Blog do Sonho Eterno

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Se me perguntarem se vale a pena ver The Rockettes, o espetáculo natalino mais tradicional de Nova York, lá no Radio City eu responderia na hora não. No início do ano pude ficar um mês inteirinho na Big Apple, comecei o ano lá então pude assistir esse especial de natal. Eu não gostei, achei meio bobinho, se for com alguma criança pode valer a pena. O show consiste em várias meninas pequeninas dançando e elevando as pernas num colã bem cavado. Na verdade, como é chato de mais, deve ser um atrativo para levar os homens ao local. Não recomendo!

 

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Ellen Stardust Dinner: É de longe o meu restaurante favorito por aqui. Não pela comida, que é tipicamente americana, cheia de sanduiches e massas, mas pela decoração do local, toda dos anos 50, baseada num concursos de misses do metro que tinha na época. O mais legal disso tudo são os garçons, que servem as mesas cantando músicas antigas e de musicais da Boadway. O clima do restaurante é super animado desde o café da manhã até o jantar, já fui em todos os horários e super recomendo. O meu cantor-garçom favorito é o Jonnathan que além de gatinho, tem uma voz maravilhosa. Deus foi muito generoso com ele deu muitos encantos num só corpo. Quem quiser ir ao local e conhecer meu garçom favorito agende sua visita para um sábado, agora ele só trabalha aos sábados sabe-se lá porque. Para os vegetarianos tem opções de veggie-burguer, mais de um tipo de massa, saladas e sobremesas com sorvete, já provei a taça simples e a banana split, super recomendo, aliás sorvetes e doces nos Estados Unidos são uma delícia. O que não gosto de lá é que as mesas da região do centro são muito próximas, além de escutar a conversa ao lado, ainda corre-se o risco de esbarrar nas pessoas, derrubar coisas da mesa, minha mãe já quebrou uma taça. E diferentemente desse tipo de restaurante no Brasil, onde a gente pode ir curtir uma música e ficar um tempão, lá é tudo bem fast você chega, come e se perguntam se quer uma sobremesa e você diz não, afinal é impossivel comer sobremesa aqui, um local onde servem tanta comida, já trazem a conta sem você pedir, tipo mandando você ir embora. Eles servem café da manhã, almoço e jantar.

Max Brenner: Uma chocolataria linda, para comer sobremesas deliciosas ou apenas levar chocolate para casa. Quem quiser, tem também opções de almoço, lanches… mas não deixe de pedir alguma coisa cheia de chocolate, a apresentação do prato é linda e o sabor fenomenal. No dia que comemos lá, por volta das 10h da manhã, nem almoçamos, os pratos são exagerados e o preço um pouquinho alto, mas vale muito a pena. O lugar é lindo, aconchegante, charmoso e limpo. Achei interessante porque eles aceitam minorias como funcionários, tinha um garçom anão.

Planet Hollywood: É um restaurante que a turistada adora, além de ter um acesso super fácil porque fica no coração da Time Square. Lá a decoração é super-poluída, cheio de figurinos e outros objetos de filmes, para dar o ar hollywoodiano a coisa. As pessoas sempre levam câmeras e tiram muitas fotos por lá. O atendimento é fofo, tanto as hooters como os garçons são simpáticos. O preço é um pouco salgado, você gasta facilmente US$60 numa refeição para duas pessoas sem sobremesa. Mas vale a pena almoçar pelo menos uma vez lá para conhecer. Uma dica, que acho super gostosa, é o drink que se chamava Bananarama e agora é Spiderman. É tipo um milk shake de banana, com calda de chocolate. Eu adoro. Para vegetarianos tem opções de veggie-burguer, batatas, pizza que queijo e macarrão. Enjoy! Eles servem café da manhã, almoço e jantar.

Bombay Indian Cuisine: Quer comer num restaurante com um atendimento simpático, uma comida indiana deliciosa num ambiente tranquilo, , limpo, agradável e com musiquinhas indianas suaves? Vá ao Bombay Indian Cusine, que fica na 9ª avenida, no número 764. Fora o preço super amigável, com direito a duas entradas, sobremesa e US$5 de tip, gastamos pouco mais de US$35. Os garçons são super queridos e ficaram todos felizes quando viram que eu sabia o nome de muitas comidas indianas. A 9ª avenida as vezes fica meio esquecida da turistada mas é um ótimo lugar para se explorar e conhecer. Na segunda vez que fomos ao local, ganhamos como cortesia uma sobremesa, um pudim de arroz com água de rosas. Estava delicioso e indico. Eles servem almoço e jantar. Durante a semana, na hora do almoço tem um super desconto na comida, aos domingos, até as 15h o almoço é tipo buffet.

