Blog do Sonho Eterno

Posts Tagged ‘Inverno

Esse friozinho gostoso que está fazendo em São Paulo é super favorável para as garotas que amam moda. Como temos temperaturas amenas, ou seja, nada tão pesado e congelante, podemos sair de casa muito estilosas e melhor arrumada, já que no verão é muito mais propício andar semi-nua por aí,  sem o menor glamour, onde até um bracelete nos esquenta.

Uma das coisas que mais gosto de usar quando as temperaturas abaixam são meia-calças. Acho fofo, dependendo do modelo pode deixar o visú mais sofisticado ou descolado. Por isso, o post de hoje é sobre as adoráveis meias-calças, a qual sou adepta. Como sou alta, a maior parte das calças ficam meio pula brejo para mim, então uso muito mais saia, no inverno preciso combinar com meia calça para não passar frio.

Aqui vale a pena registrar uma insatisfação que os modelos de tamanho único não me servem no cós. Mesmo tendo muito elastano, como a mesma coisa vai servir numa menina mirrada de 1,50m e numa outra de 1,80m? Muita diferença, né? Vamos pensar mais nas altas fabricantes!

1. Petit Poá

As meias com pequenas bolinhas, ou pontinhos, são a febre da temporada. Super femininas, podem quebrar a seriedade do visual, atrelando a muita feminilidade. Eu garanti duas, uma fininha com bolinhas pretas e outra grossa de pontinhos brancos. Sucesso garantido.

2. Branca


 

Uma das coisas que percebi foi a invasão das meias brancas. Antes era só pensada como uniforme de copeira, babá etc, mas hoje em dia já é possível encontrá-la no armário das fashionistas. Eu já usei a minha branca no dia a dia, mas havia comprado originalmente para vestir junto com uma fantasia de mamãe Noel.

3. Cinza is the new black


Quer sair do óbvio preto, agregar criatividade e estilo ao seu look? Aposto em meias cinzas!

4. Preto é básico


Não podíamos deixar de lado as meias pretas, que são as mais populares, mas não muito criativas.

5. Listras


Listras horizontais aumentam o volume das pernas ao ponto que linhas verticais alongam. Seja qual for a impressão que quiser causar, heis algumas idéias.

6. Onça


Oncinha. Eu ainda não consegui investir numa meia dessas, só encontro tamanho único… mas é um hit da temporada. Fica lindo em quem ter pernas mais para as finas.

7.Preto e Banco


As meias preto e branco com motivos geométricos são super diferentes, ainda não encontrei nada do estilo para vender aqui no Brasil.

8. Rasgado


Sou da seguinte opinião. Desfiou a meia e o resto da roupa cabe, rasgue tudo, vai parecer de propósito. Ou já saia de casa com as meias rasgadas. Quando era mais nova e queria ter uma atitude mais rocker usava e abusava de meias rasgadas.

9. Renda


As rendas são ultra-femininas, estão em alta, mas dependendo do desenho, pode engordar. Não apostei em nenhuma meia dessas para minah coleção de inverno desse ano. Até passe para frente minha meias rendadas.

10. Tie Dye


Uma novidade são as meias estilo tie dye. Caso vá use uma meia desse modelo, é ideal que o resto da roupa seja um pouco mais básica. O lance é tornar a meia a vedete da produção.

Aqui no Brasil compro meia-calça em lojas de departamentos, tipo Marisa (acho barato e tem muita variedade, só tome cuidado com a marca Marisa, as meias nunca estão no tamanho certo dentro da embalagem), Renner e C&A. Também já comprei meias no catálogo da Avon e na loja H&M nos Estados Unidos, onde tem estampas mais ousadas, uma vez ví uma meia cheia de corações.

Outra coisa, não tenho coragem de comprar meias muito dispendiosas, afinal de contas, rasgam com facilidade ou acumulam bolinhas. Tenho para mim que a meia é muito descartável, por isso fico ligada no preço!

1. A Kessy,  minha gatinha, dorme a noite toda abraçadinha comigo. Como não tenho um namorado para isso, fico satisfeita com minha lindinha.

2. Acho que o inverno é unanimidade entre as fashionistas. Como temos um inverno bem ameno podemos usar mais roupas, sem ficar empacotadas e claro, abusarmos do charme e elegância. Coisa que é impossível em nosso verão tropical. O inverno também é a estação onde todos os cafonas se superam, colocando uma roupa mais nada a ver sobre a outra. Dêem uma andadinha pelo centro da sua cidade.

