se viajarmos com mais pessoas sempre pagaremos o pedágio (e até o estacionamento do shopping), assim reduziria o número de pessoas que nos ajudam com essas pequenas despesas.

No final do ano passado ganhei uma cesta de natal bem bonita de uma empresa que presta serviços para o local onde eu trabalho. Dentre todos os itens havia um vidrinho com um produto chamado “coração de alcachofra”, o qual desconhecia completamente o seu uso. Criei uma receita simples, mas muito gostosa. Minha mãe diz que é sua comida preferida de todo o mundo, minha futura sogra aprovou e pediu para eu fazer mais de uma vez em sua casa (e já até repetiu a receita sozinha), meu irmão é capaz de comer ½ quilo sozinho, meu namorado sempre repete, até meu primo Leo que é avesso a gulodices comeu mais de um prato.

 

Ingredientes:

  • 1 lata ou vidro de coração de alcachofra picado grosseiramente
  • 1 lata ou vidro de palmito cortado em rodelas
  • 1 lata de creme de leite light (eu acho o creme de leite muito calórico, por isso, prefiro poupar um pouquinho);
  • 1cebola picadinha;
  • 2 colheres de chá de pasta de alho (pode usar dois dentes de alho no local);
  • 1 pacote de macarrão de 500g (eu uso o Barilla, acho mais gostoso);
  • Azeite;
  • 1/2 xícara de azeitonas;
  • Um punhado de salsinha picadinha;
  • 2 caldo de legumes (daqueles que tem menos sal).

 

Preparo:

  1. Cozinhe o macarrão normalmente, ou seja, coloque água para ferver numa panela grande e funda, que pode se rum caldeirão. Quando a água ferver, acrescente um fio de óleo, sal e a massa. Mexa de vez enquando para não grudar. Observe o tempo de cozimento da massa na caixa do macarrão. Atente que o tempo de cozimento pode variar de acordo com o seu fogão e seu gosto.
  2. Quando o macarrão já estiver cozido e escorrido, começo a fazer o “molho” pois é muito rápido. Em uma frigideira grande cubro o fundo com o azeite. Frito primeiro o alho com o caldo de legumes  e depois acrescento a cebola. A cebola tem muita água, se colocamos junto com o alho, o alho não frita direito.
  3. Feito isso, coloco os corações de alcachofra, palmito e azeitonas. Refogo um pouquinho. Acrescento a massa e a salsinha, misturo e abaixo o fogo (ou desligo) e finalmente coloco o creme de leite, mexendo bem para ficar por igual. Não se pode cozinhar o creme de leite se não ele estraga.

Algumas mulheres aceitam a pequeneza de serem amantes de homens comprometidos, não sei se é por falta de amor próprio ou até completo desespero, no entanto o fato é que cada vez é mais comum pessoas que se propõe a relacionamentos extraconjugais. O meu medo é da gente se habituar tanto com o fato que daqui a alguns anos vamos até considerar ter amante como uma coisa normal e aceitável.

Conversando com algumas amigas, que são ou foram amantes, eu nunca fui, que fique bem claro e nunca aceitaria ser, descobri que algumas inverdades são bastante corriqueiras no mundo do homem que traí, não se iluda quando ouvir:

 

Quando ele disser… Ele quis dizer…
Eu e minha esposa não nós amamos mais. Dá para mim?
Eu e minha esposa não temos nada na cama. Dá logo para mim?
Você é a minha única mulher. Vamos para a cama?
Eu estou muito carente. Conheço um motel ótimo, vamos lá?
Você é perfeita, o tipo de mulher que escolheria para casar. Vamos para um lugar mais ermo?
Eu vou largar minha esposa em breve, o problema são meus filhos. Quero comer você com mais freqüência.

 

Por isso, quando seu amante disser alguma das frases acima, não se iluda, ele só quer jambrar com você fixamente ou eventualmente. Valorize-se mulher!