Hard Rock Café: Embora não goste da comida do HRC, sempre tenho que entrar nele, primeiro porque fica ao lado do meu hotel, segundo porque a decoração é toda maneira com peças de famosos do mundo da música. Inclusive na entrada eles tem uma coleção de roupas dos Beatles, imagino o quão caro não foi. Para mim, possuem o pior hamburger vegetariano da cidade, pelo menos dos que conheço o preço é meio salgado, mas gosto dos drinques não alcoólicos, aliás aqui em NYC é muito fácil achar drinques sem alcool, o que também é legal. O preço de dois lanches para duas pessoas com direito a bebidas (cerveja para minha mãe e drinque sem álcool para mim) ficou em pouco mais de US$50. O HRC fica aqui na Times Square, debaixo de um luminoso com o nome dele. Deem uma espiadinha na lojinha, tem umas Barbies lindas, eu até tenho uma delas na minha coleção.

Pommes Frites: É uma bimboca que só vende batata frita. Embora eles tenham a “fama” da melhor batata frita do mundo, não sei se é porque fritam a batata duas vezes o que inclusive aumenta a gordura da coisa, ou porque a batata é importada(!), só sei que minha mãe odiou o lugar, achou super apertado e desconfortável. E cá entre nós, né? Batata frita é batata frita em qualquer lugar do mundo. Escolhi com o molho de cheddar e confesso para vocês, a batata com queijo (sem bacon, é claro) do Outback de São Paulo é muito melhor ou as que acompanham lanche aqui no Planet Hollywood. Fora que não gostei do atendimento, a vendedora-cozinheira super mal-humorada e sem a menor paciência. Para beber, duas geladeiras meio capengas com alguns poucos refrigerantes. Vamos ser realistas, né gente? Pagamos US$10 num cone grande de batatas e duas latas de refrigerante, comemos num balcão hiper apertado, ao lado da entrada de um estoque que dava para ver que estava hiper sujo. Vamos ser alternativos com critério, né?

Apple Bee’s: Restaurante caro, que fica na rua 50 entre a Brodway e a 7ª avenida. Para vegetarianos não tem opção, pizza ou babata frita e quem é paulista (local com a melhor pizza do mundo) deve imaginar o quão estranha é a pizza americana, de Pizza Hut para baixo. Aliás, acho que abrir uma pizzaria paulista aqui ia dar a maior grana, viu? Só fui a esse restaurante uma vez, fiquei de mal humor porque não tinha o que comer. Eles tem loja em São Paulo também.

Bossa Nova Brazil: Se estiver aqui em New York City e der aquela saudade da comidinha da nossa terrinha, sei que vai dar, principalmente se ficar muitos dias uma dica é o Bossa Nova, restaurante simpatiquinho, com garçons super prestativos e amigáveis que servem comida tipica brasileira. Uma atenção especial ao manjar de coco, uma delícia.Fora que você come ao som de música brasileira, a única coisa é que os garçons não falam portugues. O restaurante fica na 9ª avenida. Um almoço para duas pessoas, com direito a um café e uma sobremesa sai em torno de US$50. Eles servem almoço e jantar somente aos finais de semana, durante a semana só jantar. Pode ser que a programação mude na primavera, foi o que a garçonete nos disse.

Via Brasil Inc: Para vegetarianos como eu, não tem opção de prato pronto, como foram bem gentis, fizeram um prato para mim de salada e legumes cozidos. O restaurante é fino, elegante e bonito, o atendimento, como a maioria dos brasileiros, é super simpático, é legal visitar lá quando se está cansado do atendimento seco e frio dos americanos. Uma boa dica para quem aprecia a comida nacional. O restaurante fica na rua 46, também conhecida como Little Brazil no número 34 West. Ah, foi a comida o precinho é um pouco salgado.