3. Passar maquiagem no frio é infinitamente melhor que no calor. Nos dias quentes a gente mau terminou de aplicar a maquiagem no rosto e ela começa a derreter, o buço ta suado, uma catástrofe total. Nos dias mais gelados a make dura mais e fica mais bonita e muito menos oleosa.

4. Comidinhas típicas de inverno. Amo.

5. Passar horas a fio na cama, coberta e quentinha, vendo um filme, com o laptop na barriga fazendo alguma coisa na net, lendo um livro ou simplesmente dormindo. Amo muito.

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Quem é amante de sapatos e gosta de compras on-line fica a dica da loja Sapato On Line. Separei abaixo os modelinhos que eu compraria, se tivesse o meu número, porém ó único que tinha o tamanho 39 foi o da TOP SHOP, me cadastrei para receber um e-mail quando o modelo estiver disponível em meu tamanho, assim que tiver uns 3 para comprar, eu fecho um pedido.



Achei meio carinho o frete. Ia fechar a compra para um sapato, o da TOP SHOP e o frete é de R$18.

Já estou no Brasil e trabalhando! Final de férias trágico! Voltei de New York direto para o trabalho… em tempos de crise, pelo menos tinha um para voltar, não é mesmo?

Não sei o que é pior de voltar ao Brasil, quando o aeroporto vai se aproximando do solo (lá em Guarulhos) a gente já vê umas favelinhas que ficam na região. No saguão do aeroporto não tem o mesmo brilho… E a cidade? Embora não enfrentamos o transito caótico de São Paulo, a São Paulo não tem luminosos, carros luxuosos e nem edifícios grandes… tudo parece tão simples. Daí chego a meu apartamento, ele é lindo, mas a vista não é para a Times Square e sim para a avenida dos Autonomistas, a avenida principal de Osasco. Daí sinto como se tivesse uma placa bem grande o tempo todo na minha frente: bem-vinda a realidade. E o pior? É aquele sentimento “será que um dia volto a New York?”

A primeira vez que fui para a terra do tio Sã levei comigo todos os preconceitos, não fui para lá feliz, fui a contragosto, queria estar noutro lugar, hoje em dia é a minha paixão. Existem muitos americanos arrogantes, mas existe uma maioria de gente boa e simpática. Sempre que falamos que somos brasileiros as pessoas dão sorriso e algumas arriscam até falar nosso idioma o que é muito engraçado. Assim como deve ser eu falando o idioma deles. No Metropolitan a moça da chapelaria bateu um papo conosco, quando soube nossa nacionalidade foi super simpática, disse-nos que os moços brasileiros são os mais bonitos do mundo. Olhem meninos, ela trabalha num local onde tem gente do mundo todo! Depois nos contou uma história que se apaixonou por um brasileiro e que tinha até pensado em vir morar aqui.

Um momento meio constrangedor é quando dizemos que somos brasileiras a pessoa lembra-se do samba, alguns sabiam até que estávamos em pleno feriado de carnaval… Em uma das minhas visitas a Sephora (o mundo encantado das maquiagens), a moça ficou toda feliz quando dissemos que éramos brasileiras, até comentou com outra colega que veio toda faceira falar com a gente e deu uma palinha no samba enquanto a outra apontava o seu traseiro… me dá um orgulho! Sabe, eu nunca gostei de samba, da melodia, da atitude e da dança, tenho um punk rock tatuado para toda a eternidade e as americanas vem sambar e apontar o bumbum em minha frente? Que raiva!

O bom de voltar ao Brasil é poder não usar tantas roupas, gosto do frio, mas às vezes machuca. O melhor é rever meu irmão e minhas gatinhas, que estava morrendo de saudades. Também estava com saudades das amigas a Fernanda e a Edneusa já vieram me mimar.

Desculpe a demora para atualizar o blog, arrumar as coisas dá o maior trabalho, fora que ainda estou meio confusa com o fuso horário, dormindo muito tarde e acordando atrasada para ir trabalhar.

