Blog do Sonho Eterno

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Já estou no Brasil e trabalhando! Final de férias trágico! Voltei de New York direto para o trabalho… em tempos de crise, pelo menos tinha um para voltar, não é mesmo?

Não sei o que é pior de voltar ao Brasil, quando o aeroporto vai se aproximando do solo (lá em Guarulhos) a gente já vê umas favelinhas que ficam na região. No saguão do aeroporto não tem o mesmo brilho… E a cidade? Embora não enfrentamos o transito caótico de São Paulo, a São Paulo não tem luminosos, carros luxuosos e nem edifícios grandes… tudo parece tão simples. Daí chego a meu apartamento, ele é lindo, mas a vista não é para a Times Square e sim para a avenida dos Autonomistas, a avenida principal de Osasco. Daí sinto como se tivesse uma placa bem grande o tempo todo na minha frente: bem-vinda a realidade. E o pior? É aquele sentimento “será que um dia volto a New York?”

A primeira vez que fui para a terra do tio Sã levei comigo todos os preconceitos, não fui para lá feliz, fui a contragosto, queria estar noutro lugar, hoje em dia é a minha paixão. Existem muitos americanos arrogantes, mas existe uma maioria de gente boa e simpática. Sempre que falamos que somos brasileiros as pessoas dão sorriso e algumas arriscam até falar nosso idioma o que é muito engraçado. Assim como deve ser eu falando o idioma deles. No Metropolitan a moça da chapelaria bateu um papo conosco, quando soube nossa nacionalidade foi super simpática, disse-nos que os moços brasileiros são os mais bonitos do mundo. Olhem meninos, ela trabalha num local onde tem gente do mundo todo! Depois nos contou uma história que se apaixonou por um brasileiro e que tinha até pensado em vir morar aqui.

Um momento meio constrangedor é quando dizemos que somos brasileiras a pessoa lembra-se do samba, alguns sabiam até que estávamos em pleno feriado de carnaval… Em uma das minhas visitas a Sephora (o mundo encantado das maquiagens), a moça ficou toda feliz quando dissemos que éramos brasileiras, até comentou com outra colega que veio toda faceira falar com a gente e deu uma palinha no samba enquanto a outra apontava o seu traseiro… me dá um orgulho! Sabe, eu nunca gostei de samba, da melodia, da atitude e da dança, tenho um punk rock tatuado para toda a eternidade e as americanas vem sambar e apontar o bumbum em minha frente? Que raiva!

O bom de voltar ao Brasil é poder não usar tantas roupas, gosto do frio, mas às vezes machuca. O melhor é rever meu irmão e minhas gatinhas, que estava morrendo de saudades. Também estava com saudades das amigas a Fernanda e a Edneusa já vieram me mimar.

Desculpe a demora para atualizar o blog, arrumar as coisas dá o maior trabalho, fora que ainda estou meio confusa com o fuso horário, dormindo muito tarde e acordando atrasada para ir trabalhar.

16º dia

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Embora tenha chovido o dia inteirinho o dia foi bastante especial e gostoso, já sinto muitas saudades de New York. Meus pais ficaram arrumando as malas para voltar ao Brasil de manhã, dessa forma quando saímos do hotel já era hora do almoço, fomos direto para o Stardust, o meu restaurante preferido em Manhattan, o qual falei dele aqui quase todos os dias!

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Quando chegamos lá, por ser domingo, estava cheio e fomos encaminhados para o subsolo. A priori ficamos meio contrariados, porque estávamos hiper apegados ao primeiro piso, quando chegamos lá aquele garçom-músico que falei da outra vez estava lá e adivinha? O rapaz que nos recepcionou pediu que ele nos acomodasse, sendo assim, foi ele que nos atendeu. Foi uma ótima despedida do restaurante já que para mim, ele era o melhor cantor…

Pedi ao meu pai que tirasse algumas fotos dele para guardar de recordação e meu pai começou a disparar a máquina fotográfica. Recomendei parar, ele ia parecer gay! Ao final do almoço, minha sempre tão calada mãe, ela não fala inglês nem por decreto internacional embora saiba a língua, pediu para o rapaz tirar uma foto com a gente e depois uma só comigo. Senti mais ou menos a mesma vergonha que quando no meu aniversário de 7 anos minha prima Cecilia falou para o Renato (um menino uns 6 anos mais velho), que durante a manhã assistindo um desenho animado na TV, quando o príncipe e a princesa se beijaram eu comentei que era eu e ele…

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Depois andamos pela New York encharcada, andamos mesmo, a pé e de guarda-chuvas, queria me despedir de cada cantinho da cidade, comprar umas Victoria’s Secret e outras coisas.

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Passamos na MM’s a loja era vizinha nossa. Comprei uns MM’s com cores de menina e meu pai algumas peças de roupa. Lá vende mais bugigangas do que chocolate.

 

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Numa livraria esse livro amarelo em destaque é do brasileiro Paulo Coelho. Independente e você gostar ou não, dá o maior orgulho em ver um brasileiro em destaque. O livro é “O Alquimista”.

