Blog do Sonho Eterno

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Amiga, I love you!

O mundo é feito de alguns momentos extremamentes doces, não é mesmo? Hoje recebi uma carta (em inglês) e um postal da minha amiga linda Eline. Fiquei tão orgulhosa de ver que a Nini em pouco tempo que esta morando na terra dos cangurus já evoluiu tanto em inglês…

Só vou compartilhar com vocês a foto da praia onde ela vive, bonita né? Tão azul… tenho impressão que o litoral do Brasil é mais verdinho… Adorei o postal, não sei se sabe, mas estou numa onda de colecionar postais, sendo assim, veio muito a calhar.

Linda, obrigada pela surpresa, adoro a sua amizade, mesmo longe, saiba que te amo e te admiro muito! Espero que curta todos os seus momentos aí, conheça coisas novas, viva experiências inéditas, porém quero muuuuuito que você volte… e logo.

Escrevo esse post enquanto na tevê passa o último capítulo de Caminho das Índias, lembra dessa novela?

O que é mais gostoso que ganhar um presente no seu aniversário ou natal? É ganhar um presente num dia nada a ver que você não esta esperando nada! Hoje chegou um sedex para mim e para minha surpresa tinha um presente muito especial, um cartão postal (coisa que coleciono) e um pingente lindo nava ratnarg que é um protetor forte e eu já estou usando.

Quem me deu foi à amiga Gopi, trouxe de sua viagem maravilhosa a Índia. Ai como é bom ter amigos para nos mimar, para dar presentes fora de época, conversar no MSN (se bem que desde que me deu surto de tendinite não entro no MSN, atualizar isso daqui já é um problema, embora tenha entradas automáticas, que escrevi há um tempo atrás até o início de julho). É bom ter amigos para a vida ser mais feliz e preenchida, para dormir aqui em casa comigo quando todos foram curtir férias maravilhosas em New York. Obrigada a todos vocês que faz meus dias mais completos e especiais.

Não fui a única presenteada do dia, Kessy e Magali ganharam bandanas da vovó. Eu vou nessa, tive um dia cheio… não fui trabalhar porque estou de licença, então ajudei minha mãe a comprar roupas para levar para a sua viagem, passei o dia no shopping (em varios shoppings), comprei mais roupas para usar no trabalho… como dôo muita roupa, tenho sempre que repor coisas novas e fashions.


Deixa eu ir nessa, já estou até extrapolando o meu limite de digitar, e olha que só estou usando o coitado do braço esquerdo.

Sabe uma das coisas que mais prezo na vida? São meus amigos, mas quando falo de amigos, falo daqueles com “A” MAIÚSCULO, não aqueles que são meus amigos porque tenho casa na praia, porque paqueram meu primo, por exemplo. Eu prezo aqueles que gostam de mim, simplesmente por mim e olha que não é muito fácil. Tenho o censo de justiça muito aflorado, sou debochada, mimada e às vezes completamente maluca. Porém ainda há um grupinho de insanos que gostam de mim, esses são meus amigos reais, aqueles que encontro com certa freqüência, que conheço pessoalmente, que já tomei um sorvete junto. Aqueles que me vem me ver quando estou triste e que quando sentem saudades, não resolve o problema apenas com um recado no Orkut, aliás, odeio parabéns pelo Orkut.

Ontem foi um dia bastante especial. Meus amigos e eu fomos andar de patins no gelo, para a maioria uma experiência inédita. Quando chegamos lá, com exceção da Fernanda, todos desistiram de andar nos patins e se não fosse pelo berreiro que ela fez, não teríamos patinado! Foi divertido, a Fernanda e o Lineu andaram bem. Já a Cintia até levou um tombo. A Lindy foi melhor que a Cris e eu pior que as duas.