16º dia

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Embora tenha chovido o dia inteirinho o dia foi bastante especial e gostoso, já sinto muitas saudades de New York. Meus pais ficaram arrumando as malas para voltar ao Brasil de manhã, dessa forma quando saímos do hotel já era hora do almoço, fomos direto para o Stardust, o meu restaurante preferido em Manhattan, o qual falei dele aqui quase todos os dias!

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Quando chegamos lá, por ser domingo, estava cheio e fomos encaminhados para o subsolo. A priori ficamos meio contrariados, porque estávamos hiper apegados ao primeiro piso, quando chegamos lá aquele garçom-músico que falei da outra vez estava lá e adivinha? O rapaz que nos recepcionou pediu que ele nos acomodasse, sendo assim, foi ele que nos atendeu. Foi uma ótima despedida do restaurante já que para mim, ele era o melhor cantor…

Pedi ao meu pai que tirasse algumas fotos dele para guardar de recordação e meu pai começou a disparar a máquina fotográfica. Recomendei parar, ele ia parecer gay! Ao final do almoço, minha sempre tão calada mãe, ela não fala inglês nem por decreto internacional embora saiba a língua, pediu para o rapaz tirar uma foto com a gente e depois uma só comigo. Senti mais ou menos a mesma vergonha que quando no meu aniversário de 7 anos minha prima Cecilia falou para o Renato (um menino uns 6 anos mais velho), que durante a manhã assistindo um desenho animado na TV, quando o príncipe e a princesa se beijaram eu comentei que era eu e ele…

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Depois andamos pela New York encharcada, andamos mesmo, a pé e de guarda-chuvas, queria me despedir de cada cantinho da cidade, comprar umas Victoria’s Secret e outras coisas.

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Passamos na MM’s a loja era vizinha nossa. Comprei uns MM’s com cores de menina e meu pai algumas peças de roupa. Lá vende mais bugigangas do que chocolate.

 

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Numa livraria esse livro amarelo em destaque é do brasileiro Paulo Coelho. Independente e você gostar ou não, dá o maior orgulho em ver um brasileiro em destaque. O livro é “O Alquimista”.

Não saímos para jantar, estávamos muito cansados. Meu pai e eu fomos tomar um sorvete numa sorveteria na Times Square (caríssimo por sinal, cerca e US$6) e não tão gostoso como os outros que havíamos tomado em restaurantes. Mas fizemos sucesso com nossos sorvetes no mar gelado, umas japonesas vieram nos perguntar onde havíamos descolado a tal delicia. Depois compramos bobagens e comemos no quarto do hotel.

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Eu e meu pai ainda na sorveteria. Quando saímos daí e andamos por Manhattam com nossa casquinha umas japas vieram saber onde compramos, sorvete faz o maior sucesso nas temperaturas negativas por lá… e quer saber? Como a temperatura é negativa, o sorvete nem parece tão gelado e a vantagem é que dá para saboreá-lo no seu tempo, porque não derrete.

Ah! Eu assumo! Amo New York!

17º dia

Eu estava muito triste. É sério! No nosso último dia em NYC estava hiper nostálgica, chorosa… não queria voltar de lá, é sério.

Fomos também ao Madame Tussauds no último dia. Na verdade não acho esse museu tão bacana, uma visita ali na vida já esta bom, e eu já tinha ido no ano anterior… fora que o acesso é meio salgado US$35 por cabeça, crianças e idosos a tarifa é um pouco mais suave. Mas queríamos ver o Obama, e foi decepção total, para tirar uma foto com ele tínhamos que ser uma foto oficial do museu por apenas US$30! A gente fingiu que ia pagar pela foto e enquanto a gente tirava a foto oficial, meu pai fazia a “pirataria” ao lado. Fizemos o mesmo com os bonecos da banda Jonas Brother, nem sei quem são, mas era uma febre juvenil lá nos EUA e nesse além de pagar, tinha fila.

 

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Uma das nossas fotos com o Obama. Conseguimos fotografar na mesma hora do flash da fotografa oficial.

Depois fomos a Century 21 comprar um relógio para meu tio e passamos na loja JR, que vende eletrônicos. Meu pai comprou uma balança porque queria pesar as malas antes da gente embarcar e eu acabei faturando uma geringonça que massageia os pés.

 

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Indo para a Century 21.

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Nossa última foto nos Estados Unidos.