Não saímos para jantar, estávamos muito cansados. Meu pai e eu fomos tomar um sorvete numa sorveteria na Times Square (caríssimo por sinal, cerca e US$6) e não tão gostoso como os outros que havíamos tomado em restaurantes. Mas fizemos sucesso com nossos sorvetes no mar gelado, umas japonesas vieram nos perguntar onde havíamos descolado a tal delicia. Depois compramos bobagens e comemos no quarto do hotel.

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Eu e meu pai ainda na sorveteria. Quando saímos daí e andamos por Manhattam com nossa casquinha umas japas vieram saber onde compramos, sorvete faz o maior sucesso nas temperaturas negativas por lá… e quer saber? Como a temperatura é negativa, o sorvete nem parece tão gelado e a vantagem é que dá para saboreá-lo no seu tempo, porque não derrete.

Ah! Eu assumo! Amo New York!

17º dia

Eu estava muito triste. É sério! No nosso último dia em NYC estava hiper nostálgica, chorosa… não queria voltar de lá, é sério.

Fomos também ao Madame Tussauds no último dia. Na verdade não acho esse museu tão bacana, uma visita ali na vida já esta bom, e eu já tinha ido no ano anterior… fora que o acesso é meio salgado US$35 por cabeça, crianças e idosos a tarifa é um pouco mais suave. Mas queríamos ver o Obama, e foi decepção total, para tirar uma foto com ele tínhamos que ser uma foto oficial do museu por apenas US$30! A gente fingiu que ia pagar pela foto e enquanto a gente tirava a foto oficial, meu pai fazia a “pirataria” ao lado. Fizemos o mesmo com os bonecos da banda Jonas Brother, nem sei quem são, mas era uma febre juvenil lá nos EUA e nesse além de pagar, tinha fila.

 

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Uma das nossas fotos com o Obama. Conseguimos fotografar na mesma hora do flash da fotografa oficial.

Depois fomos a Century 21 comprar um relógio para meu tio e passamos na loja JR, que vende eletrônicos. Meu pai comprou uma balança porque queria pesar as malas antes da gente embarcar e eu acabei faturando uma geringonça que massageia os pés.

 

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Indo para a Century 21.

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Nossa última foto nos Estados Unidos.

Fomos almoçar no Hard Rock Café e começou a tocar uma musiquinha meio romântica e aí eu chorei. Assim voltamos ao hotel e arrumamos o que faltava nas malas para voltar ao Brasil.

No aeroporto comprei um removedor e maquiagem do rosto e outro de maquiagem de olhos da Clinique, aqui no free shop brasileiro nem sempre achamos… quando anunciaram o nosso vôo entrei em pânico, nem na primeira vez que entrei num avião fiquei com tanto medo. Lembrava a todo instante do acidente que aconteceu em Buffalo uma semana antes, saindo do mesmo aeroporto e campainha aérea! God bless me. Cantei tanta japa, que daria para ficar uma semana sem tocar nela!

Quando chegamos ao free shop de Guarulhos, mais luxuria a M.A.C. estava em promoção! Uma sombra estava custando US$13.50, claro que aproveitei para comprar algumas coisinhas lá, peguei maquiagem também na Lâncome, creme na Biotherm e um perfume da marca de surfista Roxy, ai ai ai ando tão surfista… só comprei um perfume porque tenho muitos e tenho medo de vencer. Como estou sempre viajando não há maiores problemas, né?

E foi assim que acabou meu sonho, minha viagem a New York e minhas férias! Que a crise amenize para o ano eu vem possa ter mais. Eu amo tanto NYC que as vezes penso queria conhecer o Havaí, Viena, India… mas se for para esses lugares com apenas uma férias ao ano, ficarei carente de NYC. Ainda não sei o que fazer.

PS: Amigas já revelei cerca de 300 fotos que estão num álbum bem bonito, quem quiser, vem aqui em casa ver.

Gente, que calor insuportável aqui no Brasil! Ontem acordei as 7h da manhã e já estava fervendo. Já voltei a trabalhar e a estudar. É a vida! Vou fazer um post com as 10 coisas que mais gostei em New York dessa vez.

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Aos poucos vai dando uma dorzinha no coração, a viagem a terra que elegeu Obama como presidente esta acabando… fica aquele gostinho de quero mais. Queria morar aqui, mas gostaria que todos que eu amo viessem junto. Utopia! Mas não paga nada para sonhar. Hoje é o meu ultimo dia completo aqui em New York, amanhã volto para casa e quarta-feira já vou trabalhar! Me da uma tristeza… em contrapartida aí no Brasil comerei os quitutes da Vera, não agüento mais passar mal, gente eu fico com problemas intestinais o tempo todo quando estou aqui, do primeiro dia ao último! Fora que terei roupas limpinhas para colocar, não agüento mais repeti-las me sinto meio russa.

Agora estou ficando mais desenvolta com meu inglês, é sempre assim, no final da viagem fico mais segura e arrisco conversar com as pessoas além do trivial de boa educação. Antes fazia de tudo para ninguém conversar comigo, agora às vezes sou simpática e começo a conversar, alias, para mim que sou tímida e não nativa da língua inglesa são duas conquistas.