 

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Fernanda, Debora, Lindy, Cris, Lineu e Cintia

Falando em amigos, quero prestar uma singela homenagem a minha CEREJA. Minha amiga querida, minha amiga que me faz rir e que me fala sobre Krishna. Minha amiga, boa amiga, ótima mãe e uma devota maravilhosa cantadora de japa! Nesta foto minha amiga (e eu por tabela porque desejo tudo de bom para ela) estava vivendo um momento maravilhoso e parafraseando uma frase dela um homem pode mudar a sua vida, um devoto o seu destino. Há muito tempo não via a minha amiga tão bem e tão feliz.

 

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Enjoy your life with friends!

Estou em contagem regressiva para minha viagem a Nova York, isso me inspira só escrever textos sobre a terrinha que viu o Ramones nascer. Que saudades… mas venho confessar que nem tudo são flores, sabe o que mais irrita? São as pessoas fazendo suas listinhas de compras e pedindo para eu comprar para elas. Ok! Pode me chamar que egoísta, mas existe uma coisa simples que se chama limite! Eu posso levar (e trazer) duas malas grandes e com um determinado peso. Mais do que isso, pago pelo excesso de bagagem. A gente pode trazer legalmente para o país, sem pagar imposto 500 deletas, se eu trouxer coisas para você, for pega, quem vai pagar o prejuízo?Outro fator importantíssimo é o limite do cartão de crédito e o meu é muito muito muito curto! Sendo assim se eu comprar um nike (perfume, i-phone ou Victoria’s Secret) para você, posso não tem grana para o almoço. Fato! Outro limite que existe é o do free-shop 500 doletas. Meu pai compra todo o limite que temos em vinho e não importa se ele tem vinho suficiente para um ou dois anos, o problema é que ele me deu a viagem então ele tem todo o direito em usar a minha passagem para o seu uso, não acha? Esse ano estou mais hard do que os outros e todas as pessoas que me pedirem coisinhas já informei que me trouxesse em dólares o valor do produto, até agora não vi nenhuma verdinha nas minhas mãos. O mais sensato é que as pessoas comprem seus produtos em suas viagens, nunca pedi isso para ninguém, porque precisam pedir para mim? Nunca me trouxeram nada e eu nem nunca pedi, to ensinando vocês pelo meu exemplo.

Para dar aquela variada no final de semana fui para a praia, a previsão era de sol, embora ele tenha aparecido, rolou uma garoa em ambos os dias. Eu tentei surfar, mas meu desempenho caiu muito, fiquei impressionada, não sei se foi pelo meu cansaço, mas não desanimo.
No sábado o mar estava meio agitado e a formação das ondas irregular. Meu professor sugeriu que pegasse uma prancha menor embasado no meu desempenho na aula anterior, porém fui mal, no domingo ele voltou ao ultra-mega pranchão antigo, tudo bem, eu tava mole mesmo.
Mas o que foi mais legal e diferente no final de semana é que encontrei a Vivi, uma garota que estudou comigo e fizemos o T.C.C. juntas na universidade. Encontramos-nos na Pitangueira no sábado e sem combinar, no domingo, colocamos a conversa em dia, me deu um pouco de saudades de outras colegas da época, mas confesso que não ter que ir a faculdade me dá uma leveza… aqui vão algumas fotos de um dia na facu:

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Vivi mostrando uma nota oito. (2004)

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Laboratório da facu.

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Exibindo as tatuagens.

Na época de menina minha melhor amiga era minha prima Cecilia. Nós sempre passávamos todas as nossas férias de verão lá em Florianópolis em Santa Catarina. Não demorou muito para querermos virar surfistas. Quando tínhamos uns 10 anos pedimos ao Papai Noel nossa primeira prancha de bodyboard e começamos a pegar onda na praia da Joaquina, que na época era reduto de surfistas de Floripa. Papai nos colocava dentro da água e quando vinha à onda nos puxava pelo o slash e deslizávamos pela espuma. Alguns anos depois, em 1994 fizemos amizades com surfistas da Joaquina o que nos deu algum status e nos fez ir a essa mesma praia muitas vezes nesse verão. Sentíamos-nos maior importante sentando num grupinho de surfistas. E é claro, eles eram bem mais velhos que a gente.

