Blog do Sonho Eterno

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 ->Foto do  filme “A sogra”, em que Jane Fonda é sogra de Jennifer Lopez

Falo como entendedora de causa dar-se bem com a família do namorado (noivo ou marido), principalmente com a mãe dele, é fundamental para manter o relacionamento saudável. Se entrar numa de queda de braços com a sogrinha, provavelmente vencerá o primeiro round, pois o homem apaixonado pode preterir você a mãe, no entanto, com a maturação do relacionamento e a saudade da família quem vai perder a batalha é você fofa!

Por isso, caso queira ficar de vez com o namorado, o mais seguro é fazer de tudo para se entender bem com a família do seu amor. Lembre-se, a mãe dele também tem sentimentos, quer almoçar de vez enquando com o filhinho, passar datas importantes ao lado dele, mimar o garotão e se você podar pode anunciar o final eminente do seu caso amoroso sendo intolerante a isso. Se não tiver uma futura sogrinha bacana como a minha (pois quando o relacionamento é bom as coisas fluem normalmente), eis algumas dicas para incrementar o relacionamento de vocês, o seu e o dela.

  • Mesmo que ela fale algo que não a agrade, ao invés de partir para o ataque ou dar uma resposta ríspida, conte até dez. A maioria das vezes ela só quer ajudar, mesmo que pareça esquisito.
  • Por mais que pareça difícil, nunca critique o filhote dela, principalmente a educação que ela deu a ele, ainda que a situação seja verdadeira.
  • Quem deve colocar limites a mãe dele é o próprio filho e não você. É muito mais fácil perdoar quem a gente ama, do que quem a gente tolera.
  • Tente ser uma espécie de filha adotiva. Deixe sua sogra confiar tanto em você a ponto de sentir-se bem em te pedir ajuda quando o seu amor não puder serví-la.
  • Se ela disser que os netos dela, seus filhos, são tão lindos e inteligentes porque puxaram ao pai, concorde. E emende, com charme: “Foi por isso que eu me casei com ele”. Pare por aí, ou vai ficar falso demais.
  • Se for passar uns dias na casa dela, tente manter suas coisas em ordem, dobre a roupa de cama e deixe o banheiro limpo. Para a sogrinha ficar segura que poderá ser uma ótima mulher para o filho dela.
  • Defenda-a em qualquer situação. Nunca fique do lado do seu parceiro, mesmo se depois, quando estiverem sozinhos, precisar reconhecer que ele está certo. Pois isso pode ser o início de uma guerra entre vocês.
  • Se ela te der uma roupa números maiores, pode ser que não esteja te chamando de gorda, apenas tenha se enganado.
  • Se for passar uma semana (um mês ou um ano) na casa da sogrinha, é capaz que seus principais defeitos apareçam. Tenha cuidado para ela e toda a família não se enxerem de você. Em dias de semana nunca acorde tarde demais, ajude com a louça do almoço e mesmo se estiverem lendo a bíblia, não fique o tempo todo trancada no quarto do seu amor.
  • Tenha assuntos mais lights com ela, como receitas ou fofocas de famosos.
  • Ajude seu namorado (marido ou noivo) a lembrar datas importantes, como o aniversário dela. Se for ruim para essas coisas, faça uma agenda. E incentive o bofe a dar algum presente a ela, pode ser até um buque de flores com um cartão com o nome dos dois. Isso mostra seu interesse em integrar com ela.

Fonte: Terra e Veja.

As vezes penso que os relacionamentos estão como estão por falta de Deus, por falta de moral e principalmente de vergonha na cara. As pessoas são descartáveis, é fácil começar uma relação, muitos sexualizam em baladas na cara dos outros e há ainda aqueles que terminam casamentos de 30 anos como uma criança que enjoa de um pirulito.

A traição tornou-se senso comum. Ninguém fica mais horrorizado em ser traído, aliás, perdoar uma traição parece até o maior segredo de uma união “estável” de sucesso. Mas no português bem claro é que as mulheres estão se prostituindo, servindo sexualmente vários homens ao mesmo tempo, tendo até relações sexuais com diversos parceiros diferentes no mesmo dia. Essa promiscuidade em livros sagrados como a Bíblia ou no Bhagavad-Gita é chamada de prostituição. Então uma puta não é somente aquela mulher que faz sexo em troca de dinheiro, ser puta é aquela mulher que faz sexo de forma descomprometida, descabida e fácil. Puta é aquela mulher que tem amante, que não se valoriza e não respeita o seu parceiro e isso hoje em dia é tão frequente.

A mesma puta mulher que acha normal transar com o namorado e com o amante na mesma semana, acha ridículo demonstrações de afeto. Aliás, penso que se houvesse mais romantismo as pessoas estimariam mais umas as outras. As meninas contam para as amigas quando estão dando para mais de um carinha, se acham modernas e para frente, mas tem vergonha em dizer que escreveu uma carta de amor ao namorado.

Sou feliz por fazer parte do segundo time, mando cartas, cartões, presentes ultra-romanticos… mostro para todas minhas amigas mais chegadas minhas idéias mirabolantes, ainda que algumas acham too much, mas adoro deixar o homem que está comigo feliz e se sentindo amado. Na verdade teria vergonha até de mim mesma se tivesse relações extra-conjugais.

Desculpa, falei. Podem me chamar de careta, mas se tivesse mais gente pensando como eu, os casamentos seriam indissolúveis, como Deus sempre quis para a gente. Quem se acha muito moderninha se prostituindo, fica a dica, dizem que ser puta é a profissão mais velha do mundo!

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Hoje meus pais completam 30 anos que casaram no civil, para não passar em branco essa data especial meu pai mandou uma cestinha de rosas vermelhas e rosas, cor da paixão e amor respectivamente, para minha mãe.