Vamos lá ao meu dia a dia, desde já aviso que foram dias de temperaturas negativas e muuuuuito vento, a parecer ainda mais baixo.

13º dia

Foi mais um dia de compras de eletro-eletrônicos, meu pai adora ira a essas lojas eu sinto um pouco de tédio, vou confessar a vocês, nesse caso gosto de ser bem objetiva, comprar o que precisa e ir embora, diferentemente das lojas de roupas e maquiagens. Hahaha

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A gente na 7th Avenue voltando da BH Photo.

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Almoçamos na Pizza Hut, eu não gosto do sabor da Pizza Hut no Brasil, porém aqui ela é deliciosa! Outra coisa, assim como o Mac Donald’s e o Burguer King, a Hut é freqüentado por pessoas de baixo poder aquisitivo, o restaurante não é tão bonitinho… foi a refeição mais barata que fizemos aqui, mesmo porque não tivemos que pagar tip. Tips são as gorjetas que temos que dar nos restaurantes e variam entre 15% a 20% do total da conta. Pesadão, né?

De noite fomos novamente ao píer 17, esse foi o nosso primeiro passeio, fomos lá logo que chegamos só que era dia. De noite as perspectivas são diferentes, nem tinha notado, no entanto que havia uma pista de patinação de gelo tenho o sonho de patinar, mas cadê a coragem? Nunca soube andar de patim convencional, acho que sou grande demais para isso.

 

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Tirei a sorte no gênio e sou tão azarada de coloquei um dólar e não recebi o meu papel da sorte.

Jantamos no RED, um restaurante mexicano. Comemos entre outras coisa burritos o meu era vegetariano, até a massa dele era integral. Aqui os pratos são enormes, não comi nem a metade do prato, embora estivesse delicioso.

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Entrada do RED.

14º dia

O dia foi bem bom. Como estava muito frio decidimos que era dia de museu! Primeiro fomos a um bairro que eu nem conhecia o Noho, comprar ingressos para o espetáculo Stomp. O local fica bem pertinho do teatro do Blue Men.

Eu gostei do bairro, um pouco mais boêmio, cheio de punks e brechós que vendiam jaquetas de punk todas cheia de rebites… na minha “época” a gente que fazia as nossas jaquetas. Também é um lugar que tem uns camelos e muitos restaurantes asiáticos com preços bacanas, mais baratos que aqui na Times Square.

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Brechó.

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Brechó.

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Um flagra de um punk na rua.

Comprados os ingressos e dado uma olhadinha no local, fomos direto para o Metropolitan. Quando descemos na estação próxima ao museu achamos uma pet shop e compramos umas coisinha para as nossas filhinhas:

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Já tínhamos comprado na MM’s essas coisinhas:

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Ficamos lá muitas e muitas horas. Vimos coisas do Egito antigo, Roma, Grécia, Oceania, Américas (não vi nada do Brasil)… mobiliário europeu, armaduras européias, quadros de pintores europeus, arte moderna (o acervo do MoMA é mais legal). Foi um passeio bom até que meus pais resolveram tomar um café dentro do museu. Depois de uma hora de procura achamos um restaurante, entramos. Pedimos duas taças de vinho argentino, um sprite, e uma tabua de queijos (que vieram 7 pedaços pequenos de queijo e 3 pedaços de marmelada) e pagamos a ninharia de US$61 (R$ 146) sem a tip, não vi quanto o meu pai deu.

 

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Miró um dos meus quadros favoritos.

Jantamos no Planet Hollywood.

15º dia

Ontem foi mais um dia de compras. Começamos pela Sephora, uma loja de maquiagem e outros produtos de beleza. Tá tá tá comprei mais maquiagens na Sephora que é uma loja demais, vende multimarcas e a própria marca, será que tem dela no Brasil??Fiz até um cartão de descontos e já ganhei dois brindes porque já fiz três compras lá. Ai ai ai ui ui. Adoro esse jargão do Silvio Santos.

 

Image Hosted by ImageShack.usNa frente da Sephora tinham essas meninas dançando, imagina essa roupitcha com temperatura negativa?

Image Hosted by ImageShack.usMinhas compras de ontem na Sephora.

Image Hosted by ImageShack.usOlha as placas de liquidação.

Depois passamos na Virgin estava com placas de descontos de 10% a 30% em todas as mercadorias da loja, comprei alguns CDs e um DVD de surfe feminino. Parece-me que essa liquidação é porque a loja vai fechar, muito triste a crise gente, ontem passamos numa rua que tinham várias joalheiras e muitas já fechadas!!

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CDs e DVD que comprei.

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A gente na 5 a. avenida.