Hoje pela manhã ao pegar o elevador para ir ao trabalho, num andar mais abaixo, entrou uma vizinha. Seria uma cena corriqueira, se não fosse por um simples fato, ela era recém casada, ou seja, não morava mais lá na casa de seus pais! Lembro-me dela no dia do casamento, quando nos encontramos no elevador, ela estava em extasie, toda feliz e me disse que aquele seria o seu grande dia. Depois topei com ela e o marido num restaurante nas adjacências de nosso bairro e eles pareciam um casal feliz. Pouco tempo depois, ela estava de volta à casa da mãe, separada. Eu tive o cuidado de reparar se havia alguma aliança em sua mão. Não tinha, aliás, nem sinal dela.

Na hora me comovi, mas obviamente não emiti um comentário sequer, não tenho intimidade para tal. Fiquei triste por constatar como mais um casamento foi absurdamente perecível. Não sei o que aconteceu, só sei que cada dia mais nós acostumamos em depositar nossos relacionamentos em lixos, como se fossem copos descartáveis. E a legislação contribui bastante com essa realidade. Adultério não é mais crime, separar no civil é mais fácil que casar. Eu ainda sou mais do lado dos casamentos indianos, mas indianos de verdade. Instrui-se a fazer uma festa o mais opulenta possível. Sabe para que? Para a pessoa sempre lembrar que é casada, de como foi a festa todas as vezes que pensamentos de “separação” surgir em suas cabeças.

Se casar pensando “se não der certo a gente separa”, então não case, fique na casa dos seus pais. Case pensando “vamos ter que dar certo, o casamento é indissolúvel e teremos que ficar para sempre juntos”, esse é o ponto! O pior são as pessoas que só amigam. Está mais implícita ainda a conivência com uma futura separação. Uma vez li numa revista feminina que casais amigados separam mais do que os casados de verdade. Não percebi essa tendência ainda no meu dia-a-dia, mas pensando pelo lado da tradição indiana, pode haver sim um fundinho de verdade.

Yahoo Notícias 

 RIO – O casamento faz bem para a saúde física e mental de homens e mulheres, mostra um estudo publicado na edição de fevereiro da publicação ‘British Medical Journal’. A edição especial de Valentine’s Day, o Dia dos Namorados do Hemisfério Norte, que acontece dia 14 de fevereiro, traz diversos estudos que mostram que casar – e não apenas morar junto – traz melhoras significativas para a vida do casal.

Na pesquisa mais significativa, os pesquisadores John e David Gallacher, da Escola de Medicina da Universidade de Cardiff, na Grã-Bretanha, descobriram que pessoas casadas vivem mais e têm uma saúde melhor do que os solteiros ou divorciados.

– Tradicionalmente, já existe a ideia de que o casamento faz bem à saúde. Mas como antigamente praticamente todos os adultos eram casados, ficava difícil comprovar a tese cientificamente. Com o aumento de solteiros nos últimos 30 anos, foi possível fazer estas avaliações. O grupo com a maior longevidade, sem dúvida, é o dos casados – afirma Gallacher.

O estudo avaliou a saúde de mais de um milhão de pessoas em sete países europeus. Os casados, segundo os pesquisadores, vivem cerca de 10% a 15% a mais do que aquelas que vivem sozinhas.

A principal hipótese para explicar esta longevidade seria a de que indivíduos bem ajustados gravitam para o casamento, sugerindo que não é o casamento que aumenta a saúde, mas que os indivíduos que escolhem casar já têm uma saúde melhor antes do matrimônio.

Outra teoria é a de que o casamento melhora a qualidade de vida e a convivência em grupo, já que os parceiros passam a ter mais compromissos em família e, por consequência, um maior apoio psicológico. O fortalecimento dos laços afetivos é especialmente benéfico para os homens, que passam a beber menos e evitam comportamentos de risco.

Para os autores da pesquisa, morar junto não é tão bom para a saúde quanto casar. Segundo Gallacher, o estresse da coabitação pode aumentar o risco de diversos problemas de saúde e ainda multiplica as chances do casal se separar após o casamento.