Fomos almoçar no Hard Rock Café e começou a tocar uma musiquinha meio romântica e aí eu chorei. Assim voltamos ao hotel e arrumamos o que faltava nas malas para voltar ao Brasil.

No aeroporto comprei um removedor e maquiagem do rosto e outro de maquiagem de olhos da Clinique, aqui no free shop brasileiro nem sempre achamos… quando anunciaram o nosso vôo entrei em pânico, nem na primeira vez que entrei num avião fiquei com tanto medo. Lembrava a todo instante do acidente que aconteceu em Buffalo uma semana antes, saindo do mesmo aeroporto e campainha aérea! God bless me. Cantei tanta japa, que daria para ficar uma semana sem tocar nela!

Quando chegamos ao free shop de Guarulhos, mais luxuria a M.A.C. estava em promoção! Uma sombra estava custando US$13.50, claro que aproveitei para comprar algumas coisinhas lá, peguei maquiagem também na Lâncome, creme na Biotherm e um perfume da marca de surfista Roxy, ai ai ai ando tão surfista… só comprei um perfume porque tenho muitos e tenho medo de vencer. Como estou sempre viajando não há maiores problemas, né?

E foi assim que acabou meu sonho, minha viagem a New York e minhas férias! Que a crise amenize para o ano eu vem possa ter mais. Eu amo tanto NYC que as vezes penso queria conhecer o Havaí, Viena, India… mas se for para esses lugares com apenas uma férias ao ano, ficarei carente de NYC. Ainda não sei o que fazer.

PS: Amigas já revelei cerca de 300 fotos que estão num álbum bem bonito, quem quiser, vem aqui em casa ver.

Gente, que calor insuportável aqui no Brasil! Ontem acordei as 7h da manhã e já estava fervendo. Já voltei a trabalhar e a estudar. É a vida! Vou fazer um post com as 10 coisas que mais gostei em New York dessa vez.

Aos poucos vai dando uma dorzinha no coração, a viagem a terra que elegeu Obama como presidente esta acabando… fica aquele gostinho de quero mais. Queria morar aqui, mas gostaria que todos que eu amo viessem junto. Utopia! Mas não paga nada para sonhar. Hoje é o meu ultimo dia completo aqui em New York, amanhã volto para casa e quarta-feira já vou trabalhar! Me da uma tristeza… em contrapartida aí no Brasil comerei os quitutes da Vera, não agüento mais passar mal, gente eu fico com problemas intestinais o tempo todo quando estou aqui, do primeiro dia ao último! Fora que terei roupas limpinhas para colocar, não agüento mais repeti-las me sinto meio russa.

Agora estou ficando mais desenvolta com meu inglês, é sempre assim, no final da viagem fico mais segura e arrisco conversar com as pessoas além do trivial de boa educação. Antes fazia de tudo para ninguém conversar comigo, agora às vezes sou simpática e começo a conversar, alias, para mim que sou tímida e não nativa da língua inglesa são duas conquistas.

Vamos lá ao meu dia a dia, desde já aviso que foram dias de temperaturas negativas e muuuuuito vento, a parecer ainda mais baixo.

13º dia

Foi mais um dia de compras de eletro-eletrônicos, meu pai adora ira a essas lojas eu sinto um pouco de tédio, vou confessar a vocês, nesse caso gosto de ser bem objetiva, comprar o que precisa e ir embora, diferentemente das lojas de roupas e maquiagens. Hahaha

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A gente na 7th Avenue voltando da BH Photo.

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Almoçamos na Pizza Hut, eu não gosto do sabor da Pizza Hut no Brasil, porém aqui ela é deliciosa! Outra coisa, assim como o Mac Donald’s e o Burguer King, a Hut é freqüentado por pessoas de baixo poder aquisitivo, o restaurante não é tão bonitinho… foi a refeição mais barata que fizemos aqui, mesmo porque não tivemos que pagar tip. Tips são as gorjetas que temos que dar nos restaurantes e variam entre 15% a 20% do total da conta. Pesadão, né?

De noite fomos novamente ao píer 17, esse foi o nosso primeiro passeio, fomos lá logo que chegamos só que era dia. De noite as perspectivas são diferentes, nem tinha notado, no entanto que havia uma pista de patinação de gelo tenho o sonho de patinar, mas cadê a coragem? Nunca soube andar de patim convencional, acho que sou grande demais para isso.