Passeamos pela 5ª avenida, tínhamos que comprar uma encomenda da Isabela, presente da Ingrid, da Daniela e fomos a Apple atrás de um HD para meu irmão. Infelizmente não tinha e tivemos que ir a downtown onde achamos um Outback. Almoçamos lá… mas não tinha o Mac Cheese que eu gosto e nem outras sobremesas sem bolo! O Outback é igualzinho a mesma decoração, o banheiro esta escrito Sheilas e Blocks, só que o atendimento brasileiro da de 10 a zero, sério gente, o garçom sumia e ficamos muito tempo lá dentro. O preço é bem parecido com o do Brasil, sendo assim, foi um lugar onde a conta não ficou tão pesada.

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Outback daqui.

De noite assistimos Stomp, é legalzinho, mas ainda prefiro Blue Men. Dizem que o Stomp é o único espetáculo que não precisa saber inglês para entender e acho que é verdade, então fica aqui a minha dica.

Jantamos no Maha Curry um indiano delicioso, só que o garçom ficava meio confuso e demorava em nos atender. A comida é deliciosa e o preço vale super a pena. O puri de lá é demais, peçam. Adoraria que em São Paulo (quiçá em Osasco) tivessem tantas variedades de restaurantes indianos.

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La no Noho tinha uma lojinha Indiana q eu comprei essas coisinhas.

Agora minha mãe esta arrumando as malas dela e do meu pai. Se ela demora 4h para se arrumar para sair, imagina arrumando mala, hoje para ela o dia será perdido. Eu vou a Victoria’s Secret e Toy R Us comprar uns presentes.

Beijos.

Esses dois dias que fiquei sumida andamos muito por New York, chegava ao quarto do hotel exausta e não pensava em atualizar o blog, sorry. A cidade esta lotada, acho que é por conta da semana de moda. Ontem aconteceu um fato curioso enquanto andávamos na 5ª avenida (seria a Oscar Freire americana, só que mais chique) porque além de ter as marcas mais luxuosas do mundo, as lojas são imensas um espetáculo a parte. Estávamos passando em frente a Armani e vimos grades para afastar fotógrafos e jornalistas da loja. A vitrina estava grosseiramente tampada com papel e durex, para ninguém ver lá dentro, das duas uma: ou o desfile da marca estava acontecendo lá dentro (alguém sabe me dizer?) ou alguma celebridade estava comprando lá, porém acredito mais na possibilidade de desfile, digo já por que.

 

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Armani durante o protesto.

Entramos na loja ao lado da Disney, é incrível como bobajada me desperta muito mais interesse e ficamos um bom tempo apreciando as oportunidades da loja. Quando saímos havia um protesto de humanos vestidos de coelhos em frente à loja. Pedindo par a Armani não usar pele de bicho, atenção meus caros leitores, couro também é pele. No meio do protesto havia uma garotinha, a única de mostrava a cara e mais a diante uma moça dando entrevistas para vários canais com a blusa do Peta.

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Protesto pacifista.

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A garotinha estava toda inflada e se sentindo importante. Ao lado havia uma senhora de Coelho que especulo ser sua mae.

Décimo dia em New York:

Meu pai embora tenha vindo muitas vezes a New York, não conhecia a ponte do Brooklyn, então fomos até lá. Pegamos o metrô aqui na Times Square. a linha A azul e descemos na estação Brooklyn Bridge. Essa estação fica bem a frente da entrada da ponte, porém já no Brooklyn, se quiser ir de Manhattan para o Brooklyn tem que descer uma estação antes.

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Minha mae e eu no começo da ponte, no Brooklyn ainda.

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Meus pais perto do meio da ponte.

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Minha mãe e eu na ponte no final da ponte, já em Manhattan. Terezinha te dedico essa foto.

A ponte é bem bonita e parte dela ainda é de madeira. Os pedestres caminham por uma passarela que fica ao centro e no alto da ponte, os automóveis debaixo e aos lados. Porém o passeio não é tão agradável quanto cruzar a ponte Hercílio Luz no verão de Florianópolis. O vento enquanto estávamos sob o rio é muito forte e o frio, nem se fala. Só aconselho ir à ponte num dia de temperaturas positivas e sem vento… com muito frio, parece que tem facas entrando em nossos narizes, um horror!

Depois fomos a JR, uma loja de eletrônicos, meus pais compraram algumas coisas e procuramos o Playstation três do meu irmão, lá estava US$480 e procuramos um pedal de guitarra para ele, mas não achamos o que ele pediu.

Almoçamos no Baluchi’s, um restaurante indiano muito bacana no Soho. Nem jantamos fora nesse dia, andamos muito por Manhattan.

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Pedi mais uma vez a samosa.

Décimo primeiro dia em New York

Queria muito ver a estatua da Alice, a do país das maravilhas, no Central Park. Quando chegamos lá a estatua parecia a sucursal do playground a criançada trepava no monumento como macacos. E não poderia ser diferente, na entrada da estatua tem uma placa dizendo que a homenagem do marido a esposa que amava todas as crianças. Fiquei lá esperando as crianças saírem para tirar uma foto da Alice sozinha.

Na verdade tirei muitas fotos da Alice sozinha e depois eu com ela em diversas posições e simplesmente adorei e achei divertido!