Pizza Hut: Bom, a Pizza Hut é a Pizza Hut que vocês já conhecem. Porém, diferentemente do Brasil, ela é um local bem popular, a gente pede a pizza em filas, fica esperando de pé e quando fica pronta podemos comer no local ou levar para o hotel. Levar para o hotel numa caixa não é uma boa possibilidade, comer no restaurante parece ser a opção mais razoável, mas já adianto, aqui acho que a inspeção sanitária não é tão rigorosa como em São Paulo, então as vezes meio que dá um nojinho de certos restaurantes, esse foi um deles. Mas a pizza é saborosa, pode ser uma boa opção quando se quer economizar e/ou comer algo rápido. Tem diversos endereços em Manhattan, eu já comi na da rua 34.

Friday’s: O Friday’s tem bastante filiais aqui por Manhattan, porém para vegetarianos como eu, as opções são bem limitadas. Sempre tomo uma sopinha de queijo com brócolis, uma cumbuca dela já é o suficiente para deixar satisfeito, ou se não, peço por uma batata assada com queijo, na receita original viria bacon, mas obviamente que eu dispenso. O maior Friday’s do país fica na 7ª avenida, número 761, esquina com a rua 50. Tem uma filial dele aqui também na Times Square, mas eu não gosto muito do atendimento deles, tem pouco garçom para o tamanho do local e quantidade de clientes, daí o serviço fica super demorado.

Subway: Lanchonete já conhecida dos brasileiros, aqui tem uma em praticamente cada quadra. O legal do restaurante é que você meio que monta o lanche da forma que quiser, então tem várias opções para os vegetarianos… o estabelecimento cheira pão, o que é uma delicia. É uma alternativa barata para um lanchinho gostoso de manhã ou de tarde, e ao meu ver, bem melhor que o Mac Donald’s ou Burguer King no quesito saúde. Se você se sentir constrangido porque não sabe falar os nomes dos vegetais em inglês, por exemplo, fique sossegado, na vitrina dos lanches tem um adesivo com o nome de cada ítem e a foto, fica muito mais fácil. Em dois lanches pequenos e em duas garrafinhas de água pagamos cerca de US$10. Tem muitos endereços em Manhattan, eu fui em alguns, mas o meu preferido é o da rua 41, entre a Broadway e a 6ª avenida, é o único lugar que colocam 6 fatias de queijo, nos outros só a metade!

Wholefood Market: Não é exatamente um restaurante é um local onde vende comidas prontas, onde colocamos em embalagens de papelão e podemos comer em casa ou numa praça de alimentação, que fica lotada na hora do almoço, no local. Minha mãe detesta o local, primeiro que não gosta de comer em embalagens descartáveis, depois detesta a idéia de dividir mesa com desconhecidos, isso tem muito por aqui, fora que fica um falatório e como é um sucesso, fica muito cheio, muita gente indo e vindo. Porém para mim, vale a pena sim enfrentar toda essa gente porque a comida é deliciosa. Eles tem vários buffets só de sopas, comida macrobiótica, vegetariana, indiana – que é a minha favorita. Sempre tem samosa e o recheio é bem picante. Em qual lugar de São Paulo é tão fácil comprar samosa no meio da tarde sem ser num restaurante típico de comida indiana? É por essas e outras que eu amo muito New York.

Baluchi’s: Esse é o restaurante indiano preferido de minha mãe. Aqui por Manhattan tem vários e a gente meio que acaba só comendo nesse. Os pratos são bonitos – daqueles que a gente come com os olhos, deliciosos, picantes e com o sabor da índia que eu adoro. O preço não é dos piores, numa refeição para duas pessoas, incluindo duas entradas, gastamos US$56. O atendimento é meio frio, como a maioria das coisas aqui em NYC, a garçonete não anota nada do que a gente pede, temos a impressão de que vai vir tudo errado, mas no final as coisas funcionam. O clima é agradável, sempre com uma musiquinha indiana ao fundo. O restaurante não é 100% vegetariano, mas tem muitas opções para as pessoas que não comem carne assim como eu. Adoro a samosa de lá e um pão que eles meio que servem com vários pratos. Minha mãe ama o arroz dos indianos mas não tenho como palpitar porque não como arroz. O restaurante é uma rede e tem em vários locais em NYC, mas eu sempre como no Soho. O endereço do Soho fica entre a rua Spring e a Greene.