 

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Tirei a sorte no gênio e sou tão azarada de coloquei um dólar e não recebi o meu papel da sorte.

Jantamos no RED, um restaurante mexicano. Comemos entre outras coisa burritos o meu era vegetariano, até a massa dele era integral. Aqui os pratos são enormes, não comi nem a metade do prato, embora estivesse delicioso.

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Entrada do RED.

14º dia

O dia foi bem bom. Como estava muito frio decidimos que era dia de museu! Primeiro fomos a um bairro que eu nem conhecia o Noho, comprar ingressos para o espetáculo Stomp. O local fica bem pertinho do teatro do Blue Men.

Eu gostei do bairro, um pouco mais boêmio, cheio de punks e brechós que vendiam jaquetas de punk todas cheia de rebites… na minha “época” a gente que fazia as nossas jaquetas. Também é um lugar que tem uns camelos e muitos restaurantes asiáticos com preços bacanas, mais baratos que aqui na Times Square.

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Brechó.

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Brechó.

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Um flagra de um punk na rua.

Comprados os ingressos e dado uma olhadinha no local, fomos direto para o Metropolitan. Quando descemos na estação próxima ao museu achamos uma pet shop e compramos umas coisinha para as nossas filhinhas:

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Já tínhamos comprado na MM’s essas coisinhas:

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Ficamos lá muitas e muitas horas. Vimos coisas do Egito antigo, Roma, Grécia, Oceania, Américas (não vi nada do Brasil)… mobiliário europeu, armaduras européias, quadros de pintores europeus, arte moderna (o acervo do MoMA é mais legal). Foi um passeio bom até que meus pais resolveram tomar um café dentro do museu. Depois de uma hora de procura achamos um restaurante, entramos. Pedimos duas taças de vinho argentino, um sprite, e uma tabua de queijos (que vieram 7 pedaços pequenos de queijo e 3 pedaços de marmelada) e pagamos a ninharia de US$61 (R$ 146) sem a tip, não vi quanto o meu pai deu.

 

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Miró um dos meus quadros favoritos.

Jantamos no Planet Hollywood.

15º dia

Ontem foi mais um dia de compras. Começamos pela Sephora, uma loja de maquiagem e outros produtos de beleza. Tá tá tá comprei mais maquiagens na Sephora que é uma loja demais, vende multimarcas e a própria marca, será que tem dela no Brasil??Fiz até um cartão de descontos e já ganhei dois brindes porque já fiz três compras lá. Ai ai ai ui ui. Adoro esse jargão do Silvio Santos.

 

Image Hosted by ImageShack.usNa frente da Sephora tinham essas meninas dançando, imagina essa roupitcha com temperatura negativa?

Image Hosted by ImageShack.usMinhas compras de ontem na Sephora.

Image Hosted by ImageShack.usOlha as placas de liquidação.

Depois passamos na Virgin estava com placas de descontos de 10% a 30% em todas as mercadorias da loja, comprei alguns CDs e um DVD de surfe feminino. Parece-me que essa liquidação é porque a loja vai fechar, muito triste a crise gente, ontem passamos numa rua que tinham várias joalheiras e muitas já fechadas!!

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CDs e DVD que comprei.

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A gente na 5 a. avenida.

Passeamos pela 5ª avenida, tínhamos que comprar uma encomenda da Isabela, presente da Ingrid, da Daniela e fomos a Apple atrás de um HD para meu irmão. Infelizmente não tinha e tivemos que ir a downtown onde achamos um Outback. Almoçamos lá… mas não tinha o Mac Cheese que eu gosto e nem outras sobremesas sem bolo! O Outback é igualzinho a mesma decoração, o banheiro esta escrito Sheilas e Blocks, só que o atendimento brasileiro da de 10 a zero, sério gente, o garçom sumia e ficamos muito tempo lá dentro. O preço é bem parecido com o do Brasil, sendo assim, foi um lugar onde a conta não ficou tão pesada.

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Outback daqui.

De noite assistimos Stomp, é legalzinho, mas ainda prefiro Blue Men. Dizem que o Stomp é o único espetáculo que não precisa saber inglês para entender e acho que é verdade, então fica aqui a minha dica.