 

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Eu com minha personagem favorita.

Passeamos muito no Central Park, ficamos toda a manhã e parte da tarde. Além da Alice vi novamente o edifício Dakota, local John Lennon morou e morreu… o local parece meio amaldiçoado, foi lá que gravaram o Bebê de Rosemary.

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Edificio Dakota.

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Também tirei uma foto numa homenagem que fizeram ao Beatles no Central Park um circulo com a palavra Imagine.

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Passeamos pela 5ª avenida e eu fui surpreendida com o meu presente de aniversário, fiquei muito feliz, afinal de contas, quem não gosta de ganhar presentes?

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Passamos na F.A.O. a loja de brinquedos mais legal do mundo, segundo minha mãe, o berçário é o que tem de mais legal. Uma coisa interessante é que no segundo andar da loja sempre esta tocando musica brasileira, todas as vezes que fui lá tive essa surpresa agradável.

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Minha mãe pediu para postar essa foto e dizer que o “berçário” é a seção favorita dela.

Jantamos no Stardust para dar aquela “variada”, os cantores não são qualquer cantor de bar de noite não. Tem um japa (meio japa meio mexicano, ainda não consegui decidir o que ele é) que canta ópera. Os outros cantam sons mais dançantes e pop, ontem fizeram até um trenzinho que chegou sair do restaurante.

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Ele é japa ou mexicano? Pior, canta em italiano.

Décimo Segundo dia em New York

Hoje foi um dia de compras, nem tenho fotos para compartilhar com vocês… choveu o dia todo e chuva com tempo frio não é muito confortável, no entanto senti que a temperatura subiu!

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De noite fomos assistir South Pacific com o barítono brasileiro Paulo Szot no papel principal. Paulo venceu no ano passado o Prêmio Tony, uma espécie de Oscar do teatro, na categoria “Melhor performance de ator principal em musical” , aqui em Nova York. A peça é uma delícia, a gente nem vê o tempo passar e quando acaba, já acabou? Fiquei impressionada com uma seqüência de cenas, onde dois atores aparecem nus após tomar banho e em seguida a mocinha entra no banho, cai água de verdade nela, ela ensaboa o cabelo e aparece sem o penteado.South Pacific além do prêmio de melhor ator, “South Pacific” levou o prêmio de direção, cenografia, iluminação, som, figurino e melhor “revival”. É mole?

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PS: O musical é igualzinho ao filme homônimo de 1958, assistam, deve ter ai no Brasil… nós compramos o DVD e fanáticos que somos, já assistimos o filme na mesma noite do teatro.

 

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Metrô 66th avenue, um velhinho gentilmente pediu para tirar uma foto nossa.

To exausta, vou dormir!

O nono dia aqui em New York foi maravilhoso, vou sentir saudades… é impressionante como tudo aqui na terra dos yankes parece perfeito. Seria um conto de fadas se não fossem as ameaças de bombas, os aviões caindo ou eu tendo que voltar ao Brasil. Alias, gostaria que todas as pessoas que eu amo se mudassem junto comigo para cá, para assim termos uma vidinha cor-de-rosas.

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Esse é o subsolo do Stardust.

Com a programação intensa de anteontem (dois shows num único dia) acordamos mais tarde, cerca de 9h. Porém até minha mãe terminar de se arrumar (e olha que ela nem se maquia) já passava das 11h. Fomos tomar café da manhã no Stardust aquele restaurante que sempre falo aqui dos garçons que cantam. E dessa vez eu quase fiquei fall in Love por um deles. O cara não era o que se digamos “boa pinta” mas tinha uma voz… tipo do Jack Johnson que eu adoro, acho que quem tem uma voz bonita se torna apaixonante. Coitadinha de mim que sou uma gralha desafinada.


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Jonathan o anjo com voz do Jack Johnson.

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Essa garçonete sempre mexe com meu pai, já brincou com ele 3 vezes. Nesse dia o fez cantar no microfone. O coitado ficou todo inflado.

Voltando ao mundo real, fomos passar o dia no Brooklyn, claro que a contra gosto dos meus pais. Se eu não vou ao templo Hare Krishna a viagem não é completa, se vou, meus pais ficam de mau humor… antes eles do que eu, até porque como amo aquele templo para mim não haveria o maior problema em ir sozinha. Para meus pais tem, como assistem filmes americanos sobre becos no Brooklyn ficam passados imaginando que o local é mais violento que São Paulo, mas acho que estão errados. O taxista nos disse que somente o Queens ta perigoso, alguém sabe informar algo mais preciso?