Jewel of India: Mais um restaurante indiano aqui em NYC. Só que esse é mais fino e a decoração também é mais bonita. É um local sossegado aqui na região da Times Square, se quiser fugir da loucura da Times, fica aqui a dica. Frequentado por família de nova-iorquinos, estava meio vazio, não é o tipo de restaurante que o turista gosta, preço alto e nenhuma atração show. No primeiro andar funciona o sistema a la carte quando chegamos, por volta das 15h a cozinha já havia fechado, então fomos para o andar de cima, num sistema de buffet. Além de entradas em saladas, pratos quentes, tinha também duas opções de sobremesa. Gastamos US$60 num almoço para duas pessoas no sistema self-service, o que nos fez achar o restaurante meio carinho. Para não fazer como eu, o horário do almoço é do meio-dia as 15h e o jantar a partir das 17:30 até as 23h. O restaurante fica na 15W, na rua 44. Praticamente do lado do hotel Marriott Marquis.

Thai Café: Só comi uma vez nesse restaurante vegetariano e tailandês que fica bem próximo do pier 17. Eu que amo comida indiana, feita para ocidentais, então apimentada, mas nem tanto, achei a comida muito quente. Tanto é que o que não faltava em nossa mera era um copo d’água que o garçom ficava a toda hora abastecendo. A sopa, o queijo tofu, a salada… tudo gente com muita pimenta. Minha mãe e meu pai que tem a tolerancia a pimenta menor que a minha não conseguiram finalizar o prato, eu fiz um esforço. Ao final pedi um sorvete, e morri de medo dele ser apimentado, já que um doce indiano, o chutney é. Depois de um período de ansiedade, surge o garçom com um sorvete normal de baunilha. Só recomendo para quem gosta muito, mas muito de pimenta. O atendimento é amigavel. O restaurante fica na esquina da Fulton com a Gold St.

Red – Mexican Food: Esse é um dos restaurantes favoritos de minha mãe, um dos poucos onde se é possível comer arroz e feijão aqui em New York, sem ser nos típicos brasileiros, dentro dos mexicanos taco. O que gosto desse restaurante é a entrada, douritos (como chama o douritos na comida mexicana?), com um molhino apimentádo super gostoso, a pimenta é suave e a consistência é leve, com uma nota que coentro, que eu amo. Super aconselho comer lá quando estiver pelas bandas do Pier 17 ou ponte do Brooklyn, que é tudo meio perto.


Adoro essa foto inusitada da noiva de galocha. Ficou tão interessante, que por um momento eu pensei que seria possível.

Tudo bem que as galochas são volumosos, desajeitado, e disforme. Também não são tão confortáveis, principalmente para dias muito frio, elas não protegem 100%, porém vão deixar seu pé bem sequinho, ou seja, não há calçado melhor para um dia chuvoso, para quem é de Sampa é super útil e para as pessoas, assim como eu, que curtem uma vida no mato de vez enquando também. Afinal de contas quem aí já usou chinelo na lama e saiu com o bumbum limpinho? Falo disso por experiencia própria.

Desde que fui a Nova York pela primeira vez, comprei uma galocha, aliás, cada vez que ia comprava uma, ou seja minha sapateira está lotada. Aqui no Brasil as botas desse estilo seguem a linha industrial ou uniformes, ou seja, além de não ter glamour nenhum, combinam no máximo para lavar quintal. Observei quando as primeiras galochas,  que lá na terrinha do tio Sã, as brandless que custam em torno US$40, chegaram aqui por R$300. Também, um ano mais tarde, ví essas simpáticas botinhas invadindo as Renner. Porém a coisa aqui ainda não pegou, seja pelo preço ainda meio salgado ou porque brasileiro não é muito ligado a moda utilitária, porém para aqueles que tem a bota, ou querem comprar, e não sabem como usar, fica aqui o post.

Fui até o mundo das celebridades para buscar inspiração para o post.

Com muito o estilo

Sleek and chic looks with rain boots 

 Atrizes Hilary Duff e Ashley Olsen usam botas de chuva de uma forma mais elegante. Duff está com a bota na mão porque estava saindo da pedicure, na hora da foto, a atriz estava com aqueles chinelos horríveis de salão de beleza. Uma das formas mais fáceis de usar as galochas é com calça legging ou calça skinning, porém não é com todo o corpo que essa combinação fica legal. As atizes combinam com casacos, óculos de sol e bolsas de marca.