Não sei quanto a minha prima, porque quando ficamos mais adolescentes ela parou de ir para Floripa e eu continuei. Consegui pegar umas ondinhas sozinha e até arrisquei algumas manobras. Pintei meu quarto de azul, porque queria desenhar nas paredes o mar, mas depois meu quarto ficou cheio demais e não sobrou nenhum espaço para um peixinho. (Mas isso é outra história)

Aos dezenove anos mudei para Florianópolis. Um sonho consumado! Embora algumas vezes ia para a praia de coturno e fazendo cara de mal, sempre ficava horas na areia observando os surfistas. Acompanhei muitos campeonatos na Praia Mole, na época já era essa praia moda entre os surfistas. Num ano teve uma rodada de um campeonato mundial na Mole, foi demais. Eu saia do trabalho e ia direto para a praia, foi muito legal, ficávamos sentados na areia vibrando com cada manobra radical de surfistas brasileiros e para nossa sorte a arrebentação estava bem próxima da areia, então podíamos ver com detalhes. Senti-me como se estivesse num estádio de futebol, tinha muita gente. Vi meus ídolos de adolescência, como os Padaratiz, por exemplo, a um metro de distancia, mas não pedi para tirar fotos porque sempre fui muito tímida.

Embora nunca fosse muito intensa e meu desejo nunca foi grande demais no ano passado ou retrasado comprei outra prancha de bodyboard e pés de pato, meus pais tinham alugado uma casa em Caraguatatuba e era perto de praias como Maresias e Guaecá que ficam em São Sebastião, cidade vizinha a Caraguá. Tomei alguns caldos e então preferi me aposentar. Já estava mais velha e meu desempenho não era como o de outrora.

No final do ano passado compramos um apê na Praia de Pitangueiras no Guarujá. Minha casa fica bem perto do Morro do Maluf, um lugar que facilmente vejo ondas boas, lá no final de julho teve uma etapa do campeonato internacional. Foi me dando uma fissura e uma vontade de cair no mar… resolvi entrar numa aulinha de surf, dessas pranchas de ficar de pé. Comecei com um long longboard, como sou alta e um pouco velha acho que essa é a melhor maneira de conseguir alguma coisa no mar. Ah! Porque falei da minha prima no início pó post? É porque ela começará a fazer aulas em setembro. Os sonhos não morrem, apenas adormecem!

 


1986 primeiro desejo.

1991 Cecilia e eu na espuma.

1991 Guilherme fazendo pose.

1991 fazendo poses super-radicais.

1991.

1991.

1991 shuá.

1991.

1994 Cecilia e Debora na praia da Joaquina.

1994.

1994.

Fotos de 1994.


Harineusa, Eline e eu.


Harineusa e eu. Essa garota é muito mais que uma simples amiga, é a irmã que não tive.


Giovanna e eu .

Semana passada comemoramos mais um aniversário da Eline. O encontro foi num restaurante bem próximo a Osasco. O lugar estava abarrotado de gente, fazia tempo que não ia a um local tão cheio. Valeu a pena quebrar um pouco o meu padrão para poder compartilhar alguns minutos ao lado dessa amiga linda, inteligente e querida.

A Eline e eu trabalhamos juntas por um período. Nesse tempo desenvolvemos uma grande amizade. Quando ela foi embora sabia que perderíamos muito do nosso contato, não por falta de amor uma pela outra e sim pelas nossas afinidades. Nós somos completamente diferentes. A Eline é popular, faladeira, risonha, conhece todas as músicas da FMs (lembra Nine?), é baladeira, cheia de pique e amigos. É muito fácil amá-la. Eu sou um pouquinho diferente.

A festa foi legal, logo que cheguei ao local, recebi um monte de elogios da Giovanna, depois da mãe da Eline, a Beth. Eles são muito queridos e agradáveis. Se um dia estiver sentindo-me down apareço lá na casa da Nine para eles ajudarem a levantar a minha moral.

Parabéns amiga, por mais um ano de vida! Espero que continue nos abrilhantando com seu entusiasmo. Como sempre te digo, você é admirável. Te amo!