Quando chegamos ao Brooklyn era muito cedo para ir ao templo, então fomos dar uma voltinha por lá. O Brooklyn é bem residencial, lá tem muita gente morando e pouco turista, deve ser por isso que somem as marcas caras e aparecem lojas tipo as da Antonio Agú (Brás ou José Paulino), lojas de produtos de ocasião, modinha, coisas barata… e para a sorte da macacada a maioria das lojas estavam liquidando para a chegada da coleção primavera. Não aproveitei nenhuma oportunidade, até então, estava apenas passeando, até encontrar uma Macy’s, o templo da moda e do consumo desenfreado. A Macy’s daqui de perto do hotel é cheia e barulhenta. Lá não, não tem todo esse glamour, mas é mais vazio e da para comprar tranquilamente. Passeei pelas araras de roupas, mas não comprei nada a minha cota de roupas esta meio que liquidada, comprei muita coisa logo que cheguei aqui porque não trouxe muita roupa na mala. E o passeio que não parecia nocivo, acabou na M.A.C. Me lambusei de tanto experimentar maquiagem e no final minha mãe e eu compramos algumas maquiagens, menos do que eu queria e mais do que eu podia. Mas fiquei extasiante com meus novos produtos. Comprei batom, blush e sombra berrantes da coleção que Hello Kitty, me achei meio adolescente, mas são ótimas as cores. Quero mais!

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Minhas maquiagens novas.

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Depois disso, já o templo já estava aberto! Cheguei lá exatamente quando o pujari soprava o búzio, anunciando a abertura do altar. Após um ano voltei a esse maravilhoso templo e revi as deidades, meu coração saltitou de alegria a shakti é muito intensa nesse lugar. Parece que tudo caminha bem, sem maiores agitações, o rapaz da banquinha de prasada ainda é o mesmo assim como a menina da lojinha de bugigangas e os pujaris também (apesar que somente deles me recordo do rosto), gostaria de me sentir assim novamente nos templos do Brasil, mas o clima é muito competitivo e hostil, nada se parece com uma religião.

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Eu oferecendo flores para Prabhupada, meu pai não achou importante fotografá-lo, mas ele esta ali, acreditem.

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Radha-Govovindaji.

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Olha o tamanho do templo de lá.

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Muffins bonitos e deliciosos.

Tive muita sorte, porque peguei o Gurupuja e o Tulasipuja também. Aqui eles fazem de uma forma diferente a oferta de flores a Srila Prabhupada, primeiro se formam uma fila de homens, aí todos oferecem flores, somente depois é que vão as mulheres em fila também. A hora do Tulasi Puja também é diferente, os devotos não oferecem água a Tulasi após o arati, eles rodeiam a plantinha, colocam a mão na terra e passam na cabeça e cheiram uma flor que foi deixada na mesa, achei estranho, já que a toda hora a Tulasi levava uma sacodidinha.

Outra coisa interessante no templo é que durante o arati de Radha-Govinda, na hora que passa a lamparina os devotos colocam um prato debaixo da lamparina e enquanto a passam as pessoas vão doando um dinheirinho, é impressionante como o prato fica cheio. Minha mãe e eu achamos uma forma de pressionar a doação em contrapartida talvez seja a única forma de manter um templo tão bonito, grande e organizado… a congregação parece bem feliz e satisfeita e assim a cosa caminha bem.

Não fiquei para a aula, como meus pais não entendem muito bem o inglês, achariam a aula entediante e que quis respeitá-los. Comprei alguma prasada que trouxe comigo. Foram 3 samosas (US$2 ou R$4,60 cada), 1 kachori (o mesmo preço da samosa), 8 muffins (US$1 ou R$2,30) e dois pedaços de bolo (US$3 ou R$6,90) – minha mãe disse que nunca comeu um bolo tão gostoso em toda sua vida! Deve ser verdade, os doces americanos são divinos e sendo prasadam então fica muito melhor.

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Comprei esse boneco de plástico do Rama, um brinquedo para crianças.

Estavamos exaustos, voltamos para o hotel e jantamos parte dessa comprinha e para variar, tive a minha primeira insônia em New York. Creio que tinha mais energia para queimar.

O oitavo dia em Nova York foi perfeito! Logo cedo tínhamos um programa, um show do BB King, uma casa de show pequena que oferece além do show uma refeição. O programa teve início às 11h da manhã e logo quando chegamos a casa fomos recepcionados com um almoço. Nem havíamos feito o desjejum anteriormente já que na noite precedente tínhamos comido bastante e já sabíamos que iríamos almoçar cedo. A comida era típica americana, aquela gordura toda em omeletes, lingüiças, frango e outros bichos empanados. O curioso que aqui nos EUA qualquer lugar mais ou menos oferece pelo menos uma opção vegetariana, sendo assim, a refeição não foi uma coisa ruim como pensei que seria. Geralmente quando vou a esses lugares de comida fechada na conta nunca tenho o que comer.

O show era de uma banda sênior dos Beatles a Strawberry Field, muito boa e procurada por sinal, vide a fila imensa que tivemos que enfrentar para comprar os tickets. No meio do show eles mudavam de roupa conforme a fase da vida do grupo. Foi maravilhoso! Aqui qualquer bandica (no caso não era uma banda qualquer) tem bons instrumentos. Todos os amplificadores e cabeçotes eram Vox e eles fizeram o maior merchandising disso, inclusive a família Vox estava lá. Cantei algumas musicas de sabia e ao final de várias musicas fiz o grito de guerra do Silvio Santos ai ai ai ui ui. Num momento de silencio aproveitei para tornar-me mais audível e aí o John Lennon cover disse me: take easy. Dei muita risada. As pessoas olhavam em minha direção, mas estava escuro e não tinham certeza quem era a gralha.