Galochas com jeans

Quando o assunto é galocha, parece-me que a combinação mais popular é calça jeans, daquele modelo skinning, por favor, né, se não fica aquele volume horrível no cano da bota. Nas fotos acima,  a atriz Hilary Duff optou por um jeans com tonalidades de cinza, uma max-bolsa e como dá para ver, estava chovendo. Assim como na foto de Rachel Bilson a gente percebe nitidamente o piso molhado. Bilson também usa uma capa de chuva toda estilosa. Por fim, Ashley Olsen, também misturou o jeans com a galocha. Você gostou da combinação com a bolsa laranja da Ashley?

Sem perder a feminilidade

Feminine looks with rain boots 

A combinação galocha + vestidinho, é uma mistura simpática e super-romantica. Os vestidinhos florais compensam o peso da bota e desmistificam que só podem ser usadas em dias frios, não, as galochas são para serem usadas em dias de chuva e também no campo no meio da lama, ou mato… Na fotos acima, temos da esquerda para a direita Natalie Portman,  Nicola Roberts e Gemma Arterton, com um super-mini-micro vestido.

No mato ou na lama

Rock looks with rain boots

Confesso que a primeira vez que comprei uma galocha pensei em usá-la na lama, essa seria sua maior função. Antes ia muito para uma fazenda em Paraty, o lugar, segundo os nativos, era o morro onde mais chovia no Brasil, tanto que muitas vezes não estava chovendo no centro da cidade e nas praias e lá no meio da montanha, entre a floresta, estava debaixo de um diluvio. As fotos acima temos sugestões para esse tipo de uso. Reparem que a coisa fica legal porque as meninas estão com shorts, uma bermuda, por exemplo, não iria ficar legal, porque encurta as pernas. Então as galochinhas também vão bem em shows ao ar livre, raves, fazendas… Lily Donaldson apostou num look todo preto, a super-modelo Kate Moss num estilo hippie chic e por último a roqueira Elizabeth Jagger, com um pouco mais de cor e jeans. 

 Naquele programa A Fazenda da Rede Record ví muitas pessoas, até os meninos, de galochas.

 

Mateus Rocha, Xuxa e Igor Cotrim, na forma utilitária das galochas. Repare que como falei no início do post essas botinhas não tem o mesmo charme das outras galochas-fashion que coloquei fotos anterior, que viraram sim produto fashion.

Para os dias frios

Tailored looks with rain boots

Nas fotos acima, além das boninhas com calça sequinha, Nicole Ritchie, Lindsay Lohan, e Julianne Moore usam casacos, lenços… é mais ou menos assim que a gente usa as galochas no inverno de Nova York.  A combinação galocha + capa de chuva é super válida e existe para usar em conjunto.

Estilo Casual

Casual looks with rain boots

Drew Barrymore, Mandy Moore, Keri Russel, e Anna Lynne McCord não perderam o estilo ao usar as galochas. Embora achei que a primeira foto, a de Drew deu uma super-valorizada em seus quadris, os outros looks estão bem bacanas e podem sim serem “copiados”.

 A Princesa das galochas

 

Vocês precisam concordar comigo, Suri Cruise é a coisa mais fofa desse mundo com galochas. A herdeira de Tom sempre usa essas botinhas com seus vestidinhos fofo, repare na foto do meio a pequena fazendo charminho para a sua mãe. Aliás, acho que são as crianças que mais se esbaldam com as botas de borracha.

E mais crianças

Tá, aqui no Brasil não é novidade nenhuma as galochinas para os pequenos, eles se divertem com as botas coloridas e até alguns modelos desenhados. Na fotos acima temos Matilda com sua mãe Michelle Williams, na do meio Christina Aguilera carregando Max Bratman, que usa um modelo super fofo,  e na última Jennifer Garner e Violet, nessa foto mãe e filha estão de galochas.

A maior parte das galochas acima (essas que tem uma etiqueta branca na frente) são da Hunter Original Rain Boots, a marca mais hype do calçado. As botas de Hillary Duff e  de Rachel Bilson são de uma edição especial das Jimmy Choo chamada Hunter Crocodile-Embossed Wellington Boots, que nada mais é que uma padronagem que imita pele de crocodilo.

Dedico o post de hoje ao domingo untra-chuvoso que fez aqui em São Paulo, as galochas são super úteis num dia desses, afinal de contas ninguém quer ficar em casa ou ficar com os pés molhados.

Tenha uma ótima semana.

Hoje apresentaram a nova camisa, a de número 3, do Corinthians. Meio que inspirada no mascote do time, vocês não acharam que essa cruz no meio lembra a roupa do mosqueteiro? Ou estou viajando?