Jantamos no Maha Curry um indiano delicioso, só que o garçom ficava meio confuso e demorava em nos atender. A comida é deliciosa e o preço vale super a pena. O puri de lá é demais, peçam. Adoraria que em São Paulo (quiçá em Osasco) tivessem tantas variedades de restaurantes indianos.

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La no Noho tinha uma lojinha Indiana q eu comprei essas coisinhas.

Agora minha mãe esta arrumando as malas dela e do meu pai. Se ela demora 4h para se arrumar para sair, imagina arrumando mala, hoje para ela o dia será perdido. Eu vou a Victoria’s Secret e Toy R Us comprar uns presentes.

Beijos.

Esses dois dias que fiquei sumida andamos muito por New York, chegava ao quarto do hotel exausta e não pensava em atualizar o blog, sorry. A cidade esta lotada, acho que é por conta da semana de moda. Ontem aconteceu um fato curioso enquanto andávamos na 5ª avenida (seria a Oscar Freire americana, só que mais chique) porque além de ter as marcas mais luxuosas do mundo, as lojas são imensas um espetáculo a parte. Estávamos passando em frente a Armani e vimos grades para afastar fotógrafos e jornalistas da loja. A vitrina estava grosseiramente tampada com papel e durex, para ninguém ver lá dentro, das duas uma: ou o desfile da marca estava acontecendo lá dentro (alguém sabe me dizer?) ou alguma celebridade estava comprando lá, porém acredito mais na possibilidade de desfile, digo já por que.

 

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Armani durante o protesto.

Entramos na loja ao lado da Disney, é incrível como bobajada me desperta muito mais interesse e ficamos um bom tempo apreciando as oportunidades da loja. Quando saímos havia um protesto de humanos vestidos de coelhos em frente à loja. Pedindo par a Armani não usar pele de bicho, atenção meus caros leitores, couro também é pele. No meio do protesto havia uma garotinha, a única de mostrava a cara e mais a diante uma moça dando entrevistas para vários canais com a blusa do Peta.

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Protesto pacifista.

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A garotinha estava toda inflada e se sentindo importante. Ao lado havia uma senhora de Coelho que especulo ser sua mae.

Décimo dia em New York:

Meu pai embora tenha vindo muitas vezes a New York, não conhecia a ponte do Brooklyn, então fomos até lá. Pegamos o metrô aqui na Times Square. a linha A azul e descemos na estação Brooklyn Bridge. Essa estação fica bem a frente da entrada da ponte, porém já no Brooklyn, se quiser ir de Manhattan para o Brooklyn tem que descer uma estação antes.

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Minha mae e eu no começo da ponte, no Brooklyn ainda.

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Meus pais perto do meio da ponte.

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Minha mãe e eu na ponte no final da ponte, já em Manhattan. Terezinha te dedico essa foto.

A ponte é bem bonita e parte dela ainda é de madeira. Os pedestres caminham por uma passarela que fica ao centro e no alto da ponte, os automóveis debaixo e aos lados. Porém o passeio não é tão agradável quanto cruzar a ponte Hercílio Luz no verão de Florianópolis. O vento enquanto estávamos sob o rio é muito forte e o frio, nem se fala. Só aconselho ir à ponte num dia de temperaturas positivas e sem vento… com muito frio, parece que tem facas entrando em nossos narizes, um horror!

Depois fomos a JR, uma loja de eletrônicos, meus pais compraram algumas coisas e procuramos o Playstation três do meu irmão, lá estava US$480 e procuramos um pedal de guitarra para ele, mas não achamos o que ele pediu.

Almoçamos no Baluchi’s, um restaurante indiano muito bacana no Soho. Nem jantamos fora nesse dia, andamos muito por Manhattan.

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Pedi mais uma vez a samosa.

Décimo primeiro dia em New York

Queria muito ver a estatua da Alice, a do país das maravilhas, no Central Park. Quando chegamos lá a estatua parecia a sucursal do playground a criançada trepava no monumento como macacos. E não poderia ser diferente, na entrada da estatua tem uma placa dizendo que a homenagem do marido a esposa que amava todas as crianças. Fiquei lá esperando as crianças saírem para tirar uma foto da Alice sozinha.

Na verdade tirei muitas fotos da Alice sozinha e depois eu com ela em diversas posições e simplesmente adorei e achei divertido!

 

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Eu com minha personagem favorita.