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Beatles cover.

O dia 14 é o Valantine’s Day nos EUA, assim tinham muitas mulheres andando com uma rosa por aí. Digo uma porque foi difícil ver alguém com um buquê, também pudera, espiei em uma banquinha de flores e aqui ma região da Times Square não vi uma rosa por menos de US$10 (R$23) com um maço de rosas dá até para comprar alguma coisa na Tiffany. Aqui as tulipas também são vendidas em maço e flor do campo (tão barata no Brasil) é cara também. O lobby do Marriott é cheio de bromélias, que é uma flor tropical, fico imaginando o quão caro foi.

Saímos para dar uma volta em torno de 18h e a Times Square estava LOTADA! Parecia a minha saudosa 25 de março, mas com gente mais pheena, de educação semelhante e com menos compras nas mãos, afinal de contas, estamos em crise mundial, ninguém esta esbanjando não! E daí eu ganhei uma Barbie da coleção dos 50 anos da boneca, estava louca por um exemplar e como era Valantine’s Day e nessa data não é só presente para a namorada, ganhei isso do meu pai. Da minha mãe um jogo com quatro roupinhas de Barbie, essas para minhas bonecas antigas, já que as novas de colecionador eu nem mexo. Pensei comigo esta parecendo mais o dia das crianças.


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Times Square abarrotada de gente.

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Aqui na Times Square tudo acontece, ate um casamento.

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A priori achei meio pobre e brega (as roupas sao mesmo), mas pelo menos estao casados. Se bem que e muito mais pheeno que casar na Igreja Santo Antonio em Osasco e tirar fotos na pracinha da Vila Yara. Nada contra, ok?

Mais tarde fomos ao show da Anita Baker, alguém conhece aí? Comprei os ingressos bem finamente por favor, quero os ingressos mais baratos. Há cinco anos atrás minha mãe fez isso numa papelaria ao comprar uma borracha e eu quase morri de vergonha, aprendi tanto que já estou fazendo em inglês. Como não conhecíamos a moça, não haveria motivo para ficar num bom lugar. Quando chegamos ao Radio City Music Hall nos surpreendemos com um lugar ótimo, um mezanino sem ninguém na nossa frente. Minha mãe conhecia alguns sucessos da Anita, garantiu que a Alpha FM de São Paulo sempre toca alguma coisa dela. Teve um momento que mamãe olhou para mim e disse essa musica eu dançava em bailinhos. Valeu a pena, ela tem uma voz maravilhosa, canta como quem passeia com o cachorrinho na praça. Antes do show em si entrou um cara e começou um comedy show, aquele humor pastelão americano, contando piadas sobre o novo presidente, sobre a crise econômica e casamento. Pensei comigo se isso acontece no Brasil voam coisas nele como garrafa de água, camisetas, bonés, camisinhas cheias de ar e o pior, garrafinha de água com xixi dentro. No show do Ramones no Brasil a banda de abertura era a do Supla, ele levou a maior xixizada da galera. Mas aqui o povo é mais civilizado, assiste ao show sentado e batem palma ao final de cada música, tudo bem que a senhora Baker atrai um público mais velho e diga-se de passagem quase todos negros. Por falar nisso, abre-se um parênteses para falar deles, acho que são bem preconceituosos, como nos filmes de Eddie Murph ao não ser pelo pianista, todos os músicos da Anita são negros, a platéia quase toda de negros e aqui é muito difícil ver um negro casado com uma branca.

A não ser o Michael Jackson que mudou de cor e de sexo.

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Eu queria um drink com essa pazinha que tinha luz. Da um efeito bacana ao local. Senhor quero um drink com a luz mas sem álcool.

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Show da Anita Baber.

Como era Valantine’s Day o palco era iluminado de vermelho e a luz direta em Anita Baker formava um coração branco. Ao final de cada música a cantora dava declarações apaixonadas, cheguei até frustrada por não tem ninguém para chamar de meu. Ai ai! Esse ano vou curtir duas datas assim porque ainda vou pegar o dia dos namorados brasileiro.

I Love you back.

Olá pessoal, como estão? Bom, não postei meu diário de viagem, mas escrevi sobre outras coisas, esta valendo também, né? Sendo assim, vou redigir o post dos dias que estou devendo, ok?

O sexto dia aqui em New York já foi diferente. Esfriou e muito! O pior é o vento que parece cortar a nossa pele e fere os lábios. O vento é tão forte que a gente tem dificuldade para andar conta e em um momento, em que estava esperando um sinal ficar verde, fui levada para trás, dei uns dois passos involuntários até conseguir me recuperar. Por canta disso estabelecemos que deveríamos fazer atividades indoor.