 

Achei que ia conseguir fazer uns posts de moda para o blog nesses dois últimos dias de férias, mas é impressionante, quanto mais tempo temos, menos sabemos administrá-los.

Todas as vezes que vou à Nova York sinto como se a coisa fizesse muito bem para mim, nesse último tempo que fiquei lá, embora tenha engordado um pouquinho por conta da comida gordurosa demais e falta de refrigerantes light, algumas coisas boas aconteceram. A primeira é que nosso inglês sempre dá uma melhoradinha, né? Ficar um mês se comunicando, comprando, vendo tevê no idioma ajuda a gente andar para frente, fora que alguns medos se vão. Antes, as primeiras vezes que fui ao EUA me dava uma ansiedade de entender e ser compreendida, muitas vezes ensaiava frases em casa antes de me expor, coisa que não acontece mais, agora é tudo mais natural, embora a comunicação nos restaurantes indianos seja, digamos, mais complicada, que sotaque é aquele? Minha mãe também evoluiu nesse aspecto agora tenta se comunicar ao invés de me chamar.

Também vi que embora estivesse num dos lugares mais lotados e mais turísticos de Nova York, ou seja, a Times Square, não era tão invisível o quanto achava que era. Por exemplo, um dia um moço, desses que vendem busstour na rua me parou e me perguntou de onde eu era, já que me via a tanto tempo na Times. Também ficamos conhecidas, minha mãe e eu, nos restaurantes onde mais freqüentávamos o badalado Ellen’s Stardust Diner, e dois mais intimistas na 9ª avenida, o Bossa Brazil e o New Bombay, nesses últimos já se lembraram de nós na segunda vez que fomos. Na loja de relógio em frente ao hotel também, isso porque só fomos duas vezes lá. O mais inusitado foi talvez no Madison Square Garden, no jogo do Rangers, o rapaz da revista da entrada uma hora passou por mim, quase no final do jogo, e disse: -Hey, você é a brasileira, lembro de ti. E eu avoada que sou não me lembrava da cara dele. Portanto, não se iludam que do outro lado do hemisfério ninguém vai guardar a sua feição. Ah, e teve o episódio de ter encontrado um leitor no blog no meu hotel também, né? Quem não se lembra? Se não lembrar, clique aqui.

No mais, amo aquele lugar, aquelas calçadas planas, quase sem buracos, onde encarar um sapatinho de salto não é nada, digamos, sacrificante e pode ser muito elegante, gente para pequenos percursos, como a ida a um restaurante, por exemplo. Amo andar pela Rua 34, onde tem o comercio mais agitado da cidade e mais ao meu alcance, mas amo mais a Rua 51, onde tem meus lugares mais amados de Manhattan, por exemplo, com a 9ª avenida tem o restaurante New Bombay, meu indiano favorito, com a Broadway o Stardust, com a 6ª o Radio City Music Hall e com a Madison a Hallmark a papelaria mais fofa de toda Manhattan. A 51 também é uma das ruas favoritas de mamãe, ela com a 5ª avenida além de ter a H&M, tem uma igreja católica muito linda, a de São Patrício. Se fosse escolher uma rua, qualquer, para morar, seria a 51. Alias, ia me poupar muito tempo também.

No mais, o balanço foi bom, só o bolso que ficou um pouco defasado, né? Também pudera um mês gastando em dólar, comprando, é impressionante como as coisas nos EUA é feita todinhas para incentivar o consumo. Sorte que eu vim de primeira classe e na primeira classe além dos mimos de ter um jantar com petisco, pãozinho (e frances, que saudades estava) alada, prato principal (que a gente pode escolher num cardápio de verdade), tabua de queijos, sobremesa (claro que não consegui comer tudo), mais conforto, poltrona mais largas e que deitam totalmente, bolsinha com coisas para cuidados e conforto, fone, cobertor e travesseiro especial, mas a principal característica é o fato de poder trazer 3 malas, a gente não pega fila no embarque e as malas são as primeiras a saírem na esteira. Eu trouxe 3 malas cheias e o pior, ainda consegui deixar coisas para meus pais trazerem, já que eles ainda estão em Manhattan. Mas passei o maior sufoco já com as malas em punho. Acredita que aqueles carrinhos de levar malas não agüentam 3 malas cheias. Coloquei minhas malas num carrinho, e o mesmo não andava para frente. Depois, troquei, achando que o carrinho estava quebrado. E de novo! Só andava de ré. Então a solução foi andar de ré, nas filas, na polícia federal, no desembarque até o táxi. Gente do aeroporto, façam um carrinho especial para quem esta viajando sozinho e tem muita bagagem, né? Eu fiquei louca atrás de um carregador, mas nem isso achei.