Passeamos muito no Central Park, ficamos toda a manhã e parte da tarde. Além da Alice vi novamente o edifício Dakota, local John Lennon morou e morreu… o local parece meio amaldiçoado, foi lá que gravaram o Bebê de Rosemary.

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Edificio Dakota.

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Também tirei uma foto numa homenagem que fizeram ao Beatles no Central Park um circulo com a palavra Imagine.

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Passeamos pela 5ª avenida e eu fui surpreendida com o meu presente de aniversário, fiquei muito feliz, afinal de contas, quem não gosta de ganhar presentes?

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Passamos na F.A.O. a loja de brinquedos mais legal do mundo, segundo minha mãe, o berçário é o que tem de mais legal. Uma coisa interessante é que no segundo andar da loja sempre esta tocando musica brasileira, todas as vezes que fui lá tive essa surpresa agradável.

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Minha mãe pediu para postar essa foto e dizer que o “berçário” é a seção favorita dela.

Jantamos no Stardust para dar aquela “variada”, os cantores não são qualquer cantor de bar de noite não. Tem um japa (meio japa meio mexicano, ainda não consegui decidir o que ele é) que canta ópera. Os outros cantam sons mais dançantes e pop, ontem fizeram até um trenzinho que chegou sair do restaurante.

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Ele é japa ou mexicano? Pior, canta em italiano.

Décimo Segundo dia em New York

Hoje foi um dia de compras, nem tenho fotos para compartilhar com vocês… choveu o dia todo e chuva com tempo frio não é muito confortável, no entanto senti que a temperatura subiu!

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De noite fomos assistir South Pacific com o barítono brasileiro Paulo Szot no papel principal. Paulo venceu no ano passado o Prêmio Tony, uma espécie de Oscar do teatro, na categoria “Melhor performance de ator principal em musical” , aqui em Nova York. A peça é uma delícia, a gente nem vê o tempo passar e quando acaba, já acabou? Fiquei impressionada com uma seqüência de cenas, onde dois atores aparecem nus após tomar banho e em seguida a mocinha entra no banho, cai água de verdade nela, ela ensaboa o cabelo e aparece sem o penteado.South Pacific além do prêmio de melhor ator, “South Pacific” levou o prêmio de direção, cenografia, iluminação, som, figurino e melhor “revival”. É mole?

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PS: O musical é igualzinho ao filme homônimo de 1958, assistam, deve ter ai no Brasil… nós compramos o DVD e fanáticos que somos, já assistimos o filme na mesma noite do teatro.

 

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Metrô 66th avenue, um velhinho gentilmente pediu para tirar uma foto nossa.

To exausta, vou dormir!

O nono dia aqui em New York foi maravilhoso, vou sentir saudades… é impressionante como tudo aqui na terra dos yankes parece perfeito. Seria um conto de fadas se não fossem as ameaças de bombas, os aviões caindo ou eu tendo que voltar ao Brasil. Alias, gostaria que todas as pessoas que eu amo se mudassem junto comigo para cá, para assim termos uma vidinha cor-de-rosas.

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Esse é o subsolo do Stardust.

Com a programação intensa de anteontem (dois shows num único dia) acordamos mais tarde, cerca de 9h. Porém até minha mãe terminar de se arrumar (e olha que ela nem se maquia) já passava das 11h. Fomos tomar café da manhã no Stardust aquele restaurante que sempre falo aqui dos garçons que cantam. E dessa vez eu quase fiquei fall in Love por um deles. O cara não era o que se digamos “boa pinta” mas tinha uma voz… tipo do Jack Johnson que eu adoro, acho que quem tem uma voz bonita se torna apaixonante. Coitadinha de mim que sou uma gralha desafinada.


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Jonathan o anjo com voz do Jack Johnson.

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Essa garçonete sempre mexe com meu pai, já brincou com ele 3 vezes. Nesse dia o fez cantar no microfone. O coitado ficou todo inflado.

Voltando ao mundo real, fomos passar o dia no Brooklyn, claro que a contra gosto dos meus pais. Se eu não vou ao templo Hare Krishna a viagem não é completa, se vou, meus pais ficam de mau humor… antes eles do que eu, até porque como amo aquele templo para mim não haveria o maior problema em ir sozinha. Para meus pais tem, como assistem filmes americanos sobre becos no Brooklyn ficam passados imaginando que o local é mais violento que São Paulo, mas acho que estão errados. O taxista nos disse que somente o Queens ta perigoso, alguém sabe informar algo mais preciso?