Primeiro fui a uma loja de fantasias a New York Costumes, nada de espetacular e garanto uma coisa, as lojas da nossa Ladeira Geral, na região da 25 de março em São Paulo são muito mais diversificadas. Mesmo assim, comprei um sapato de Dorothy, a Dorothy e a Alice são minhas fantasias favoritas. Agora quero muito ir a uma festa a fantasias no Brasil. (As festas de fantasias são minhas favoritas).

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Achei tão lindo esse sapatinho que resolve compartilhar com vocês.

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Indo para o MoMA achei a loja da Lindy. Amiga, não sabia que você estava podendo. Outra coisa, queria comprar um I-phone para mim, mas ta difícil. Na Apple ele custa US$399, porém você tem um ano de contrato com a AT&T, aqui na Times Square um amigo comprou por US$500, de um árabe que já vem desbloqueado. Não acho que vale muito a pena. Tudo que você compra aqui paga uma taxa que é cerca de 9% a mais do preço da etiqueta, ou seja, o I-phone é caro e ainda corre o risco da polícia federal te tirar o aparelho ma chegada ao Brasil.

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Olha os prédios de apartamento de NYC, todos são geminados e olhei dentro deles, do MoMA da para dar uma espiadela, todos são bem decorados. Quer morar em Manhattan? Esqueça prédios com lazer total.

Depois fomos ao MoMA, museu de arte moderna que fica bem aqui pertinho e eu não sabia, tem obras de meus artistas favoritos como Marcel Duchamp, Henri Matisse, Piet Mondrian, Joan Miró (muitas obras dele, uma delícia), Claude Monet (tem um quadro enorme dele numa sala, que só cabe ele), Andy Warhol (achei que ia ver mais coisas dele e do Roy Lichtenstein também) e Lyubov Popova. Se você é fã de Pablo Picasso, não pode deixar de visitar esse museu, tem grande variedade de obras do pintor! Também tem obras de Salvador Dalí, Vicente van Gogh e Frida Kahlo.

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Parte de um Monet.

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Miró.

Quer ver mais fotos? Clique aqui, tirei um monte, pena que foi com minha câmera portátil. A minha chara Abelhuda já viu, adoro o Multiply a gente fica sabendo quem entrou no álbum. Sei que meus ex-namorados e atuais desafetos entram no Multiply com certa freqüência.

Deboras vamos fazer assim, quando estiver falando da Blanche uso o abelhuda e da de Osasco uso conterrânea, ok?

Almoçamos tarde, umas quatro no nosso restaurante favorito do momento o Stardust, aquele restaurante que eu já contei aqui que os garçons viram cantores e dão o maior show.

Mais tarde assistimos Mamma Mia! mais uma vez, me tornei fã do musical no ano passado e queria muito revê-lo. É risada do começo ao fim. Para quem esta longe da Broadway super recomendo o filme, não tem o charme do musical, mas quebra o galho e dá para conhecer um pouco da história. Aqui dou uma dica: quem não sabe muito inglês e vem para aterra de Oba ma à melhor coisa a fazer é assistir ao filme do musical assim não ficará boiando durante a peça, minha mãe faz isso e dá certo.

Depois do espetáculo jantamos na Applebeer’s um restaurante do tipo que eu não gosto. Pedi uma pizza vegan e o sabor nada se comparava nossa típica pizza paulistana.

Hoje o dia começou cedo, a primeira atração foi um show de basquete na Madison Square Garden o local nada se compara com nossos estádios, nem com os argentinos a se começar pelo banheiro limpo cheirando a pinho.

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Um dos jogadores.
Ficamos muitas horas vendo esse show e quando saímos de lá já era hora do almoço. Comemos num restaurante chamado Via Brasil na Little Brazil para mim, que sou vegetariana, só tinha como opção legumes congelados e refogados na manteiga, foi sem dúvida a refeição mais insossa que fiz aqui em New York desde que cheguei.

Mais fotos clique aqui.

 

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O restaurante é bem bonito, recriaram a calçada de Ipanema.

De tarde fui a Century 21 com meu pai e passamos a tarde inteira e grande parte da noite comprando coisas para ele. De noite jantamos no Planet Hollywood, mais um saudável hambúrguer vegetariano… quero a sopa da Vera, alguém avisa?

Hoje aqui nos Estados Unidos comemora-se o Valantine’s Day, uma espécie de dia dos namorados. Todas as lojas estão enfeitadas com corações, só que nesse dia não troca-se presente apenas com o namorado e sim com quem se ama. Será que vou ganhar presente?

 

Beijos para Guilherme, Terezinha, Dani, Kessy, Magali, Vera, Karina, Isabela, Fernanda, Lineu, Edneusa, Cecília e todos os meus outros amigos e familiares…

 

 

Outros posts sobre o assunto: Como casar adorando Shiva; O que o namorado quer para o dia dos namorados; Dicas de presentes para a namorada; Por que eles se casam com algumas garotas e não com outras; Presente para o namorado; Promessa de Santo Antonio; Simpatias para Santo Antonio 2008; Simpatias para Santo Antonio 2009; Trilha sonora para o dia dos namorados; Valentine’s Day e Promessa de Santo Antonio.

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