Amorzinho, vai aprendendo… estamos somente no começo!

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A poesia abaixo ganhei da minha tia Alzira, para ilustrar o momento que vivo. Pedi para ela para compartilhar com vocês, fui autorizada, espero que gostem, assim como eu amei!


 

Amor

Chega como se fosse novo, aparente

Mas se mostra o mesmo velho, de repente

Faz vibrar, faz feliz, mas não fica paciente

Parte, em busca de outro coração latente

.

Às vezes, lentamente, impõe sua presença 

Penetra a pele, adere à alma, sem licença

Invade, permanece e desafia a consciência

Decide ir marcando o vácuo da existência

.

Às vezes rápido, não perde a intensidade

Entra e tumultua toda a individualidade

Mistura, confundi e se apodera da vaidade

Fazendo humildes implorar reciprocidade

.

Presunçoso, sabe o quanto é desejado

Escolhe a surpresa aos desavisados

Faz outros que esperam decepcionados

Tão procurado, só cabe aos privilegiados.

                                 Alzira Coelho – Nov/10


No sábado passado fui ao casamento do meu primo Ramon. Ele casou-se com a Natália, uma jovem de Sorocaba. Do namoro ao casamento tudo se passou tão rápido, que eu praticamente nem vi.

A cerimônia realizou-se em Sorocaba. O noivo estava muito lindo de terno preto e gravata clara, aliás esse foi o traje escolhido para os demais padrinhos e pais, que ficaram no altar. O noivo estava lindo e a noiva muito elegante. Quase tudo fica bom nas magrinhas. A consagração foi muito bonita e embora não seja evangélica, concordei em peso e grau quando o pastor disse que os casamentos acabam facilmente hoje, já escrevi muito disso aqui no blog. E digo mais, crianças que cresceram com pais separados podem ter mais facilidade em se separar do que aqueles que sempre foram criados no leito quente de uma família tradicional, porque já estão acostumados e até adaptados com a situação ao passo que os que sempre tiveram os pais unidos, são capazes de valorizar ainda mais a estabilidade num relacionamento e sabem sim que os pais em determinado momento tiveram percalços, brigas e desentendimentos, mas tiraram tudo isso de letra!

Emocionei-me bastante durante o rito religioso. Quando o noivo entrou, quando a noiva entrou e quanto o irmão do noivo o cumprimentou após o casamento, ainda no altar. Ele chorava feito doido. Num casamento sempre existe um sentimento de perda, o irmão não é mais um irmãozinho e sim um homem “chefe” de família e o tempo em conjunto agora é limitado. Porque agora marido passará mais tempo com a esposa do que com a família consangüínea. Fico pensando em mim, caso um dia eu case, vou chorar litros… sou muito emotiva. Vou ter que ir à loja de make e pedir maquiagem completa que não sai n’água, tipo aquela das meninas do nado sincronizado. Na ocasião descrita usava tudo da MAC, exceto o rímel Lancôme, mas tudo resistente a água e olha que resistiu tudo certinho e eu não fiquei com “cara de dia seguinte!”


 



Eu estou muito feliz com o nosso relacionamento. Às vezes também tenho a nítida impressão que namoramos há mais tempo. Acho que é porque nos entendemos a maioria das vezes bem, pois temos gostos similares e então tudo fica mais leve e fácil, e daí aparenta que nos conhecemos desde muito tempo. Espero ficar para sempre grudada em você e colada com Super Bonder !

Acabei de te deixar na rodoviária e corri aqui para o blog, queria postar algo hoje, no exato dia que completamos nossos três meses de relacionamento. Desculpa se o post não foi muito bem elaborado, mas quero que saiba que amei (e amei muito mesmo) receber suas flores no meu trabalho, assim como a surpresa que ficaria mais um dia comigo. Você sempre me faz sentir amada e especial… Rosas vermelhas são o símbolo da paixão.

Te amo!

Terça-feira passada, após o feriado de Nossa Senhora, cumpri mais um ritual que se repete sempre, levar meu namorado a rodoviária. É sempre assim, após os feriados ou finais de semana comuns ele vai embora, partindo meu coração ao meio.

Como a freqüência desse ato de levá-lo embora é constante, a gente meio que conhece os outros passageiros em situações semelhantes. Ontem ao entrar na plataforma de embarque com meu namorado, encontrei outro casal que já “conhecia”. Ela é morena, cabelos longos lisos, parece que tem alguma descendência indígena. Vestia um casaco bege, jeans e havaianas, mesmo diante daquele frio que fazia na noite paulistana. O namorado estava com um casado cinza longo, e essa foi a única coisa que reparei nele.

Enquanto chorava abraçando fortemente meu amor, parecendo que era a última vez, percebi que aquele casal estava mais calmo que eu, ele com a mão no ombro dela num sinal completo de maturidade. Descuidei um pouco deles, cuidando obviamente da minha vida. Quando o motorista fechou o bagageiro do ônibus e olhou para nós vi que era hora de deixar meu namorado partir. Reparei que a moça, daquele casal que observava outrora, já tinha embarcado. O namorado continuava na plataforma e me deu um olhar piedoso de dó, ele sabia exatamente o que sentia naquele momento. Logo pensei porque as coisas do amor precisam ser tão duras? Por que não me apaixonei por um vizinho? A resposta é simples, a gente não gosta das pessoas pela região geográfica que elas vivem e sim por um conjunto de fatores.

Fui embora antes de ver o ônibus dar ré, sou muito sensível e ver o ônibus ir embora ia me contagiar com um sentimento maluco de nostalgia. Enxuguei a última lágrima que saiu, subi as escadas e peguei meu carro. Eu também parti.

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