Quando chegamos ao Brooklyn era muito cedo para ir ao templo, então fomos dar uma voltinha por lá. O Brooklyn é bem residencial, lá tem muita gente morando e pouco turista, deve ser por isso que somem as marcas caras e aparecem lojas tipo as da Antonio Agú (Brás ou José Paulino), lojas de produtos de ocasião, modinha, coisas barata… e para a sorte da macacada a maioria das lojas estavam liquidando para a chegada da coleção primavera. Não aproveitei nenhuma oportunidade, até então, estava apenas passeando, até encontrar uma Macy’s, o templo da moda e do consumo desenfreado. A Macy’s daqui de perto do hotel é cheia e barulhenta. Lá não, não tem todo esse glamour, mas é mais vazio e da para comprar tranquilamente. Passeei pelas araras de roupas, mas não comprei nada a minha cota de roupas esta meio que liquidada, comprei muita coisa logo que cheguei aqui porque não trouxe muita roupa na mala. E o passeio que não parecia nocivo, acabou na M.A.C. Me lambusei de tanto experimentar maquiagem e no final minha mãe e eu compramos algumas maquiagens, menos do que eu queria e mais do que eu podia. Mas fiquei extasiante com meus novos produtos. Comprei batom, blush e sombra berrantes da coleção que Hello Kitty, me achei meio adolescente, mas são ótimas as cores. Quero mais!

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Minhas maquiagens novas.

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Depois disso, já o templo já estava aberto! Cheguei lá exatamente quando o pujari soprava o búzio, anunciando a abertura do altar. Após um ano voltei a esse maravilhoso templo e revi as deidades, meu coração saltitou de alegria a shakti é muito intensa nesse lugar. Parece que tudo caminha bem, sem maiores agitações, o rapaz da banquinha de prasada ainda é o mesmo assim como a menina da lojinha de bugigangas e os pujaris também (apesar que somente deles me recordo do rosto), gostaria de me sentir assim novamente nos templos do Brasil, mas o clima é muito competitivo e hostil, nada se parece com uma religião.

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Eu oferecendo flores para Prabhupada, meu pai não achou importante fotografá-lo, mas ele esta ali, acreditem.

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Radha-Govovindaji.

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Olha o tamanho do templo de lá.

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Muffins bonitos e deliciosos.

Tive muita sorte, porque peguei o Gurupuja e o Tulasipuja também. Aqui eles fazem de uma forma diferente a oferta de flores a Srila Prabhupada, primeiro se formam uma fila de homens, aí todos oferecem flores, somente depois é que vão as mulheres em fila também. A hora do Tulasi Puja também é diferente, os devotos não oferecem água a Tulasi após o arati, eles rodeiam a plantinha, colocam a mão na terra e passam na cabeça e cheiram uma flor que foi deixada na mesa, achei estranho, já que a toda hora a Tulasi levava uma sacodidinha.

Outra coisa interessante no templo é que durante o arati de Radha-Govinda, na hora que passa a lamparina os devotos colocam um prato debaixo da lamparina e enquanto a passam as pessoas vão doando um dinheirinho, é impressionante como o prato fica cheio. Minha mãe e eu achamos uma forma de pressionar a doação em contrapartida talvez seja a única forma de manter um templo tão bonito, grande e organizado… a congregação parece bem feliz e satisfeita e assim a cosa caminha bem.

Não fiquei para a aula, como meus pais não entendem muito bem o inglês, achariam a aula entediante e que quis respeitá-los. Comprei alguma prasada que trouxe comigo. Foram 3 samosas (US$2 ou R$4,60 cada), 1 kachori (o mesmo preço da samosa), 8 muffins (US$1 ou R$2,30) e dois pedaços de bolo (US$3 ou R$6,90) – minha mãe disse que nunca comeu um bolo tão gostoso em toda sua vida! Deve ser verdade, os doces americanos são divinos e sendo prasadam então fica muito melhor.

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Comprei esse boneco de plástico do Rama, um brinquedo para crianças.

Estavamos exaustos, voltamos para o hotel e jantamos parte dessa comprinha e para variar, tive a minha primeira insônia em New York. Creio que tinha mais energia para queimar.