Ontem fizemos ma reuniãozinha aqui em casa, só com gente bacana, tipo uma festa de boas vidas, teve o Gui, a Dinda, a Laís (que chegou no mesmo dia da França), o Leo, a Ferd, o Lineu e a Edneusa, foi bom para dar umas risadas, matar a saudades e colocar a conversa em dia, afinal de contas, ninguém é de ferro, né? Estou morrendo de saudades da mamy qe está passando o maior frio nos EUA, e hoje, ah, hoje é oo nosso Jonathan’s Day, mas minha mãe vai sozinha.

Um beijo e só me convidem para programas na faixa nos próximos meses.

Estou dentro do avião voltando para casa. Despedi-me de Manhattan, aliás, há dias, mais ou menos desde a última semana estava me despedindo da cidade. Olhando para os lugares que mais gostava como uma possível última vez, vai saber né? Mas deixar Manhattan, e não só deixar a cidade, como os meus pais que ficaram lá para curtir um pouco mais as férias, significa deixar um sonho para viver a minha realidade.

A realidade de uma carreira profissional ruim e sem nenhuma perspectiva na minha atual firma. Ou viver num local com uma violência gritante, onde a gente se torna reféns dos bandidos ou não podemos ter as coisas que conquistamos, porque sempre vai tem alguém querendo tomar aquilo de você, nem que seja te matando…

Deixei para trás a vida de Carrie Bradshaw para entrar na minha própria vida. Agora não vou mais passear pela 5ª avenida, vou subir a Antonio Agú. Ao meu alcance rápido não estará a Chanel ou a YSL, tá bom vai, a Century 21 ou a H&M e sim a Torra Torra e o Magazine Demanus, isso é desesperador. Ao invés da tranqüilidade de andar numa cidade segura, onde posso usar meu laptop na rua ou no trem, vou chegar a São Paulo e minhas amigas logo vão me contar pelo menos meia dúzia de atrocidades que aconteceram com nossos conhecidos nos últimos 30 dias, dentre seqüestros, assaltos e outras pequenezas dignas de um país de terceiro mundo! E é disso que eu tenho mais medo.
Voltar para a realidade é duro, não tem mais o príncipe Jonathan, ou a Sephora ao nosso alcance para deixara gente mais bonita, a MAC tem, mas a custo de maquiagem francesa da mais cara… e a pé, como eu ia a várias MACs por Manhattan, no máximo que eu chego é a carinha Contém 1g, que não chega aos pés da marca canadense.

Em contrapartida, existe algo muito legal em voltar, não é o lugar óbvio e muito menos meu emprego ruim, são as pessoas. Reencontrar meu irmão e minha tia Terezinha, certamente me trará felicidade, assim como a possibilidade de ir a um jogo de futebol com torcida de verdade, para quem não sabe a torcida americana não chega aos pés da brasileira. Poderei matar saudades das minhas amigas foferrímas, a Ferd, a Hari, a Bia, a Kaka e muitas outras, aliás, quando estava nos EUA estava em contato com a Marta e a Jú, ambas eram muito minhas amigas na época do colégio e me deu uma saudade…

Tá certo, a coisa perdeu um pouco do brilho, o sonho também acabou, mas tem um lado interessante em voltar…

PS:  Gente, eu escrevi isso no avião, mas quando puderem ler, é porque já estou em casa. Um grande beijo a todos, venham me ver.

Gente, eu já tenho 21 páginas de dicas de lugares para se conhecer, comer, comprar aqui em NYC, até o final da viagem creio que isso aumentará um pouquinho. Porém, quero a ajuda e vocês, meus amigos e dos leitores desse blog para eleger quais postagens devem vir primeiro. Lembrando que quando escolher outros, por favor, diga o que, pode ser uma sugestão para um novo tópico aqui no blog.

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Quem entrou aqui por causa das dicas de NYC, é só clicar nesse link aqui, você será direcionado a uma página onde tem tudo o que já escrevi de NYC. AProveite!