Blog do Sonho Eterno

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Hoje chegou a minha revista Elle. Na contracapa tinha uma bonita foto de Audrey Tautou, a atriz protagonizou a Coco no filme Coco Avant Chanel. Não sou muito amante da fragância, porém adoro a atriz, mal posso esperar para ir ao cinema.

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Comprei antes do lançamento o DVD no Submarino, assim quando o filme estivesse disponível receberia em casa. Estava curiosa sobre a história já que o livro (que inspirou o filme) foi um best seller e eu não tinha lido.

O filme estrelado por Jennifer Aniston e Owen Wilson, que interpretam respectivamente Jenny e John trata a história de um casal recém casado que compra um labrador, o Marley. A história é sobre esse relacionamento, a maioria das vezes conturbado, principalmente pelas atrapalhadas do cãozinho.

Se você é apaixonada por seu bicinho de estimação, não assista é muito triste. Eu comecei a chorar (de soluçar) do meio do filme ao fim.

Quer cascar o bico? Assista ao filme Divã é garantia de gargalhadas do início ao fim do filme. A história de Mercedes, uma mãe de família e suas aventuras quando começa a consultar um analista. Uma comédia da vida real que nos leva a pensar na nossa própria vida. Não sei se ainda esta em cartaz nos cinemas já que o lançamento foi em 13 de março de 2009.

Estrelado por Lílian Cabral que esta excelente como protagonista e com um grande elenco comporto por José Mayer, Reynaldo Gianecchini, Cauã Reymond, Alexandra Richter. É dirigido por José Alvarenga Jr., você vai suspirar a cada entrada de Reynaldo Gianecchinie Cauã Reymond em sua tela. Recomendo para quem quer dar muita gargalhada.

Born Into Brothels

Aluguei o filme porque tudo que é indiano me chama atenção. Nascidos em bordeis é um documentário incrível, sobre crianças filhas de mães prostitutas e pais traficantes que nascem e vivem em bordeis num bairro periférico de Calcuta… já da para imaginar que a vida deles não será tão diferente, as meninas provavelmente também entrarão para a prostituição e os garotos terão de continuar a trabalhar em subempregos pelo resto de suas vidas. Porém a fotografa Zana Briski vai à comunidade e ensina as crianças a fotografar e os incentiva a registrar com suas lentes a realidade onde estão inseridos. Ela tenta os colocar numa escola e é a grande missão do filme: tentar mudar o futuro daquelas crianças.

Quando eu estou com uma câmera nas minhas mãos eu me sinto feliz. Eu sinto que estou aprendendo algo… Que eu posso ser alguém. Suchitra, uma das crianças que aparecem no documentário.

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Assisti ao filme Maya, tinha comprado o longa faz tempo, quando minha mãe e meu irmão viajaram para os Estados Unidos em julho, não o assisti antes porque o aparelho de DVD do quarto deu erro de região, então tive preguiça de assistir o filme sentada na sala, porém não tinha idéia do filmaço que estava perdendo, completamente diferente daqueles filmes óbvios americanos.

Primeiro vale lembrar que desconheço qualquer versão do filme legendado ou dublado, mais um filme que a gente tem que entender de inglês e serve para a gente conhecer os absurdos culturais de áreas afastadas da Índia, que embora sejam práticas ilegais, ainda acontecem. É a história de um garoto de 11 anos e de sua prima de 12 que como toda criança dessa idade comete suas travessuras, mas a história começa a mudar numa noite em que a pequena Maya vai ao banheiro urinar e com medo de usar a latrina por haver uma lagartixa, urina no meio do quintal. Na manha seguinte, sua mãe descobre ao achar o paninho que ela usou para se limpar, que sua filha teve a primeira menstruação. Nesse ponto, o filme começa a ficar um pouco mais angustiante, porque se focaliza no drama do garoto desobediente, que se inquieta por algo que não conhecemos e passa a ser rebelde, e sofrer os castigos por isso.
Logo após aquela noite, começam os preparativos para celebrar que a menina agora é mulher. A família encontra sacerdotes necessários para a cerimônia que abençoaria a garota, porém nada mais é que um monte de velho estuprando uma garotinha. Agora ela é mulher. A menina possui uma atuação impressionante: sua expressão corporal muda assume momentaneamente um jeito sóbrio, torna-se outra. Triste mas conformada. Recomendo que tiver a oportunidade de assisti-lo, não deixe de fazê-lo.

Minha Avaliação

A história passa na Espanha, século XVII. O país está assolado por uma série de guerras sangrentas. Nesse cenário de perdas e mortes, um personagem clássico ressurge das cinzas: Don Juan (Jacques Weber), depois de seduzir e prometer casamento à bela Elvira (Emmanuelle Béart), a abandona e foge. Atrás dele vão os dois irmãos da donzela, prontos para lavar a honra da família. Na fuga, Don Juan e seu criado acabam vitimas de uma tempestade, indo parar numa ilha desconhecida. É ali que o incorrigível conquistador se envolve com mais duas beldades a Mathurine (Penélope Cruz) e Charlotte (Ariadna Gil). O incorrigível conquistador ganha uma versão atualizada. Mas ágil, mais moderna, com o melhor humor. e com belas atrizes, porém ainda fico com a versão antiga, porque Don Juan é mais bonito, sedutor e empolgante. Quem pode se apaixonar por um velho e gorducho?

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Somewhere in Time

Nem era nascida quando lançaram esse filme, porém minha mãe me falou tanto dele que tive vontade de assistir. Já adianto, não chorei no final, porém é um filme muito bonito e triste. Mulheres em geral gostam de filmes tristes! Outro fator interessante é que todos os programas televisivos quando quer dar ênfase que alguma coisa é triste, colocam o tema musical do longa.
O filme começa na Universidade de Millfield em maio de 1972. Richard Collier (Christopher Reeve) é um jovem teatrólogo que conhece na noite de estréia da sua primeira peça uma senhora, idosa, que lhe dá um antigo relógio de bolso enquanto, em tom de súplica, lhe diz: “volte para mim”. Ela se retira sem dizer mais nada, deixando Richard intrigado enquanto volta para seu quarto no Grand Hotel. Quando esta em Chicago no ano de 1980. Richard não consegue terminar sua nova peça, assim decide viajar sem destino certo e resolve se hospedar no Grand Hotel. Lá resolve visitar o Salão Histórico, que esta está repleto de antiguidades e curiosidades do hotel, e fica encantado com a fotografia de uma bela mulher. Como não havia plaqueta de identificação Richard procura Arthur Biehl (Bill Erwin), um antigo funcionário do hotel, que diz para Richard que o nome dela é Elise McKenna (Jane Seymour), uma atriz famosa que fez uma peça no teatro do hotel em 1912. Collier fica tão obcecado com o rosto de Elise que decide não partir e então vai até uma biblioteca próxima, onde pesquisa sobre McKenna. Para sua surpresa descobre que Elise é a mesma mulher que lhe deu o relógio, que ele carrega até hoje. Richard então procura Laura Roberts (Teresa Wright), que escreveu o artigo sobre Elise. Inicialmente ela não o recebe bem, mas quando ele mostra o relógio Laura fica espantada, pois era um objeto de estimação que ela nunca se separava e sumiu na noite em que ela morreu, ou seja, na noite em que falou com Richard. Ao conversar mais calmamente com Laura, Richard toma consciência que ele e Elise tinham vários fatores em comum, mas parece que para achar a peça que falta deste bastante intricado quebra-cabeças ele terá de ir a algum lugar do passado, mas para isto precisa se desligar totalmente do presente.

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